RESUMO
Introdução: A saúde bucal é componente essencial da saúde geral e do bem-estar, desempenhando papel crucial na qualidade de vida dos indivíduos. Contudo, as desigualdades sociais, econômicas e culturais frequentemente resultam em acesso desigual aos cuidados odontológicos, especialmente em populações vulneráveis.
Objetivo: Identificar nas bases de dados da literatura existente sobre as iniciativas de promoção da saúde bucal em populações vulneráveis e identificar estratégias eficazes e desafios persistentes.
Método: Foram utilizados 16 artigos nessa revisão, estudos sobre saúde bucal em populações vulneráveis, como idosos, migrantes e crianças.
Resultado: A discussão sobre o acesso ao atendimento odontológico para populações vulneráveis revela cenário complexo, no qual diversas barreiras sociais, econômicas, culturais e estruturais comprometem a equidade no acesso aos cuidados de saúde bucal.
Conclusão: A promoção da saúde bucal em populações vulneráveis exige abordagem intersetorial, equitativa e centrada na comunidade, com políticas sustentadas por evidências científicas e orientadas para a inclusão social. Investir em estratégias integradas, que considerem os contextos específicos dessas populações, é essencial para a superação das iniquidades e para o fortalecimento da saúde bucal como parte integrante do direito à saúde.
PALAVRAS-CHAVE:
População vulnerável; Saúde oral; Promoção da saúde; Inclusão social
ABSTRACT
Introduction: Oral health is an essential component of general health and well-being, playing a crucial role in the quality of life of individuals. However, social, economic and cultural inequalities often result in unequal access to dental care, especially in vulnerable populations.
Objective: To identify in the existing literature databases on oral health promotion initiatives in vulnerable populations and to identify effective strategies and persistent challenges.
Method: We used 16 articles in this review, studies on oral health in vulnerable populations, such as the elderly, migrants, and children.
Results: The discussion about access to dental care for vulnerable populations reveals a complex scenario, in which several social, economic, cultural, and structural barriers compromise equity in access to oral health care.
Conclusion: The promotion of oral health in vulnerable populations requires an intersectoral, equitable, and community-centered approach, with policies supported by scientific evidence and oriented towards social inclusion. Investing in integrated strategies that consider the specific contexts of these populations is essential for overcoming inequities and strengthening oral health as an integral part of the right to health.
KEYWORDS:
Vulnerable population; Oral health; Health promotion; Social inclusion
INTRODUÇÃO
A saúde bucal é componente essencial da saúde geral e do bem-estar, desempenhando papel crucial na qualidade de vida dos indivíduos. Contudo, as desigualdades sociais, econômicas e culturais frequentemente resultam em acesso desigual aos cuidados odontológicos, especialmente em populações vulneráveis.
A palavra vulnerável traz grande debate sobre sua definição e pesquisadores acreditam haver pouco ou nenhum consenso. E apontam que diferentes usos e entendimentos do termo “vulnerável” têm implicações para o enquadramento de questões de pesquisa, a alocação de recursos e a prestação de cuidados de saúde.1,2
A Federação Odontológica Mundial - FDI (2019)3 define essa população como pessoas que correm maior risco de disparidade nos cuidados de saúde devido à sua condição geral ou estado, como ser membro de minorias étnicas, religiosas ou linguísticas, crianças, idosos, socioeconomicamente desfavorecidos, sub-segurados ou aqueles com certas condições médicas. Eles enfrentam barreiras significativas que limitam seu acesso a serviços de saúde bucal adequados, aumentando a prevalência de doenças bucais e comprometendo sua saúde geral.
Essa população acaba não tendo acesso aos serviços tradicionais de prevenção e tratamento, assim sua saúde despenca com prevalência maior de comorbidades que levam à morte prematura - chamado por alguns pesquisadores como “precipício da desigualdade”. Alguns pesquisadores propuseram um novo tipo de assistência médica chamado “saúde de inclusão”, voltado para “corrigir as desigualdades sociais e de saúde entre os mais vulneráveis e marginalizados na comunidade”.4,5
A promoção da saúde bucal é estratégia fundamental para mitigar riscos de agravos que potencializam essas desigualdades. Envolve ações educativas, preventivas e de conscientização que visam não apenas a melhoria da saúde bucal, mas também a capacitação dos indivíduos para que adotem hábitos saudáveis. Diversas iniciativas têm sido implementadas ao redor do mundo, focando em abordagens que consideram as especificidades e necessidades dessas populações.
No entanto, apesar dos esforços, a eficácia das intervenções e programas de promoção de saúde bucal em populações vulneráveis ainda é tema que carece de análise sistemática. A literatura existente aponta para a necessidade de compreender quais estratégias têm sido mais eficazes, quais desafios são enfrentados na implementação dessas iniciativas e como os resultados podem ser otimizados.
Este artigo revisa a literatura existente sobre as iniciativas de promoção da saúde bucal em populações vulneráveis, com o objetivo de investigar a eficácia de diferentes abordagens em pacientes vulneráveis (crianças, idosos institucionalizados, pessoas com deficiências e comunidades de baixa renda), explorar os desafios enfrentados na implementação dessas abordagens e fatores que contribuem para o sucesso ou fracasso desses programas.
MÉTODO
Revisão sistemática da literatura buscando responder a pergunta: “Quais as possíveis estratégias para o atendimento odontológicos dos pacientes em situação de vulnerabilidade?” As bases de dados escolhidas para a busca foram PubMed (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/) e Scielo (https://www.scielo.br/). Foram utilizados os seguintes descritores: “oral health”, “health promotion”, “vulnerable populations” e “interventions”, conforme o DeCS/MeSH (https://decs.bvsalud.org/).
Os resultados foram filtrados com base em critérios de inclusão, que consistiram em: estudos publicados nos últimos 10 anos; pesquisas que abordassem intervenções ou programas de promoção de saúde bucal em populações vulneráveis; e artigos disponíveis em inglês e espanhol. Foram excluídos artigos científicos que não tinham relação com o assunto estudado, documentos técnicos, legislações, manuais, cartas, publicações de anais de congresso, dissertações, teses, comentários, opiniões, correspondências, editoriais e reportagens, artigos em outras línguas, e aqueles não disponíveis para leitura.
Os dados foram extraídos de forma sistematizada, registrando as seguintes informações de cada estudo selecionado: autores e ano de publicação, objetivo do estudo, metodologia empregada, principais resultados e conclusões, e recomendações para a prática de saúde bucal em populações vulneráveis.
RESULTADO
A busca resultou em 32 artigos de acordo com as palavras-chave utilizadas. Destes, foram selecionados 16 após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão. Com a leitura dos artigos na íntegra, os dados foram sintetizados com os seguintes parâmetros: autor principal e principais achados (Tabela).
DISCUSSÃO
A população vulnerável enfrenta barreiras para ter acesso ao atendimento odontológico. Várias são elas como fatores sociais, culturais, econômicos, estruturais e geográficos. Essas barreiras influenciam também na definição de “pessoas vulneráveis”, com opiniões diferentes entre os autores.1,3,5,11 Katz et al. em 20201 exploraram em seu artigo modos em que a definição de vulnerável pode servir para confundir a natureza da saúde pública, e caso aconteça, ajudar a entender as maneiras pelas quais a sociedade está estruturada.
World Dental Federation em 20193 reconhece as diferentes necessidades em países e populações vulneráveis e, também, a diferença em seus sistemas de saúde, e incentivam várias ações como de educação, pesquisa e financeira, no intuito de melhorar o acesso aos cuidados e reduzir a desigualdade em saúde bucal.
Em crianças são observadas desigualdades de lesões cariosas por educação familiar e níveis de renda em população vulnerável. Há limitação em relação ao uso diário de cremes dentais com flúor, visitas regulares ao dentista e fatores relacionados à nutrição e dieta. Martignon et al. em 202414 observaram em seu estudo desigualdades socioeconômicas significativas no número de superfícies dentárias afetadas por lesões cariosas, e relataram que pode ser considerado marcador inicial de vulnerabilidade ao desenvolvimento de lesões mais extensas. Essa descoberta representa desafios em termos de elaboração de políticas públicas e estratégias de melhoria da saúde bucal. World Health Organization em 201915 reconhece as equipes de atenção primária como fundamentais na prevenção e controle da cárie, pois garante a promoção e manutenção da saúde. Pitts et al. em 201916, referem que a Associação Internacional de Odontologia Pediátrica definiu algumas ações preventivas para conscientização como evitar a ingestão de açúcar antes dos dois anos de idade; limitar a ingestão de açúcar após essa idade; escovar os dentes duas vezes ao dia usando 1000 ppm de creme dental fluoretado; e visitar o dentista desde o primeiro ano de vida.
Fernández-Bonet10 pesquisaram em 1980 quem tinha taxa de cárie dentária muito elevada, grande preocupação da população. Para diminuir o impacto, o governo implementou o Programa de Assistência Odontológica Infantil e a fluoretação da água. O programa inicialmente oferecia acompanhamento anual e assistência odontológica para dentes permanentes para escolares de 7 a 15 anos. Dado ao fato que a lesão cariosa se desenvolve de forma gradual, é importante expandir o programa e adotar medidas de conscientização e incentivar as famílias, mudando a abordagem individual para a que prioriza a prevenção e promoção.
A saúde bucal em idosos é de grande importância, pois interfere na fala e ao comer, além também de interferir na aparência e vida social.8 Idosos que vivem em asilos ou com cuidadores em casa apresentam limitações em cuidar da saúde bucal, o que acaba levando à saúde bucal ruim e necessidade de atendimento odontológico.12 Visschere et al. em 20166, consideram pessoas que residem em casa de repouso ou de cuidados domiciliares como vulneráveis, e observaram que a saúde bucal era muito ruim entre eles, o que poderia ter influência da idade, do local onde moravam e da dependência de cuidados. Eles sugeriram o desenvolvimento de ações para novos serviços odontológicos com ênfase na prevenção e promoção de saúde e melhor acesso a cuidados odontológicos. A maior preocupação e desafio a ser enfrentado é identificar os idosos para prevenir que a saúde bucal piore.
Patel et al. em 201912 sugeriram programa de treinamento para os cuidadores em asilos pois observaram, baseado em evidências, que muitas doenças dentárias eram preveníveis; então, seria vital o aconselhamento e intervenções aos idosos e seus cuidadores. Estes reconhecem a necessidade de cuidado bucal desses idosos, porém não tiveram treinamento nem habilidades justificando a falta de cuidados à saúde bucal por restrições no local de trabalho (falta de instrumentos), dificuldades na comunicação, problemas no comportamento dos idosos, falta de tempo e baixa prioridade à saúde bucal.
Watt et al. em 20197 sugeriram duas ações para a população vulnerável. A primeira tinha como objetivo melhorar o acesso e qualidades dos cuidados dentários, priorizando a avaliação das necessidades odontológicas em certas regiões para que fossem atendidas de forma adequada, fornecendo o tratamento e monitoramento necessário e a prevenção para reduzir o risco futuro de doenças. A outra, tinha como objetivo combater as desigualdades na saúde bucal, então falar sobre as políticas progressivas que são necessárias para abordar a desvantagem econômica e ampliar a participação e o acesso à educação.
A discussão sobre o acesso ao atendimento odontológico para populações vulneráveis revela cenário complexo, no qual diversas barreiras sociais, econômicas, culturais e estruturais comprometem a equidade no acesso aos cuidados de saúde bucal. A vulnerabilidade não é conceito único, variando conforme diferentes contextos e abordagens.
Freeman et al. em 20205 definiram a vulnerabilidade como exclusão social, e então falaram sobre como a odontologia poderia estar atuando na inclusão social dessa população. Essa inclusão poderia ser de três formas: 1) com políticas de saúde e assistência social exigindo serviços de saúde bucal além da assistência médica; 2) com pesquisa para identificar a reconfiguração de serviços odontológicos e apoiar o desenvolvimento de soluções inovadoras; e 3) com educação odontológica, que seria o treinamento em níveis de graduação e pós-graduação para formar profissionais qualificados e aumentar a conscientização sobre exclusão social, para reduzir as dificuldades aos serviços odontológicos.
Assim como trazem Macdonald et al. em 20229, a pesquisa e prática de saúde oral em populações vulneráveis não são assuntos novos; porém, o crescimento nessa área incentiva novas pesquisas. Eles relatam também três ações para buscar soluções junto à população vulnerável, a saber; 1) diálogo e saber da população como eles gostariam que elas fossem; 2) inclusão dessa população vulnerável nas ações destinadas a ajudá-los; e 3) integrar discurso sobre determinantes sociais e estruturais, educação e política sobre vulnerabilidade.
CONCLUSÃO
A análise da literatura permitiu identificar iniciativas variadas voltadas à promoção da saúde bucal em populações vulneráveis, evidenciando avanços importantes, mas também desafios persistentes. As estratégias eficazes destacadas incluem ações de promoção e prevenção em nível comunitário, capacitação de cuidadores, programas escolares, políticas públicas de ampliação do acesso, e intervenções estruturais como a fluoretação da água e a disponibilização de insumos básicos. Contudo, persistem desafios significativos, como a escassez de recursos, a baixa prioridade dada à saúde bucal em determinadas políticas públicas, e a necessidade de formação profissional voltada para a atuação em contextos de vulnerabilidade. Dessa forma, a promoção da saúde bucal em populações vulneráveis exige abordagem intersetorial, equitativa e centrada na comunidade, com políticas sustentadas por evidências científicas e orientadas para a inclusão social.
REFERÊNCIAS
-
1 Katz AS, Hardy BJ, Firestone M, Lofters A, Morton-Ninomiya ME. Vagueness, power and public health: use of 'vulnerable' in public health literature. Critical Public Health. 2020;30(5):601-11. https://doi.org/10.1080/09581596.2019.1656800
» https://doi.org/10.1080/09581596.2019.1656800 -
2 Clark B, Preto N. Exploring the concept of vulnerability in health care. CMAJ. 2018;190(11):E308-E309. https://doi.org/10.1503/cmaj.180242
» https://doi.org/10.1503/cmaj.180242 -
3 Fdi World Dental Federation. Access to oral healthcare for vulnerable and underserved populations. Int Dent J. 2020;70(1):15-16. https://doi.org/10.1111/idj.12556
» https://doi.org/10.1111/idj.12556 -
4 Luchenski S, Maguire N, Aldridge RW, Hayward A, Story A, Perri P, et al. What works in inclusion health: overview of effective interventions for marginalised and excluded populations. Lancet. 2018;391(10117):266-80. https://doi.org/10.1016/s0140-6736(17)31959-1
» https://doi.org/10.1016/s0140-6736(17)31959-1 -
5 Freeman R, Doughty J, Macdonald ME, Muirhead V. Inclusion oral health: Advancing a theoretical framework for policy, research and practice. Community Dent Oral Epidemiol. 2020;48(1):1-6. https://doi.org/10.1111/cdoe.12500
» https://doi.org/10.1111/cdoe.12500 -
6 De Visschere L, Janssens B, De Reu G, Duyck J, Vanobbergen J. An oral health survey of vulnerable older people in Belgium. Clin Oral Investig. 2016;20(8):1903-12. https://doi.org/10.1007/s00784-015-1652-8
» https://doi.org/10.1007/s00784-015-1652-8 -
7 Watt RG, Venturelli R, Daly B. Understanding and tackling oral health inequalities in vulnerable adult populations: from the margins to the mainstream. Br Dent J. 2019;227(1):49-54. https://doi.org/10.1038/s41415-019-0472-7
» https://doi.org/10.1038/s41415-019-0472-7 -
8 Velázquez-Cayón RT, Contreras-Madrid AI, Parra-Rojas S, Pérez-Jorge D. Oral Health and Pathologies in Migrants and Vulnerable Population and Their Social Impact: The Good Practices of the Intervention Model of a University Dental Clinic. Int J Environ Res Public Health. 2022;20(1):353. https://doi.org/10.3390/ijerph20010353
» https://doi.org/10.3390/ijerph20010353 -
9 Macdonald ME, Muirhead V, Doughty J, Freeman R. Critically engaging vulnerability: Rethinking oral health with vulnerabilized populations. Community Dent Oral Epidemiol. 2022;50(6):469-75. https://doi.org/10.1111/cdoe.12703
» https://doi.org/10.1111/cdoe.12703 - 10 Fernández-Bonet J. La importancia de la aproximación a los grupos vulnerables en materia de salud bucodental / The importance of approaching vulnerable groups in oral health. Aten. prim. 2023:55:102665.
-
11 Wisner B. Vulnerability as Concept, Model, Metric, and Tool. Nat Hazard Sci. 2016. https://doi.org/10.1093/acrefore/9780199389407.013.25
» https://doi.org/10.1093/acrefore/9780199389407.013.25 -
12 Patel R, Robertson C, Gallagher JE. Collaborating for oral health in support of vulnerable older people: co-production of oral health training in care homes. J Public Health (Oxf). 2019;41(1):164-9. https://doi.org/10.1093/pubmed/fdx162
» https://doi.org/10.1093/pubmed/fdx162 - 13 Mejía R, Ramirez DAG, Garcés CNC, Munoz LFR. Dental health for Popayán´s vulnerable and displaced communities that live in poverty conditions. Rev. cuba. salud pública. 2019:45(3):e1289.
-
14 Martignon S, Guarnizo-Herreño CC, Franco-Cortés, García-Zapata LM, Ochoa-Acosta EM, Restrrepo-Perez LF, et al. Socioeconomic inequalities in early childhood caries: evidence from vulnerable populations in Colombia. Braz. oral. res. 2024:38:e126. https://doi.org/10.1590/1807-3107bor-2024.vol38.0126
» https://doi.org/10.1590/1807-3107bor-2024.vol38.0126 - 15 World Health Organization. WHO Implementation manual. Geneva: World Health Organization; 2019.
-
16 Pitts NB. Early childhood caries: IAPD Bangkok Declaration. Int J Paediatr Dent. 2019:29:384-6. https://doi.org/10.1111/ipd.12490
» https://doi.org/10.1111/ipd.12490
-
Mensagem Central
A promoção da saúde bucal é estratégia fundamental para mitigar riscos de agravos potencializadas pelas desigualdades sociais. Ela deve envolver ações educativas, preventivas e de conscientização que visem não apenas a melhoria da saúde bucal, mas também a capacitação dos indivíduos para que adotem hábitos saudáveis. Diversas iniciativas têm sido implementadas ao redor do mundo, focando em abordagens que consideram as especificidades e necessidades dessas populações.
-
Perspectiva
A análise da literatura permitiu identificar iniciativas variadas voltadas à promoção da saúde bucal em populações vulneráveis, evidenciando avanços importantes, mas também desafios persistentes. As estratégias eficazes destacadas incluem ações de promoção e prevenção em nível comunitário, capacitação de cuidadores, programas escolares, políticas públicas de ampliação do acesso, e intervenções estruturais como a fluoretação da água e a disponibilização de insumos básicos
-
Como citar este artigo
Moreira DM, Curi JP. Saúde bucal em populações vulneráveis: desafios, estratégias e evidências da literatura. BioSCIENCE. 2026;84:e00003. https://doi.org/10.55684/2026.84.pt.e00003
-
Financiamento:
Nenhum
-
Disponibilidade de dados:
Dados disponíveis junto ao autor correspondente, mediante solicitação fundamentada
Editado por
-
Associate Editor:
Mariano Palermo https://orcid.org/0000-0001-7366-3321
Dados disponíveis junto ao autor correspondente, mediante solicitação fundamentada



