Transplante hepático: expectativas com escore MELD para alocação de fígado no Brasil

Andreza Correa Teixeira Fernanda Fernandes Souza Gustavo de Assis Mota Ana de Lourdes Candolo Martinelli Ajith Kumar Sankarankutty Orlando de Castro e Silva Sobre os autores

O transplante de fígado representa o tratamento mais eficiente disponível no momento para pacientes com doença hepática crônica terminal. Em fevereiro de 2002 o escore - Model for End-stage Liver Disease (MELD), o qual determina a gravidade da doença com estimativa de mortalidade em três meses, foi implantado para alocação de doadores de fígado nos Estados Unidos. Conseqüentemente foi observado um maior número de pacientes graves transplantados, com redução de mortalidade na lista de espera e não houve diferença de sobrevida em um ano de paciente e enxerto. Até recentemente no Brasil a alocação de órgãos era baseada no critério cronológico de acordo com a inclusão em lista de espera para transplante de fígado, doador cadáver. Há poucos dias (31 de maio de 2006), foi publicada a portaria que institui o critério de gravidade para alocação de fígado. Expectativas quanto aos resultados e o impacto dessa mudança na realidade brasileira são aguardados.

Transplante de Fígado; Escore MELD; Alocação Órgãos


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