Splendid oddness: revisiting the curious trophic relationships of South American Pleistocene mammals and their abundance

RICHARD A. FARIÑA ADA CZERWONOGORA MARIANA DI GIACOMO Sobre os autores

A fauna de mamíferos do Pleistoceno da América do Sul inclui animais de grande tamanho que têm despertado o interesse dos cientistas durante mais de dois séculos. Aqui tencionamos atualizar o conhecimento da sua paleoecologia e disponibilizar nova evidência a respeito de dois enfoques: energética vs. densidade populacional e abundância relativa de taxa fósseis. Para determinar se as faunas estavam balanceadas, modelos de densidade populacional foram aplicados a várias faunas sulamericanas e os resultados comparados com os que melhor descrevem a paleoecologia das faunas africanas. Os resultados dos estudos de abundância para a o Uruguai e a província de Buenos Aires durante o piso/idade Lujanense revelam que as preguiças comedoras de vulto (Lestodon eGlossotherium) foram mais abundantes no primeiro território. No entanto, os mais seletivos Scelidotherium eMegatherium eram mais abundantes no segundo. Embora os valores obtidos tinham sido corrigidos para evitar tendenciamentos tafonômicos de tamanho, as regressões lineares de abundância vs. massa corporal não se ajustaram ao esperado para consumidores primários e secundários. As faunas do Pleistoceno da América do Sul se comportam diferentemente do que os modelos atualistas sugerem. Mudanças no nível do mar e, portanto, da área disponível poderiam dar conta dessas diferenças; a possibilidade de que uma grande planície aluvial na área hoje submersa poderia explicar mudanças estacionais, o que poderia modificar os cálculos da energética e da abundância.

abundância; megafauna; paleoecologia; densidade populational; produtividade secundária; Quaternário


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