La sculpture africaine dans les ecrits sur l'art d'André Malraux

Jean-Pierre Zarader

Que acontece com o sagrado em nosso mundo profano? Partindo da cena mítica na qual Picasso, no museu do Trocadéro, sente o caráter mágico das máscaras, Malraux interroga-se sobre a relação agônica que existe entre formas e forças. Contra a vulgata que tende a ver na estética um sucedâneo do sagrado - o que conduziria a um fechamento na imanência - , talvez devêssemos, ao mesmo tempo, recusar a ilusão de uma empatia e afirmar o caráter inacabado da metamorfose dos fetiches em obras de arte - inacabamento que Malraux designa pelos termos de empreinte (marca) ou de aura (aura).

Malraux; Picasso; escultura africana; museu


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