Mushroom tyrosinase inhibitory activity and major fatty acid constituents of Amazonian native flora oils

Raquel da Silva Teixeira Paula Rafaela Rocha Hudson Caetano Polonini Marcos Antônio Fernandes Brandão Maria das Graças Afonso Miranda Chaves Nádia Rezende Barbosa Raposo Sobre os autores

Com o intuito de se tratar problemas dermatológicos de hiperpigmentação, há uma tendência mundial no desenvolvimento de cosméticos que possuam propriedades despigmentantes, os quais agem inibindo a biossíntese de melanina. O objetivo deste trabalho foi avaliar in vitro a atividade de inibição da tirosinase de cogumelo de cinco óleos de plantas nativas da Amazônia e, desta forma, verificar a possibilidade de sua incorporação em produtos cosméticos. Ainda, a composição de ácidos graxos dos óleos foi determinada por cromatografia gasosa com detecção por ionização de chama, no intuito de determinar os principais componentes destes óleos. A atividade de inibição da tirosinase dos óleos testados foi encontrada na seguinte ordem: açaí (IA50 = 66,08 µg mL-1) > tucumã > patauá > pracaxi > castanha do Brasil. Este estudo sugere que o óleo de açaí possui grande potencial para o tratamento da hiperpigmentação cutânea e doenças correlatas, devido à sua considerável atividade de inibição da tirosinase.

Plantas amazônicas; Plantas amazônicas; Despigmentantes; Tirosinase; Tirosinase; Melanina; Hiperpigmentação cutânea


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