O emprego de hastes intramedulares bloqueadas no tratamento das fraturas diafisárias do úmero

Estudamos os resultados clínicos e radiográficos de 31 pacientes portadores de fraturas diafisárias do úmero que foram operados com hastes intramedulares. Destes quatro apresentaram fraturas no local da inserção da haste e foram tratados com outro método. Dos 27 pacientes restantes o índice de consolidação foi de 96,1 % e que durou em média de 63,4 dias. Cinco queixaram-se de dor no ombro e em apenas um apresentou limitação da abdução. Paralisia temporária do nervo radial foi constatada em dois pacientes e pseudartrose em um que após 5 meses da cirurgia foi submetido a nova intervenção cirúrgica com o emprego de placa e enxerto ósseo autólogo. Concluímos que embora o emprego de hastes intramedulares bloqueadas apresentou alto índice de a via de acesso retrógrada pode levar a fraturas no seu ponto de entrada e via anterógrada com violação do manguito rotador pode gerar dores no ombro.

Manguito rotador; Fraturas do úmero; fixação interna


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