[Implante intravaginal de progesterona (1,9g) e benzoato de estradiol no controle folicular de éguas durante a primavera e o verão]

A.C.B. Teixeira J.A.N. Riveros J.H.W. Diniz A.P. Fonseca D.F. Silva A.M.P. Leo I.C. Pereira G.R. Valle G.A. Monteiro L.Z. Oliveira Sobre os autores

RESUMO

O objetivo deste trabalho foi avaliar a taxa de crescimento folicular e a taxa ovulatória em éguas tratadas com dispositivo intravaginal de progesterona (P4) durante o período de 10 dias, associado à utilização de benzoato de estradiol (BE). Os resultados foram comparados durante o período de transição (ET) da primavera com a época de reprodução no verão (ER). As variáveis foram submetidas à ANOVA (teste de Tukey), considerando-se P<0,05. Nenhuma ovulação ocorreu durante a permanência do dispositivo de P4 em ambos os períodos experimentais. A taxa ovulatória na ER foi de 100% (n = 8) e na ET, de 62,5% (n=5; P=0,0547). Diferença significativas (<0,001) foram observadas, em ambos os períodos experimentais, comparando as taxas de crescimento folicular durante a permanência da P4 (ER: 1,33 ± 0,89mm/d; ET: 1,00 ± 0,81mm/d) com o período sem P4 (ER: 3,63 ± 1,33mm/d; ET: 3,31 ± 1,66mm/d). O presente estudo demonstrou aplicabilidade e eficiência do protocolo hormonal utilizando dispositivo intravaginal de P4 e BE para controle folicular de éguas, tanto na ET quanto na ER.

Palavras-chave:
implante de progesterona; taxa de ovulação; sazonalidade; éguas

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