Detecção de soro lácteo e caseinomacropeptídeo por cromatografia líquida de alta eficiência em bebidas lácteas fermentadas

E.H.P. Andrade M.R. Souza L.M. Fonseca C.F.A.M. Penna M.M.O.P. Cerqueira T. Roza B. Seridan M.F.S. Resende F.A. Pinto C.N.B.C. Villanoeva M.O. Leite Sobre os autores

O presente trabalho teve como objetivos quantificar o teor de soro e o índice de caseinomacropeptídeo (CMP) de bebidas lácteas fermentadas preparadas em laboratório, adicionadas de diferentes concentrações de soro (0, 10, 20 e 40%), fermentadas e armazenadas em refrigeração (8-10oC) por tempos distintos (zero, sete, 14 e 21 dias), por cromatografia líquida de alta eficiência-filtração em gel (CLAE-FG), bem como verificar a interferência da cultura utilizada no preparo das bebidas lácteas fermentadas e do tempo de armazenamento na detecção de soro lácteo e CMP. Quando os teores de soro lácteo e os índices de CMP obtidos por CLAE-FG de bebidas lácteas fermentadas foram analisados ao longo do tempo de armazenamento, verificou-se que não houve diferença (p>0,05) para o leite (0% de soro) e as bebidas lácteas com 10 e 20% de soro nos tempos de zero, sete, 14 e 21 dias de armazenamento. No entanto, para a bebida láctea fermentada adicionada de 40% de soro, foi observada diferença para o tempo de armazenamento de 21 dias (p<0,05), em que o teor de soro e o índice de CMP obtidos foram maiores que os demais, que se mostraram equivalentes entre si (p>0,05) para os tempos de zero, sete e 14 dias.

bebidas lácteas fermentadas; soro lácteo; CMP; CLAE-FG


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