[Eficiência da luz ultravioleta para desinfecção de ovos férteis de matrizes de frangos de corte]

J.R.O. Branco B.S.L. Dallago F.E.M. Bernal Sobre os autores

RESUMO

Objetivou-se avaliar a eficácia da luz ultravioleta na redução da carga bacteriana de cascas de ovos e o impacto na eclosão e na mortalidade embrionária observando-se a idade das matrizes (38, 42 e 48 semanas). Os ovos foram submetidos a diferentes períodos de exposição (cinco, sete e nove minutos) à luz UV (UV-C) com comprimento de onda de 254nm. Os controles foram ovos desinfetados com paraformaldeído (5,3g/m³) e ovos não desinfetados (NC). Após a desinfecção, os ovos foram colocados em sacos plásticos estéreis contendo 20mL de solução salina peptonada (0,1% m:v) e massageados por um (1) minuto para descolamento das bactérias. Alíquotas dessa solução foram incubadas em meio para crescimento bacteriano por 48 horas a 37ºC e contagem de UFC. Para avaliar os efeitos da desinfecção, ovos previamente desinfetados por UV-C (nove minutos) e ovos com paraformaldeído e NC foram submetidos à ovoscopia entre os dias 10 e 13 de incubação e ao final do período de incubação, para avaliação da mortalidade embrionária. A distribuição da eclodibilidade foi realizada a cada oito horas. A exposição à luz UV-C de 25nm de nove minutos desinfetou os ovos férteis e coincidiu com a eficácia do paraformaldeído.

Palavras-chave:
eclodibilidade; parafolmaldeído; avaliação microbiológica; incubação; mortalidade embrionária

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