Efeito de fungicida foliar e espaçamento de plantas na expressão da enzima lipoxigenase e podridão de grãos em híbridos de milho

Elizandro Ricardo Kluge Marcelo Cruz Mendes Marcos Ventura Faria Leandro Alvarenga Santos Heloisa Oliveira dos Santos Kathia Szeuczuk Sobre os autores

RESUMO.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de fungicida sobre a podridão de grãos em híbridos comerciais de milho e a relação entre os grãos ardidos e a expressão da enzima lipoxigenase no grão, em espaçamento convencional de 0,70 m e reduzido de 0,45 m. Os tratamentos foram no esquema fatorial 3 x 8, com três formas de manejo com fungicida (Trifloxistrobina + Protioconazol) e oito híbridos de milho, sendo divididos em dois grupos (tolerantes e suscetíveis), com três repetições, totalizando 72 parcelas em cada ambiente (espaçamento convencional e reduzido), na safra agrícola 2013/2014. As seguintes caractrísticas foram avaliadas: porcentagem de grãos ardidos e expressão da enzima lipoxigenase (LOX) nos grãos. O fungicida reduziu a incidência de grãos ardidos, e a maior redução ocorreu nos híbridos suscetíveis, com duas aplicações, V8 e V8+VT. Houve maior expressão da enzima LOX em híbridos de milho pertencentes ao grupo tolerante aos fungos causadores de grãos ardidos. A aplicação do fungicida em duas aplicações, V8 (oito folhas) e VT (pendoamento), aumentou a intensidade da enzima LOX, mais evidente no espaçamento reduzido.

Palavras-chave:
LOX; podridão de espigas; controle químico; espaçamento reduzido; Zea mays

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