Ultra-sonografia de características lineares e estimativas do volume de rins de cães

Ultrasonographic measurement of linear characteristics and renal volumetry in dogs

Resumos

Obtiveram-se as medidas lineares de rins de cães adultos, clinicamente normais, por meio da ultra-sonografia, e estimou-se o volume dos rins de 35 cães (18 fêmeas e 17 machos) sem raça definida e com idade entre dois e seis anos. Os animais foram divididos em três grupos de acordo com o peso corporal (3,1 a 10,0 kg; 10,1 a 20,0 kg e 20,1 a 45,0 kg). Os planos de secção sagital, dorsal e transversal foram utilizados para obtenção das medidas lineares de comprimento (C), largura (L) e espessura (E). O volume renal foi calculado a partir das medidas lineares utilizando-se a fórmula para o volume de um elipsóide. Os valores médios encontrados para os três grupos foram, respectivamente: comprimento (4,73; 6,09 e 7,13cm), largura (2,81; 3,44 e 3,95cm), espessura (2,43; 3,00 e 3,58cm) e volume (17,98; 33,36 e 53,81cm³). As dimensões dos rins esquerdo e direito e de machos e fêmeas foram equivalentes. Observaram-se correlações positivas entre todas as medidas renais e peso corporal.

Cão; ultra-sonografia; rins; comprimento; largura; espessura; volume


This work aimed to measure by ultrasonography the length, width and depth and to estimate the volume of kidneys of normal adult dogs. Thirty five dogs (18 females and 17 males) of mixed breeds, aging from two to six years, were used. The animals were separated in three groups according to their body weights (3.1 to 10.0 kg; 10.1 to 20.0 kg and 20.1 to 45 kg). Sagittal, dorsal and transverse plans of section were used to obtain measures of length, width and depth. The kidney volume was estimated from these measures. Mean values according to the groups were, respectively: 4.73; 6.09 and 7.13cm for length; 2.81; 3.44 and 3.95cm for width; 2.43; 3.00 and 3.58cm for depth; and the estimated volumes were 17.98; 33.36 and 53.81cm³. The length, width, depth and volume of the left and right kidneys were similar, and no difference between male and female was found for these traits. Body weight of animals was positively correlated with all the kidney traits.

Dog; kidneys; ultrasonography; length; width; depth; volume


Ultra-sonografia de características lineares e estimativas do volume de rins de cães

[Ultrasonographic measurement of linear characteristics and renal volumetry in dogs]

K.M.O.R. Sampaio1, R.B. Araújo2

1Universidade Estadual de Santa Cruz

Caixa Postal 110

45650-000 – Ilhéus, BA

2Escola de Veterinária da UFMG

Recebido para publicação em 28 de maio de 2001

Recebido para publicação, após modificações, em 4 de abril de 2002.

E-mail: kmoema@uesc.br

RESUMO

Obtiveram-se as medidas lineares de rins de cães adultos, clinicamente normais, por meio da ultra-sonografia, e estimou-se o volume dos rins de 35 cães (18 fêmeas e 17 machos) sem raça definida e com idade entre dois e seis anos. Os animais foram divididos em três grupos de acordo com o peso corporal (3,1 a 10,0 kg; 10,1 a 20,0 kg e 20,1 a 45,0 kg). Os planos de secção sagital, dorsal e transversal foram utilizados para obtenção das medidas lineares de comprimento (C), largura (L) e espessura (E). O volume renal foi calculado a partir das medidas lineares utilizando-se a fórmula para o volume de um elipsóide. Os valores médios encontrados para os três grupos foram, respectivamente: comprimento (4,73; 6,09 e 7,13cm), largura (2,81; 3,44 e 3,95cm), espessura (2,43; 3,00 e 3,58cm) e volume (17,98; 33,36 e 53,81cm3). As dimensões dos rins esquerdo e direito e de machos e fêmeas foram equivalentes. Observaram-se correlações positivas entre todas as medidas renais e peso corporal.

Palavras-chave: Cão, ultra-sonografia, rins, comprimento, largura, espessura, volume

ABSTRACT

This work aimed to measure by ultrasonography the length, width and depth and to estimate the volume of kidneys of normal adult dogs. Thirty five dogs (18 females and 17 males) of mixed breeds, aging from two to six years, were used. The animals were separated in three groups according to their body weights (3.1 to 10.0 kg; 10.1 to 20.0 kg and 20.1 to 45 kg). Sagittal, dorsal and transverse plans of section were used to obtain measures of length, width and depth. The kidney volume was estimated from these measures. Mean values according to the groups were, respectively: 4.73; 6.09 and 7.13cm for length; 2.81; 3.44 and 3.95cm for width; 2.43; 3.00 and 3.58cm for depth; and the estimated volumes were 17.98; 33.36 and 53.81cm3. The length, width, depth and volume of the left and right kidneys were similar, and no difference between male and female was found for these traits. Body weight of animals was positively correlated with all the kidney traits.

Keywords: Dog, kidneys, ultrasonography, length, width, depth, volume

INTRODUÇÃO

A ultra-sonografia do trato urinário tem sido largamente utilizada em medicina veterinária em diversas situações clínicas. A técnica é eficaz e complementa informações obtidas pelos exames clínico, laboratorial e radiográfico, sendo de fundamental importância para avaliação de patologias renais em cães (Wood & McCarthy, 1990; Sampaio & Araújo, 2000; Sampaio, 2001).

Alterações uni ou bilaterais na forma e tamanho dos rins freqüentemente representam importantes sinais clínicos de distúrbios renais (Forrest et al., 1998; Miletic et al., 1998). A nefrite intersticial crônica e a estenose da artéria renal, por exemplo, freqüentemente resultam no decréscimo do tamanho dos rins, enquanto a pielonefrite aguda, a doença policística e a hidronefrose podem levar ao aumento do tamanho dos rins (Finco et al., 1971; Mahaffey & Barber, 1992; Palmer, 1996). A detecção dessas alterações pode ser fundamental para o diagnóstico e prognóstico da doença. A mensuração renal é, portanto, uma informação clínica fundamental (Barr et al., 1990; Felkai et al., 1992).

Mensurações dos rins podem ser obtidas pela ultra-sonografia com alto grau de precisão e reprodutibilidade, refletindo as verdadeiras dimensões dos rins analisados à necropsia (Barr, 1990). Estudos realizados em humanos confirmam que a mensuração do comprimento renal bipolar é altamente confiável, sugerindo ser bom indicador do tamanho dos rins (Ablett et al., 1995; Emamian et al., 1995).

O volume dos rins tem sido calculado usando-se as mensurações ultra-sonográficas (Spiegl et al., 1982; Hricak & Lieto, 1983; Jones et al., 1983). Barr (1990) considerou a forma dos rins como aproximadamente elipsóide e concluiu que essa forma é bom indicador do seu verdadeiro volume.

Como a literatura brasileira é escassa a respeito dessas mensurações e sabendo-se que elas são importantes para reconhecimento e avaliação de nefropatias, este trabalho objetivou obter as medidas lineares (comprimento, largura e espessura) e o volume de rins de cães adultos clinicamente normais, correlacionando-os com o peso corporal.

MATERIAL E MÉTODOS

Foram utilizados 35 cães (17 machos e 18 fêmeas), clinicamente normais, sem raça definida, com idade entre dois e seis anos e peso corporal entre 3,1 e 45,0 kg, oriundos do canil da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e do Hospital Veterinário da UFMG. Os animais foram submetidos a detalhado exame físico e avaliação laboratorial de rotina para posterior avaliação ultra-sonográfica renal.

Amostras de sangue colhidas por venopunção e de urina por cateterismo foram acondicionadas sob refrigeração e analisadas em laboratório no máximo até quatro horas após a colheita. Para análise da urina utilizou-se a técnica padronizada por Ducan (1982) e para o exame químico o método de fita-reagente (Urofita10 - Biobrás). As concentrações plasmáticas de uréia e creatinina foram determinadas por espectofotometria, utilizando-se kits comerciais (Bioclin Reagentes). Foram considerados clinicamente normais os animais que apresentaram normalidade ao exame físico e à urinálise, e com concentrações plasmáticas de uréia até 30 mg/dl e creatinina até 1,5 mg/dl, conforme preconizado por Osborne et al. (1972).

Para realização do exame ultra-sonográfico os cães foram posicionados em decúbito dorsal, tosquiando-se os pêlos da região hipocôndrica abdominal, ventral aos músculos sublombares e caudal à última costela esquerda e aos dois últimos espaços intercostais direitos. Uma espessa camada de gel acústico (Gel in shape) foi aplicada na pele para facilitar o contato do transdutor com o sítio do exame. Imagens sonográficas em tempo real foram obtidas com o uso do equipamento de ultra-som (Fukuda Densy mod. 4500) em modo bi-dimensional e transdutor de varredura eletrônica convexa de 5,0 MHz.

Os rins foram examinados conforme protocolo descrito por Wood & McCarthy (1990). Os planos de secção sagital, dorsal e transversal foram utilizados para a mensuração das medidas lineares.

O volume renal (V) foi calculado a partir de medidas lineares, utilizando a fórmula para o volume de um elipsóide recomendada por Barr (1990): Volume (V) = Comprimento (C) x Largura (L) x Espessura (E) x 0,523. O volume renal total por quilograma de peso corporal foi calculado para cada cão.

Para avaliar a reprodutibilidade das mensurações no ultra-som, as características de comprimento, largura e espessura, obtidas em diferentes planos de secção, foram comparadas utilizando-se o teste t de Student. Em seguida, a média de cada medida linear foi calculada para os rins esquerdo e direito em cada cão.

As características lineares e de volume dos rins esquerdo e direito foram comparados por pareamento, utilizando-se dois testes estatísticos: Student-Newman-Keuls (SNK) e teste t de Student. Em análise subseqüente, as medidas dos rins foram agrupadas e a média renal calculada para cada cão.

Os seguintes coeficientes de correlação (r) foram calculados: comprimento dos rins x peso corporal, largura dos rins x peso corporal, espessura dos rins x peso corporal, e volume dos rins x peso corporal. Para determinar o grau de relação entre as medidas renais e o peso corporal fez-se análise de regressão linear. A significância dessa relação foi avaliada empregando-se o teste t de Student, utilizando intervalo de confiança de 95%, conforme recomendado por Sampaio (1998).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Conforme sugerido por Felkai et al. (1992) e Emamian et al. (1995), alguns cuidados foram adotados para obtenção de medidas ultra-sonográficas mais precisas. Em todos os planos, as dimensões foram mensuradas em secções consideradas representativas da máxima dimensão renal, obtidas a partir do melhor posicionamento do transdutor em repetidas secções. Durante o exame moveu-se o transdutor ao longo dos rins, nos sentidos medial e lateral para obtenção de imagens no plano sagital, e nos sentidos dorsal e ventral para obtenção de imagens no plano dorsal. A mensuração do comprimento renal foi considerada ótima apenas em secções onde os pólos renais puderam ser claramente visualizados.

Pela análise inicial não houve diferença (P>0,05) entre as médias de comprimento, largura e espessura renal, mensuradas em planos diferentes de imagem. Obteve-se a média de cada uma das medidas para os rins e calculou-se o volume renal. Estes resultados, além de confirmarem a precisão das medidas renais obtidas, demonstram que os parâmetros lineares podem ser obtidos com segurança em qualquer plano anatômico de imagem.

Devido à simplicidade e eficácia, esse método de volumetria renal tem sido recomendado tanto para uso clínico em humanos (Spiegl et al., 1982; Hricak & Lieto, 1983; Jones et al., 1983; Emamian et al., 1993) quanto para cães. Apesar disso, existe discreta tendência do volume calculado dessa forma se apresentar inferior ao volume mensurado por meio do deslocamento de água descrito por Nyland et al. (1989), Barr (1990) e Felkai et al. (1992). Acredita-se que tal subestimação esteja provavelmente relacionada à dificuldade de obtenção de medidas lineares precisas. De acordo com Nyland et al. (1989), o volume renal calculado a partir de mensurações ultra-sonográficas pode ser considerado suficientemente preciso para uso clínico em cães.

A descrição estatística e a representação gráfica das variáveis estudadas são apresentadas, respectivamente, nas Tab.1 e 2 e na Fig.1.

As médias das medidas lineares e de volume dos rins esquerdo e direito foram equivalentes (P>0,05). Resultados semelhantes foram descritos por Nyland et al. (1989) e Barr (1990) para cães adultos.

As médias das medidas renais lineares e de volume em machos e fêmeas foram equivalentes (P>0,05) (Fig.2) e semelhantes aos resultados apresentados por Barr et al. (1990).

Medidas ultra-sonográficas de largura e espessura renal relacionadas ao peso corporal ainda não foram relatados na literatura para cães adultos saudáveis, sendo os resultados obtidos neste trabalho, provavelmente, os primeiros a serem relatados nessa espécie.

O volume renal total por quilograma de peso corporal foi calculado para cada animal. A média foi de 2,14 cm3/kg, com variação de 1,99 a 2,30 cm3 e desvio-padrão de 0,446 cm3. Variações similares, porém discretamente maiores (2,1 a 2,8 cm3/kg), foram encontradas por Nyland et al. (1989) e Felkai et al. (1992), enquanto Barr et al. (1990) verificaram variação de 1,8 a 6,9 cm3/kg. Acredita-se que tal discrepância seja devida à variação de peso corporal e ao número de animais examinados. Os valores obtidos neste estudo estão contidos na faixa considerada por esses autores como normal para cães adultos.

A correlação entre comprimento dos rins e peso corporal foi alta (r = 0,86; P<0,05). Pela análise de regressão observou-se efeito linear do peso corporal (P) sobre o comprimento dos rins, representada pela equação C = 4,14 + 0,108P (Fig. 3). Finco et al. (1971) estimaram radiograficamente o tamanho dos rins em 27 cães machos adultos e detectaram correlação significativa entre comprimento renal e peso corporal (r = 0,89; P<0,05). Barr et al. (1990) também encontraram resultados semelhantes em mensurações ultra-sonográficas renais de 100 cães adultos saudáveis de ambos os sexos (r = 0,84; P<0,001).

Também foram positivas e altas as correlações entre peso corporal (P) e largura (L) (r = 0,78; P<0,05) e espessura (E) dos rins (r = 0,81; P<0,05) (Fig. 3). A análise de regressão permitiu o cálculo da linha de melhor ajuste, representada pelas equações: L = 2,61 + 0,047P e E = 2,20 +0,047P. Estudos prévios realizados em cães (Nyland et al., 1989; Barr et al., 1990; Felkai et al., 1992) não verificaram correlação entre essas variáveis.

Volume renal calculado (V) e peso corporal (P) foram significativamente correlacionados (r = 0,83; P<0,05), e o grau dessa correlação foi representado pela equação de regressão: V = 8,45 + 1,562P (Fig.3). Estes resultados são semelhantes aos descritos por Barr et al. (1990) (r = 0,91; P<0,001) e Felkai et al. (1992) (r = 0,86; P<0,001), porém diferem dos observados por Nyland et al. (1989). Esses últimos utilizaram animais dentro de uma faixa de peso corporal bastante estreita (14,5–25,4 kg), o que não permitiu adequada avaliação da correlação.

A quantidade de informações obtidas por meio do exame ultra-sonográfico renal nos cães deste estudo mostrou a importância desse exame como complemento da avaliação clínica geral dos pacientes, como foi relatado por Wood & McCarthy (1990), Sampaio & Araújo (2000) e Sampaio (2001). Embora o tamanho normal dos rins não exclua a possibilidade de doença renal (Maheffy & Barber, 1992; Ablett et al., 1995; Palmer, 1996), a detecção de alterações em suas medidas lineares ou de volume poderá contribuir para o diagnóstico de muitas afecções renais, como postulam Barr et al. (1990) e Forrest et al. (1998).

CONCLUSÃO

A determinação de medidas lineares (comprimento, largura e espessura) e volume de rins de cães adultos clinicamente sadios e sua correlação com o peso corporal constitui-se numa característica fundamental para posteriores avaliações de nefropatias.

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Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    16 Dez 2002
  • Data do Fascículo
    Jun 2002

Histórico

  • Recebido
    04 Abr 2002
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