[Probiótico e simbiótico em ração para frangos: desempenho e Enterobacteriaceae]

P.R.S.C. Leite H.B. Oliveira V.B.L. Souza F.O. Rocha T.H. Oliveira Sobre os autores

RESUMO

Objetivou-se avaliar o efeito do probiótico e do simbiótico sobre o desempenho e a contagem de Enterobacteriaceae em frangos. Foram utilizados 640 pintos de corte, machos, de um dia de idade, distribuídos em delineamento inteiramente ao acaso, com quatro tratamentos, oito repetições com 20 aves cada. Os tratamentos foram: ração com melhorador de desempenho (bacitracina de zinco) (controle positivo); ração sem melhorador de desempenho e sem probiótico/simbiótico (controle negativo); ração com probiótico e ração com simbiótico. Aos 35 dias, cinco aves por tratamento foram eutanasiadas para retirada de conteúdo intestinal e determinação de Enterobacteriaceae. As médias das unidades formadoras de colônias, transformadas em log/UFC/g, e de desempenho foram submetidas à análise de variância e comparadas pelo teste Tukey. Foi observado efeito do probiótico e do simbiótico na fase inicial, sendo que aves apresentaram os mesmos resultados de ganho de peso e de peso corporal que o grupo de aves alimentado com bacitracina. Aos 42 dias, não houve efeito dos tratamentos sobre o desempenho. Aves que não receberam nenhum aditivo não apresentaram maior contagem de enterobactérias, sendo semelhantes aos demais tratamentos. A adição do probiótico e do simbiótico não compromete o desempenho dos frangos e não altera a contagem de Enterobacteriaceae.

Palavras-chave:
bacitracina; Escherichia coli; microbiota

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