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Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Volume: 119, Issue: 5, Published: 2022
  • PRKAG2 Cardiomyopathy Short Editorial

    Sternick, Eduardo Back
  • Pharmaco-invasive Strategy in Myocardial Infarction: Descriptive Analysis, Presentation of Ischemic Symptoms and Mortality Predictors Original Article

    Bianco, Henrique Tria; Povoa, Rui; Izar, Maria Cristina; Alves, Claudia Maria Rodrigues; Barbosa, Adriano Henrique Pereira; Bombig, Maria Teresa Nogueira; Gonçalves Jr, Iran; Luna Filho, Bráulio; Aguirre, Ana Caroline; Moraes, Pedro Ivo de Marqui; Almeida, Dirceu; Moreira, Flávio Tocci; Povoa, Fernando Focaccia; Stefanini, Edson; Caixeta, Adriano Mendes; Bacchin, Amanda S.; Moisés, Valdir Ambrósio; Fonseca, Francisco A.H.

    Abstract in Portuguese:

    Resumo Fundamento O infarto do miocárdio com elevação do segmento-ST (IAMCSST) é definido por sintomas acompanhados por alterações típicas do eletrocardiograma. Entretanto, a caracterização dos sintomas isquêmicos não é clara, principalmente em subgrupos, como mulheres e idosos. Objetivos Analisar a tipificação dos sintomas isquêmicos, métricas temporais e observar a ocorrência de desfechos intra-hospitalares, em análise dos escores preditivos, em pacientes com IAMCSST, em estratégia fármaco-invasiva. Métodos Estudo envolvendo 2.290 pacientes. Tipos de apresentações clínicas pré-definidas: dor típica, dor atípica, dispnéia, sincope. Medimos o tempo entre o início dos sintomas à demanda pelo atendimento e o intervalo entre a chegada à unidade-médica e trombólise. Odds-ratios (OR; IC-95%) foram estimadas em modelo de regressão. Curvas ROCs foram construídas para preditores de mortalidade. Nível de significância adotado (alfa) foi de 5%. Resultados Mulheres apresentaram alta prevalência de sintomas atípicos; maior tempo entre o início dos sintomas e a procura por atendimento; atraso entre a chegada ao pronto-socorro e a fibrinólise. A mortalidade hospitalar foi de 5,6%. Predição de risco pela classificação Killip-Kimball: AUC: [0,77 (0,73-0,81)] em classe ≥II. Subgrupos estudados [OR (IC-95%)]: mulheres [2,06 (1,42-2,99); p=0,01]; insuficiência renal crônica [3,39 (2,13-5,42); p<0,001]; idosos [2,09 (1,37-3,19) p<0,001]; diabéticos [1,55 (1,04-2,29); p=0,02]; obesos 1,56 [(1,01-2,40); p=0,04]; acidente vascular cerebral prévio [2,01 (1,02-3,96); p=0,04] correlacionaram-se com maiores taxas de mortalidade. Conclusão Apesar das mais altas taxas de mortalidade em alguns subgrupos, disparidade significativa persiste nas mulheres, com atrasos no reconhecimento dos sintomas e trombólise imediata. Destaca-se a aplicabilidade do escore Killip-Kimball na predição, independentemente da apresentação clínica.

    Abstract in English:

    Abstract Background ST-segment elevation myocardial infarction (STEMI) is defined by symptoms accompanied by typical electrocardiogram changes. However, the characterization of ischemic symptoms is unclear, especially in subgroups such as women and the elderly. Objectives To analyze the typification of ischemic symptoms, temporal metrics and observe the occurrence of in-hospital outcomes, in the analysis of predictive scores, in patients with STEMI, in a drug-invasive strategy. Methods Study involving 2,290 patients. Types of predefined clinical presentations: typical pain, atypical pain, dyspnea, syncope. We measured the time between the onset of symptoms and demand for care and the interval between arrival at the medical unit and thrombolysis. Odds-ratios (OR; CI-95%) were estimated in a regression model. ROC curves were constructed for mortality predictors. The adopted significance level (alpha) was 5%. Results Women had a high prevalence of atypical symptoms; longer time between the onset of symptoms and seeking care; delay between arrival at the emergency room and fibrinolysis. Hospital mortality was 5.6%. Risk prediction by Killip-Kimball classification: AUC: [0.77 (0.73-0.81)] in class ≥II. Subgroups studied [OR (CI-95%)]: women [2.06 (1.42-2.99); p=0.01]; chronic renal failure [3.39 (2.13-5.42); p<0.001]; elderly [2.09 (1.37-3.19) p<0.001]; diabetics [1.55 (1.04-2.29); p=0.02]; obese 1.56 [(1.01-2.40); p=0.04]: previous stroke [2.01 (1.02-3.96); p=0.04] correlated with higher mortality rates. Conclusion Despite higher mortality rates in some subgroups, significant disparity persists in women, with delays in symptom recognition and prompt thrombolysis. We highlight the applicability of the Killip-Kimball score in prediction, regardless of the clinical presentation.
  • Pharmacoinvasive Strategy in ST-Elevation Myocardial Infarction in Brazil: Female Sex as a Prognostic Factor Short Editorial

    Cesena, Fernando
  • Adjusting RFR by Predictors of Disagreement, “The Adjusted RFR”: An Alternative Methodology to Improve the Diagnostic Capacity of Coronary Indices Original Article

    Fernández-Rodríguez, Diego; Casanova-Sandoval, Juan; Barriuso, Ignacio; Rivera, Kristian; Otaegui, Imanol; Blanco, Bruno García del; Jiménez, Teresa Gil; López-Pérez, Manuel; Rodríguez-Esteban, Marcos; Torres-Saura, Francisco; Díaz, Víctor Jiménez; Ocaranza-Sánchez, Raymundo; Disdier, Vicente Peral; Elvira, Guillermo Sánchez; Worner, Fernando

    Abstract in Portuguese:

    Resumo Fundamento Os limiares de corte para a “relação do ciclo completo de repouso” (RFR) oscilam em diferentes séries, sugerindo que as características da população podem influenciá-los. Da mesma forma, foram documentados preditores de discordância entre a RFR e a reserva de fluxo fracionado (FFR). O Estudo RECOPA, mostrou que a capacidade diagnóstica está reduzida na “zona cinzenta” da RFR, tornando necessária a realização de FFR para descartar ou confirmar isquemia. Objetivos Determinar os preditores de discordância, integrar as informações que eles fornecem em um índice clínico-fisiológico: a “RFR Ajustada”, e comparar sua concordância com o FFR. Métodos Usando dados do Estudo RECOPA, os preditores de discordância em relação à FFR foram determinados na “zona cinzenta” da RFR (0,86 a 0,92) para construir um índice (“RFR Ajustada”) que pesaria a RFR juntamente com os preditores de discordância e avaliar sua concordância com a FFR. Resultados Foram avaliadas 156 lesões em 141 pacientes. Os preditores de discordância foram: doença renal crônica, cardiopatia isquêmica prévia, lesões não envolvendo a artéria descendente anterior esquerda e síndrome coronariana aguda. Embora limitada, a “RFR Ajustada” melhorou a capacidade diagnóstica em comparação com a RFR na “zona cinzenta” (AUC-RFR = 0,651 versus AUC-“RFR Ajustada” = 0,749), mostrando também uma melhora em todos os índices diagnósticos quando foram estabelecidos limiares de corte otimizados (sensibilidade: 59% a 68%; especificidade: 62% a 75%; acurácia diagnóstica: 60% a 71%; razão de verossimilhança positiva: 1,51 a 2,34; razão de verossimilhança negativa: 0,64 a 0,37). Conclusões Ajustar a RFR integrando as informações fornecidas pelos preditores de discordância para obter a “RFR Ajustada” melhorou a capacidade diagnóstica em nossa população. Mais estudos são necessários para avaliar se os índices clínico-fisiológicos melhoram a capacidade diagnóstica da RFR ou de outros índices coronarianos.

    Abstract in English:

    Abstract Background Cutoff thresholds for the “resting full-cycle ratio” (RFR) oscillate in different series, suggesting that population characteristics may influence them. Likewise, predictors of discordance between the RFR and fractional flow reserve (FFR) have been documented. The RECOPA Study showed that diagnostic capacity is reduced in the RFR “grey zone”, requiring the performance of FFR to rule out or confirm ischemia. Objectives To determine predictors of discordance, integrate the information they provide in a clinical-physiological index, the “Adjusted RFR”, and compare its agreement with the FFR. Methods Using data from the RECOPA Study, predictors of discordance with respect to FFR were determined in the RFR “grey zone” (0.86 to 0.92) to construct an index (“Adjusted RFR”) that would weigh RFR together with predictors of discordance and evaluate its agreement with FFR. Results A total of 156 lesions were evaluated in 141 patients. Predictors of discordance were: chronic kidney disease, previous ischemic heart disease, lesions not involving the anterior descending artery, and acute coronary syndrome. Though limited, the “Adjusted RFR” improved the diagnostic capacity compared to the RFR in the “grey zone” (AUC-RFR = 0.651 versus AUC-“Adjusted RFR” = 0.749), also showing an improvement in all diagnostic indices when optimal cutoff thresholds were established (sensitivity: 59% to 68%; specificity: 62% to 75%; diagnostic accuracy: 60% to 71%; positive likelihood ratio: 1.51 to 2.34; negative likelihood ratio: 0.64 to 0.37). Conclusions Adjusting the RFR by integrating the information provided by predictors of discordance to obtain the “Adjusted RFR” improved the diagnostic capacity in our population. Further studies are required to evaluate whether clinical-physiological indices improve the diagnostic capacity of RFR or other coronary indices.
  • Antiinflammatory and Cardioprotective Effects of HDL-C: Association With Autoantibodies Against Oxidized LDL? Short Editorial

    Figueiredo, Estêvão Lanna; Wang, Ricardo
  • Analysis of Atrial Fibrillation Prevalence and Cardiovascular Health in Cohort Derived from the ELSA-Brasil Project Short Editorial

    Bianco, Henrique Tria
  • Clinical Features and Survival Analysis of Patients after Mechanical Heart Valve Replacement, with an Emphasis on Prosthetic Valve Thrombosis Original Article

    Tagliari, Fábio; Correia, Marcelo Goulart; Amorim, Guilherme Dalcol; Colafranceschi, Alexandre Siciliano; Pedroso, João Manoel; Rodrigues Junior, Luiz Fernando; Tagliari, Thaisa Rodrigues; Weksler, Clara; Lamas, Cristiane

    Abstract in Portuguese:

    Resumo Fundamento As doenças oro-valvares têm prevalência mundial expressiva, e a cirurgia de troca valvar melhorou a sobrevida dos pacientes. Objetivos Descrever aspectos clínico-laboratoriais dos pacientes submetidos a implante valvar mecânico e determinar a incidência de trombose de próteses valvares (TPV). Métodos Estudo de coorte retrospectivo com seguimento até nove anos; as variáveis de estudo foram buscadas em prontuários físicos e eletrônicos. Os cálculos foram realizados pelo programa Jamovi 1.2.2.; p<0,05 foi considerado estatisticamente significante. Foram construídas curvas de Kaplan Meier, e realizada análise de regressão de Cox para fatores relacionados à mortalidade. Resultados Foram incluídos 473 pacientes com média de idade de 46,9 ±11,3 anos. A doença reumática foi a principal etiologia. Em média de acompanhamento de 4,43 anos, a mortalidade foi de 16,1%. Pacientes com implantes de próteses na posição aórtica tiveram sobrevida melhor que os portadores em posição mitro-aórtica (p=0,026). Entre os fatores ajustados para mortalidade, apenas classe funcional e insuficiência renal crônica apresentaram significância estatística. A incidência de TPV foi de 0,24/100 pacientes/ano, com primeiro evento após 1000 dias da cirurgia. Tabagismo e pannus foram estatisticamente associados a TPV. Não houve diferenças na variabilidade de INR entre pacientes com e sem trombose por posição protética, mas houve diferença estatística no INR pré-evento trombótico comparado aos que não apresentaram trombose (INR= 2,20[1,80-2,20] vs 2,80[2,20-3,40]; p= 0,040). Identificamos 4,4% de acidentes vasculares cerebrais e 5,2% de sangramentos. Conclusões A população mostrou-se jovem e valvopatia reumática foi frequente. A frequência de TPV foi semelhante à descrita na literatura, apesar da baixa renda e escolaridade da amostra.

    Abstract in English:

    Abstract Background Valvular heart diseases are highly prevalent in the world, and surgical valve replacement has improved patients’ survival. Objectives To describe clinical and laboratory data of patients undergoing mechanical valve replacement, and to determine the incidence of prosthetic valve thrombosis (PVT). Methods Retrospective cohort study with a follow-up of up to nine years. The study variables were collected from conventional and electronic medical charts. Statistical calculations were performed using the Jamovi software version 1.2.2.; a p<0.05 was considered statistically significant. Kaplan Meier curves were constructed, and Cox regression analysis was performed for analysis of factors related to mortality. Results A total of 473 patients were included, mean age of 46.9 ±11.3 years. Rheumatic disease was the most common etiology. In a mean follow-up period of 4.43 years, mortality rate was 16.1%. Patients with aortic prosthesis showed higher survival than patients with double implant (mitral and aortic) (p=0.026). Of the factors adjusted for mortality, only functional class and chronic renal failure showed statistically significant association. The incidence of PVT was 0.24/100 patients/year, and the first event occurred more than 1000 days after the implant. Smoking and pannus formation were significantly associated with PVT. No differences were found in INR variability between patients with and without thrombosis by prosthetic position, but significant differences were found in INR before thrombosis as compared with patients without thrombosis (INR= 2.20 [1.80-2.20] vs. 2.80 [2.20-3.40]; p= 0.040). The incidence of stroke and bleeding was 4.4% and 5.2% respectively. Conclusions The study population was young, and rheumatic valve disease was common in this group. The prevalence of PVT was similar to that described in the literature, despite the low income and low educational level of our sample.
  • Prognosis and Characteristics Associated with Prosthetic Valve Thrombosis: Insights from a Brazilian Study Short Editorial

    Dutra, Giovanni Possamai; Gomes, Bruno Ferraz de Oliveira
  • Does Myocardial Injury Occur After an Acute Aerobic Exercise Session in Patients with Refractory Angina? Original Article

    Montenegro, Carla Giuliano de Sá Pinto; Dourado, Luciana Oliveira Cascaes; Jordão, Camila Paixão; Vieira, Marcelo Luiz Campos; Assumpção, Camila Regina Alves; Gowdak, Luis Henrique Wolff; Pereira, Alexandre da Costa; Negrão, Carlos Eduardo; Matos, Luciana Diniz Nagem Janot de

    Abstract in Portuguese:

    Resumo Fundamento Não está claro se o exercício é seguro em pacientes com formas mais avançadas de doença arterial coronariana, como aqueles com angina refratária (AR). Objetivo Visamos determinar o efeito de uma sessão de exercício aeróbico agudo (SEAA) nos níveis de troponina T cardíaca de alta sensibilidade (TnT-as) em pacientes com AR. Métodos Trata-se de um estudo clínico longitudinal, não randomizado e não controlado. Os participantes foram recrutados de abril de 2015 a janeiro de 2019. Em uma escala visual de dor de 0 a 10, a dor classificada até 3 foi considerada como o nível máximo permitido para continuar o exercício. Avaliamos TnT-as na linha de base e 3 horas após a SEAA. O protocolo consistiu em 5 minutos de aquecimento, 30 minutos de exercício aeróbico contínuo na frequência cardíaca correspondente ao limiar anaeróbio ou limiar de angina obtido no teste de esforço cardiopulmonar e 5 minutos de resfriamento. Foram considerados estatisticamente significativos valores de p menores que 0,05. Resultados Foram incluídos 32 pacientes com AR (61 ± 9 anos, 59,4% do sexo masculino). A concentração basal de TnT-as foi de 10,9 ng/L (intervalo de confiança de 95%: 9,1 a 13,0 ng/L). A TnT-as coletada 3 horas após a SEAA foi de 11,1 ng/L (intervalo de confiança de 95%: 9,1 a 13,5 ng/L). Nenhuma diferença ocorreu na TnT-as antes e após a SEAA (p = 0,657). Conclusões Uma única SEAA realizada no limiar de angina com correspondente escala visual de dor não alterou a TnT-as em pacientes com AR, sugerindo que nenhuma lesão miocárdica significativa foi provocada pelo exercício e que este protocolo de exercício pode ser considerado seguro.

    Abstract in English:

    Abstract Background It is unclear whether exercise is safe in patients with more advanced forms of coronary artery disease, such as those with refractory angina (RA). Objective We aimed to determine the effect of an acute aerobic exercise session (AAES) on high-sensitivity cardiac troponin T (hs-cTnT) levels in patients with RA. Methods This was a longitudinal, non-randomized, and non-controlled clinical study. Participants were recruited from April 2015 to January 2019. On a visual pain scale from 0 to 10, pain rated up to 3 was considered as the top level allowed to continue exercising. We assessed hs-cTnT at baseline and 3 hours after the AAES. The protocol consisted of 5 minutes of warm-up, 30 minutes of continuous aerobic exercise at heart rate corresponding to the anaerobic threshold or angina threshold obtained in the cardiopulmonary exercise testing, and 5 minutes of cooling down. P values less than 0.05 were considered statistically significant. Results Thirty-two patients with RA were included (61 ± 9 years, 59.4% male). The baseline hs-cTnT concentration was 10.9 ng/L (95% confidence interval: 9.1 to 13.0 ng/L). The hs-cTnT collected 3 hours after the AAES was 11.1 ng/L (95% confidence interval: 9.1 to 13.5 ng/L). No difference occurred in hs-cTnT before and after AAES (p = 0.657). Conclusions A single AAES performed at the angina threshold with corresponding visual pain scale did not alter hs-cTnT in patients with RA, suggesting that no significant myocardial injury was elicited by exercising and that this exercise protocol can be considered safe.
  • Refractory Angina Referral to Cardiovascular Rehabilitation: A Neglected Patient Short Editorial

    Milani, Mauricio; Milani, Juliana Goulart Prata Oliveira; Cipriano Junior, Gerson
  • Having Symptoms of an Acute Myocardial Infarction? Call Your Emergency Medical Service Immediately! Short Editorial

  • Applicability of Body Surface Potential Mapping Through Exercise in Small Animals Short Editorial

    Pastore, Carlos Alberto
  • Fibrillatory Wave Amplitude: Should We Use It Routinely in Clinical Practice? Short Editorial

  • The Electrocardiogram in the Pediatric Population in the 21st Century. How to Keep Evolving after 135 Years of the Method Discovery History Short Editorial

  • Physician-Researcher, Medical Practice and Research: The Importance of the Physician-Researcher in Current Medicine Research Letter

    Luz, Protásio Lemos da
  • Reply Letter To The Editor

    Martins, João Victor Domiciano; Mendes, Rodrigo; Lopes, Johnnatas Mikael; Tenório, Pedro Pereira
  • Position Statement on Women’s Cardiovascular Health – 2022 Statement

    Oliveira, Glaucia Maria Moraes de; Almeida, Maria Cristina Costa de; Marques-Santos, Celi; Costa, Maria Elizabeth Navegantes Caetano; Carvalho, Regina Coeli Marques de; Freire, Cláudia Maria Vilas; Magalhães, Lucelia Batista Neves Cunha; Hajjar, Ludhmila Abrahão; Rivera, Maria Alayde Mendonça; Castro, Marildes Luiza de; Avila, Walkiria Samuel; Lucena, Alexandre Jorge Gomes de; Brandão, Andréa Araujo; Macedo, Ariane Vieira Scarlatelli; Lantieri, Carla Janice Baister; Polanczyk, Carisi Anne; Albuquerque, Carlos Japhet da Matta; Born, Daniel; Falcheto, Eduardo Belisário; Bragança, Érika Olivier Vilela; Braga, Fabiana Goulart Marcondes; Colombo, Fernanda M. Consolim; Jatene, Ieda Biscegli; Costa, Isabela Bispo Santos da Silva; Rivera, Ivan Romero; Scholz, Jaqueline Ribeiro; Melo Filho, José Xavier de; Santos, Magaly Arrais dos; Izar, Maria Cristina de Oliveira; Azevedo, Maria Fátima; Moura, Maria Sanali; Campos, Milena dos Santos Barros; Souza, Olga Ferreira de; Medeiros, Orlando Otávio de; Silva, Sheyla Cristina Tonheiro Ferro da; Rizk, Stéphanie Itala; Rodrigues, Thais de Carvalho Vieira; Salim, Thaís Rocha; Lemke, Viviana de Mello Guzzo; ,
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