Papel da imuno-histoquímica no diagnóstico de adenopatias cervicais malignas

Décio de Natale Caly Abrão Rapoport Otávio Alberto Curioni Rogério Aparecido Dedivitis Claudio Roberto Cernea Lenine Garcia Brandão Sobre os autores

As adenopatias cervicais constituem importante condição clínica, devido à grande variedade de diagnósticos diferenciais que englobam. O uso da imuno-histoquímica tornou-se importante método auxiliar na avaliação diagnóstica de lesões linfonodais, tanto primárias como secundárias.

OBJETIVO:

Avaliar o uso da imuno-histoquímica no diagnóstico de malignidade nas biópsias de linfonodos.

MÉTODO:

Estudo retrospectivo, realizado de 2009 a 2011, com base nos resultados anatomopatológicos arquivados de biópsias de linfonodos.

RESULTADOS:

A casuística constituiu-se de 32 casos de biópsias de linfonodos, com uso de imuno-histoquímica em 50% (16) casos, dos quais 68,75% foram de linhagem hematogênica e 31,25%, de carcinomas. O método foi utilizado em todos os casos de linfoma.

CONCLUSÃO:

A imuno-histoquímica foi utilizada em 50% dos casos de biópsias de linfonodos suspeitos de malignidade, sendo em lesões de linhagem epitelial em 31,25% e, para linhagem hematopoiética, em 68,75% dos casos.

carcinoma de células escamosas; doenças linfáticas; imuno-histoquímica; linfoma


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