Introdução: A pele desempenha papel fundamental como barreira biológica, atuando na proteção do organismo contra agentes físicos, químicos e microbiológicos do meio externo. Nesse contexto, abordagens fundamentadas na engenharia de tecidos têm sido amplamente investigadas, especialmente aquelas que combinam o emprego de células-tronco e biomateriais, como a membrana amniótica.
Objetivo: Esta revisão teve como objetivo analisar criticamente as evidências disponíveis na literatura acerca dos efeitos da aplicação de células-tronco mononucleares derivadas da medula óssea, isoladamente ou em associação à membrana amniótica descelularizada.
Método: Revisão integrativa conduzida com rigor metodológico, reunindo evidências para a prática clínica. Foi realizada nas bases de dados PubMed e Medline, utilizando o operador booleano “AND” para associar descritores relevantes.
Resultado: Foram incluídos 97 artigos que continham relação com os descritores referidos.
Conclusão: Os achados demonstram que as células-tronco mononucleares associadas à membrana amniótica melhoram a cicatrização em fases mais tardias da reparação, podendo gerar menos fibrose, melhor qualidade estética e funcional da cicatriz.
PALAVRAS-CHAVE:
Cicatrização de feridas; Células-tronco mononucleares; Membrana amniótica; Medicina regenerativa

