Insulina e glicose como moduladores do desenvolvimento de plântulas de milho doce (Su1)

Insulin and glucose as modulators of the development of sweet corn seedling (Su1)

Luiz Fernando Ganassali Oliveira Júnior Ricardo Bressan-Smith Antônia Elenir Amâncio de Oliveira Messias Gonzaga Pereira Luciana Belarmindo Silva Leandro Hespanhol Viana Henrique Duarte Vieira Sobre os autores

Durante a germinação e o desenvolvimento pós-germinativo de milho, o fluxo metabólico é intenso, ocorrendo síntese e degradação de açúcares (glicose, frutose e sacarose) e hidrólise de amido, além da redução da concentração do ácido abscísico (ABA). Acredita-se que altas concentrações de glicose exógena, promovam acúmulo de ABA, proporcionando atraso na germinação e desenvolvimento de plântulas. Concentrações menores, por outro lado, podem ocasionar estímulo na germinação e desenvolvimento. Neste trabalho, foi observado que a glicose (800 µM) estimulou a germinação e o desenvolvimento inicial de genótipo de milho comum e retardou, severa ou brandamente, genótipos de milho doce (su1), provavelmente devido às diferentes concentrações endógenas de glicose de cada genótipo. Foi visto, também, que a concentração de 1,2 ηM de insulina foi capaz de estimular o maior desenvolvimento de genótipos de milho comum (UENF 506-8) e doce H43IN e nula para o genótipo doce HDC. Quando adicionada insulina e glicose ao meio, foi obtido efeito aditivo para o desenvolvimento. Esses resultados sugerem que a insulina e glicose apresentam forte influência na germinação e no desenvolvimento de sementes de milho.

desenvolvimento de plântulas; germinação de sementes; glicose; insulina; (Zea maize L.) milho doce (Su1)


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