Administração tópica de cloridrato de hidralazina na viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos

Topical administration of hydralazine hydrochloride on the viability of randon skin flaps in rats

Resumos

OBJETIVO: Investigar o efeito da administração do cloridrato de hidralazina, por iontoforese, na viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos. MÉTODOS: Sessenta ratos da linhagem Wistar foram distribuídos aleatoriamente em 4 grupos (n=15), estes animais foram submetidos a retalho cutâneo randômico dorsal, de base cranial, com dimensões de 10X4cm. Os animais do grupo 1 foram utilizados como controle, os do grupo 2 foram submetidos a eletroestimulação com corrente direta 4mA-20' imediatamente após a técnica operatória e nos dois dias subseqüentes. No grupo 3 simulação de estímulo elétrico com Cloridrato de Hidralazina. No grupo 4 iontoforese com Cloridrato de Hidralazina 4mA-20'. A análise dos resultados foi realizada no sétimo dia pós-operatório e interpretada com o Teste não paramétrico de Kruskal-Wallis. RESULTADOS: A media da área de necrose foi: grupo 1 = 45%; grupo 2 = 39%; grupo 3 = 46% e grupo 4 = 41%, sendo que a análise estatística não evidenciou diferença significante entre os grupos (p>0,05). CONCLUSÃO: o Cloridrato de Hidralazina, quando administrado por iontoforese, não é eficaz em aumentar a área de viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos.

Retalhos Cirúrgicos; Hidralazina; Iontoforese; Ratos


PURPOSE: Assess the effect of hydralazine hydrochloride, for iontophoresis, on the viability of random skin flaps in rats. METHODS: Sixty Wistar rats was randonly destributed in 4 groups (n=15), these animals was submited as randon dorsal skin flaps as cranial base with measure 10X4 cm. The animals from group 1 was utilized as control, in group 2 was submitted to direct current o 4mA-20' immediately after the surgery and on the two subsequent days. In group 3 the stimulation eletric simulation with hydralazine hydrochloride. In group 4 iontophorese with hydralazine hydrochloride 4mA-20'. The analysis of the results was made on the seventh day post operative and interpreted with test non parametric of Kruskal-Wallis. RESULTS: and the necrotic area stayed fixed in: group 1= 45%; group 2= 39%; group 3= 46% and group 4= 41%, being the statistical analysis did not evedenced any significant. CONCLUSION: The hydralazine hydrochloride when taken for iontophorese was not efficacious in reduce the necrotic area.

Surgical Flaps; Hydralazine; Iontophorese; Rats


ARTIGO ORIGINAL

Administração tópica de cloridrato de hidralazina na viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos1 1 Trabalho do Curso de Fisioterapia da Universidade Paulista (UNIP), Disciplina de Cirurgia Plástica da Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM).

Topical administration of hydralazine hydrochloride on the viability of randon skin flaps in rats

Ivaldo Esteves JuniorI; Igor Bordello MassonII; Lydia Masako FerreiraIII; Richard Eloin LiebanoIV; Cristiano BaldanV; Alexandre Cavallieri GomesVI

IMestre em Ciências Básicas pelo Programa de Pós-Graduação em Cirurgia Plástica Reparadora UNIFESP-EPM

IIGraduando em Fisioterapia pela UNIP

IIIProfessora Livre Docente, Titular e Chefe da disciplina de Cirurgia Plástica do Departamento de Cirurgia da UNIFESP

IVDoutor em Ciências Básicas pelo Programa de Pós-Graduação em Cirurgia Plástica Reparadora UNIFESP-EPM

VEspecialista em Reabilitação Motora pela Irmandade de Misericórdia Santa Casa de São Paulo (IMSCSP)

VIMestre em Fisioterapia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)

Endereço para correspondência

RESUMO

OBJETIVO: Investigar o efeito da administração do cloridrato de hidralazina, por iontoforese, na viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos.

MÉTODOS: Sessenta ratos da linhagem Wistar foram distribuídos aleatoriamente em 4 grupos (n=15), estes animais foram submetidos a retalho cutâneo randômico dorsal, de base cranial, com dimensões de 10X4cm. Os animais do grupo 1 foram utilizados como controle, os do grupo 2 foram submetidos a eletroestimulação com corrente direta 4mA-20' imediatamente após a técnica operatória e nos dois dias subseqüentes. No grupo 3 simulação de estímulo elétrico com Cloridrato de Hidralazina. No grupo 4 iontoforese com Cloridrato de Hidralazina 4mA-20'. A análise dos resultados foi realizada no sétimo dia pós-operatório e interpretada com o Teste não paramétrico de Kruskal-Wallis.

RESULTADOS: A media da área de necrose foi: grupo 1 = 45%; grupo 2 = 39%; grupo 3 = 46% e grupo 4 = 41%, sendo que a análise estatística não evidenciou diferença significante entre os grupos (p>0,05).

CONCLUSÃO: o Cloridrato de Hidralazina, quando administrado por iontoforese, não é eficaz em aumentar a área de viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos.

Descritores: Retalhos Cirúrgicos. Hidralazina. Iontoforese. Ratos.

ABSTRACT

PURPOSE: Assess the effect of hydralazine hydrochloride, for iontophoresis, on the viability of random skin flaps in rats.

METHODS: Sixty Wistar rats was randonly destributed in 4 groups (n=15), these animals was submited as randon dorsal skin flaps as cranial base with measure 10X4 cm. The animals from group 1 was utilized as control, in group 2 was submitted to direct current o 4mA-20' immediately after the surgery and on the two subsequent days. In group 3 the stimulation eletric simulation with hydralazine hydrochloride. In group 4 iontophorese with hydralazine hydrochloride 4mA-20'. The analysis of the results was made on the seventh day post operative and interpreted with test non parametric of Kruskal-Wallis.

RESULTS: and the necrotic area stayed fixed in: group 1= 45%; group 2= 39%; group 3= 46% and group 4= 41%, being the statistical analysis did not evedenced any significant.

CONCLUSION: The hydralazine hydrochloride when taken for iontophorese was not efficacious in reduce the necrotic area.

Key words: Surgical Flaps. Hydralazine. Iontophorese. Rats.

Introdução

O fator que exerce maior influencia no desenvolvimento de necrose na porção distal de retalhos cutâneos é o fluxo sanguíneo inadequado, possivelmente por insuficiência arterial, levando a necrose isquemica1,2, com isto, algumas pesquisas utilizam-se de agentes farmacológicos e não farmacológicos com o intuito de aumentar a área de viabilidade de retalhos cutaneos2-9.

A hidralazina, uma substância derivada da ftalazina, possui mecanismo de ação que ainda não esta totalmente esclarecido. Porém, mesmo sem o total esclarecimento de seu mecanismo de ação, sabemos que esta é um potente vasodilatador direto, provocando relaxamento seletivo da musculatura, atingindo apenas a musculatura lisa arteriolar sem causar relaxamento da musculatura lisa venosa e também não dilatando vasos de grande capacitância10-12. A iontoforese é o processo pelo qual íons de soluções são transferidos através da pele intacta, usando de correntes elétricas monofásicas, polarizadas e contínuas. O sistema de administração de drogas por iontoforese é usado comumente em experimentos e, estes demonstram resultados significativos, com o aumento de concentração, das substâncias administradas, na pele levando aos resultados almejados9. Sendo assim este trabalho teve como objetivo investigar o efeito da administração tópica do Cloridrato de Hidralazina, por iontoforese, na viabilidade do retalho cutâneo randômico em ratos.

Métodos

Sessenta ratos da linhagem Wistar (Rattus norvegicus: var. albinus, Rodentia, Mammalia), adultos, machos foram utilizados neste estudo. Os animais foram alojados em gaiolas individuais, recebendo ração comercial e água ad libitum. Os animais foram anestesiados com injeção intraperitoneal de Cloridrato de Tiletamina e Cloridrato de Zolazepan (25mg/kg). Colocou-se os animais em superfície plana com os membros em extensão, realizando-se a tricotomia no dorso dos animais. Advindo então a realização do retalho cutâneo randômico com pedículo cranial, respeitando como limites o ângulo inferior da escápula e os ossos da cintura pélvica, seguindo o modelo experimental2,13,14, sendo que interpondo a pele e o retalho foi colocada, na mesma posição, uma barreira plástica com as mesmas dimensões do retalho. A síntese foi realizada com pontos simples com fio de náilon monofilamentar 4-0, de um em um cm.2,13,14 Após a técnica operatória os animais do grupo 1 submeteram-se a colocação de eletrodos (3,0 x 5,0 cm) do aparelho de corrente galvânica (EGF, Carci®, São Paulo, Brasil) posicionados na base do retalho (negativo) e no abdome (positivo) do animal, sendo que entre a pele do animal e os eletrodos havia uma almofada de gaze contendo 3ml de solução fisiológica (SF). Estes permaneceram nesta posição por 20 minutos, porém sem a emissão de qualquer estímulo pelo eletroestimulador. Os animais do grupo 2 foram submetidos aos mesmos procedimentos do grupo 1 porém, os eletrodos emitiram corrente galvânica com amplitude de 4 mA durante 20 minutos. Os animais do grupo 3 também foram submetidos aos mesmos procedimentos realizados nos animais grupo 1, porém substituindo a SF colocada na gaze sob eletrodo (negativo) situado no dorso do animal por 3ml de Cloridrato de Hidralazina diluído em SF a uma concentração de 0,2/mg/ml, nestes animais o eletroestimulador não emitiu qualquer estímulo. Os animais do grupo 4 submeteram-se aos mesmos procedimentos do grupo 3, porém estes receberam a estimulação com corrente Galvânica, como citada no grupo 2 (iontoforese). Estes procedimentos repetiram-se por dois dias subseqüentes (PO1 e PO2). A porcentagem da área de necrose dos retalhos foi verificada no sétimo dia após a técnica operatória por meio de gabarito de papel15. Estes procedimentos foram realizados em estudo duplo cego. Para interpretação dos resultados foi utilizado o teste não paramétrico de Kruskal Wallis para amostra independente e, complementado, se necessário, pelo teste de comparações múltiplas. O nível de rejeição para hipótese de nulidade foi fixado em p<0,05.

Resultados

A media da porcentagem da área de necrose foi: grupo 1 = 45; grupo 2 = 39; grupo 3 = 46 e grupo 4 = 40. O teste de Kruskal-Wallis não evidenciou diferença estatisticamente significante, (p>0,05), G1=G2=G3=G4.

Discussão

O presente estudo utilizou o modelo de retalho cutâneo randômico de base cranial proposto por McFarlane et al.16 como modelo experimental para se estudar a necrose e a prevenção da mesma. As dimensões usadas neste modelo são de 10x4 cm. Para se obter condições homogêneas de necrose foi interposto um filme plástico com as mesmas dimensões do retalho, colocado entre o retalho e o seu leito doador, com o propósito de impedir a revascularização através de vasos do leito doador17,18, observando assim uma necrose significativa2,18. Estes mesmos procedimentos foram utilizados também por Liebano et al.2 e Duarte et al.14. A avaliação da porcentagem da área de necrose foi medida pelo método de gabarito de papel descrito inicialmente por Sasaki, Pang 15, que se deu no sétimo dia pós-operatório, principalmente, por expressar confiabilidade com erro menor que 5% além de ser facilmente aplicável e amplamente utilizado na literatura. A diferença entre tecido viável e tecido necrótico foi feita após o sacrifício dos animais, com hiperdosagem anestésica, com observação macroscópica sendo que o tecido viável possuía cor rósea, textura macia e crescimento de pêlos diferindo-se do tecido necrótico com pele escurecida, rígida, fria e sem pêlos. Quando eleita a iontoforese como via de administração de uma substância, é preciso atentar-se a alguns fatores importantes. A primeira consideração relaciona-se as características da substância a ser introduzida, pois esta deve de ser ionizada ou ionizável, para que empregue a transmissão de íons entre a pele e a substância. Segundo, sabendo que o mecanismo de aplicação da iontoforese é a repulsão de cargas iguais, é necessário saber qual o comportamento iônico da substância a ser introduzida para que possa ser colocada sobre esta um eletrodo da mesma polaridade para se conseguir a repulsão entre estas cargas iguais, sendo que este eletrodo é colocado na região onde se quer administrar a substancia referida (área alvo). Poucas pesquisas experimentais utilizam-se deste antigo recurso que é a iontoforese. Apenas um trabalho utilizando a iontoforese realizado por Asai et al.9 este na mesma área de pesquisa experimental que o presente estudo. Asai et al.9 utilizaram a iontoforese para a introdução de prostaglandina E1 na investigação de seus efeitos no retalho cutâneo. A hidralazina, substância utilizada no presente estudo, é uma substância não ionizada, mas sim ionizável. Esta foi utilizada em forma de cloridrato, o que a deixa com o comportamento iônico negativo. A hidralazina foi utilizada seguindo modelo observado nos trabalhos de Liebano et al.2 e Asai et al.9, que realizam técnicas de tratamento em pós-operatório, por acreditar-se que os eventos que se seguem imediatamente após a elevação do retalho irão interferir diretamente em sua área de viabilidade2,14. Finseth et al10 e Suarez Nieto et al.11 em seus trabalhos utilizam-se de hidralazina, em administrações sistêmicas, em tratamentos que combinam o período pré e pós-operatório e, estes vêm a controlar a necrose em seus modelos satisfatoriamente, porem Toomey et al.12 utilizam modelo semelhante sem alcançar os mesmos resultados. Estes trabalhos propõem protocolos de tratamento que variam entre 22 e 14 dias, o que vem a sugerir que os efeitos da hidralazina, possivelmente ligado ao relaxamento da musculatura lisa de arteriolar, apresenta mecanismos de ação cumulativos a sua aplicação logo, não sendo adequado em protocolos que exigem mecanismos de ação rápidos. Novas pesquisas com o cloridrato de hidralazina, por iontoforese, para viabilidade do retalho cutâneo devem seguir-se, utilizando períodos de pré-tratamento em protocolos mais longos.

Conclusão

A administração tópica de cloridrato de hidralazina por iontoforese não foi eficaz em aumentar a área de viabilidade do retalho cutâneo randômico em ratos.

Recebimento: 04/10/2004

Revisão: 09/11/2004

Aprovação: 07/12/2004

Conflitos de interesse: nenhum

Fonte de finaciamento: nenhuma

Como citar este artigo: Esteves Junior I, Masson IB, Ferreira LM, Liebano RE, Baldan C, Gomes AC. Administração tópica de cloridrato de hidralazina na viabilidade de retalho cutâneo randômico em ratos. Acta Cir Bras [serial online] 2005 Mar-Abr; 20(2). Disponível em URL: http://www.scielo.br/acb

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  • Endereço para correspondência
    Ivaldo Esteves Junior
    Rua Cangati, 300
    CEP: 05343-070 Jaguaré SP
    Tel: (11) 3768-5525 / 9633-7141
  • 1
    Trabalho do Curso de Fisioterapia da Universidade Paulista (UNIP), Disciplina de Cirurgia Plástica da Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM).

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    27 Set 2006
  • Data do Fascículo
    Abr 2005

Histórico

  • Aceito
    07 Dez 2004
  • Revisado
    09 Nov 2004
  • Recebido
    04 Out 2004
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