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Ácaros associados ao cafeeiro (Coffea spp.) no estado de São Paulo, Brasil. Parte I. Mesostigmata

Mites associated with coffee plants (Coffea spp.) in the state of São Paulo, Brazil. Part I. Mesostigmata

Resumos

Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento das espécies de ácaros pertencentes à ordem Mesostigmata em Coffea spp. em diferentes localidades do estado de São Paulo. Folhas e ramos de cafeeiros (Coffea spp.) foram coletados em 27 municípios do estado de São Paulo e em diferentes épocas do ano. Todos os ácaros encontrados foram montados em lâminas de microscopia, em meio de Hoyer. A identificação dos ácaros foi feita até o nível específico quando possível. Foram identificadas 39 espécies de ácaros pertencentes às famílias Ameroseiidae, Ascidae, Laelapidae, Macrochelidae, Parasitidae, Phytoseiidae e a um grupo que ainda está sem uma família definida, Africoseius sp.

Acari; café; taxonomia


The objective of this study was to carry out a survey of mite species belonging to the order Mesostigmata on Coffea spp. in different localities of the State of São Paulo. Samples of coffee (Coffea spp.) leaves and branches were collected in 27 municipalities of the State of São Paulo, in different periods of the year. All collected mites were mounted in Hoyer's medium on microscope slides. The identification of mites was at species level when possible. Thirty-nine mite species were identified, belonging to the families Ameroseiidae, Ascidae, Laelapidae, Macrochelidae, Parasitidae, Phytoseiidae and to a group for which the family is still not defined, Africoseius sp.

Acari; coffee; taxonomy


ARTIGOS

Ácaros associados ao cafeeiro (Coffea spp.) no estado de São Paulo, Brasil. Parte I. Mesostigmata

Mites associated with coffee plants (Coffea spp.) in the state of São Paulo, Brazil. Part I. Mesostigmata

Jeferson Luiz de Carvalho MineiroI, 1 1 Autor para correspondência: Jeferson Luiz de Carvalho Mineiro, e-mail: jefmin@hotmail.com ; Adalton RagaI; Mario Eidi SatoI; Antonio Carlos LofegoII

ILaboratório Entomologia Econômica, Instituto Biológico - CEIB, Rod. Heitor Penteado, Km 3, CP 70, CEP 13001-970, Campinas, SP, Brasil

IIDepartamento de Zoologia e Botânica, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Rua Cristóvão Colombo, 2265, CEP 15054-000, São José do Rio Preto, SP, Brasil

RESUMO

Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento das espécies de ácaros pertencentes à ordem Mesostigmata em Coffea spp. em diferentes localidades do estado de São Paulo. Folhas e ramos de cafeeiros (Coffea spp.) foram coletados em 27 municípios do estado de São Paulo e em diferentes épocas do ano. Todos os ácaros encontrados foram montados em lâminas de microscopia, em meio de Hoyer. A identificação dos ácaros foi feita até o nível específico quando possível. Foram identificadas 39 espécies de ácaros pertencentes às famílias Ameroseiidae, Ascidae, Laelapidae, Macrochelidae, Parasitidae, Phytoseiidae e a um grupo que ainda está sem uma família definida, Africoseius sp.

Palavras-chave: Acari, café, taxonomia.

ABSTRACT

The objective of this study was to carry out a survey of mite species belonging to the order Mesostigmata on Coffea spp. in different localities of the State of São Paulo. Samples of coffee (Coffea spp.) leaves and branches were collected in 27 municipalities of the State of São Paulo, in different periods of the year. All collected mites were mounted in Hoyer's medium on microscope slides. The identification of mites was at species level when possible. Thirty-nine mite species were identified, belonging to the families Ameroseiidae, Ascidae, Laelapidae, Macrochelidae, Parasitidae, Phytoseiidae and to a group for which the family is still not defined, Africoseius sp.

Keywords: Acari, coffee, taxonomy.

Introdução

Em contraste com a diversidade de famílias de ácaros predadores da ordem Prostigmata, os ácaros predadores mais comumente encontrados sobre plantas pertencem aos Phytoseiidae (ordem Mesostigmata), família constituída de várias espécies que podem ser usadas como eficientes agentes de controle biológico de grupos importantes de ácaros fitófagos de Tetranychidae, Tenuipalpidae, Tarsonemidae e Eriophyoidea (Gerson et al. 2003). Ácaros Mesostigmata da família Ascidae também apresentam grande diversidade de espécies, sendo suplantados apenas pelos Phytoseiidae. A ocorrência da família sobre plantas é observada principalmente em regiões úmidas do globo terrestre, sendo Lasioseius spp. e Asca spp. os grupos mais freqüentemente encontrados sobre folhas (Moraes & Flechtmann 2008). Espécies destes dois gêneros são comumente encontradas associadas a Eriophyioidea e Tenuipalpidae, podendo atuar no controle natural destes ácaros (Walter et al. 1993), mas estudos visando a utilização de Ascidae no controle de pragas têm sido relativamente poucos (Moraes & Flechtmann 2008).

A diversidade de ácaros que ocorrem em cafeeiros no Brasil ainda é pouco conhecida, porém em trabalhos mais recentes tem evidenciado que é alta, não somente para predadores quanto para pragas e de outros hábitos alimentares pouco conhecidos (Spongoski et al. 2005, Mineiro et al. 2001 e 2006). Algumas espécies de ácaros predadores das famílias Phytoseiidae, Ascidae, Bdellidae, Cunaxidae, Cheyletidae, Raphignathidae e Stigmaeidae são conhecidas em Coffea spp. (Flechtmann 1967b e 1968, Pallini Filho et al. 1992, Mineiro et al. 2001 e 2006, Spongoski et al. 2005).

Este trabalho teve como objetivo realizar um levantamento das espécies de ácaros pertencentes à ordem Mesostigmata em Coffea spp., em diferentes localidades do Estado de São Paulo.

Material e Métodos

O levantamento foi realizado em 27 municípios do Estado de São Paulo, entre 2001 e 2007 (Tabela 1). Neste trabalho também foram incluídas as espécies já relatadas para os municípios de Garça e Jeriquara (Mineiro et al. 2006). O material (folhas e ramos) foi coletado em plantios comerciais e não comercias. As folhas de cafeeiro (Coffea spp.) foram coletadas, acondicionadas em sacos plásticos e transportadas em caixas de poliestireno para o Laboratório de Entomologia Econômica do Instituto Biológico em Campinas, SP (LEE-IB). Para a remoção dos ácaros, as folhas foram mergulhadas em recipientes plásticos contendo uma solução de álcool (70%), onde permaneceram imersas por 10 minutos (Spongoski et al. 2005, Mineiro et al. 2006). Decorrido este prazo, as folhas foram agitadas na solução para que os ácaros se desprendessem e se mantivessem no líquido do recipiente. Em seguida, essa solução foi passada em peneira (malha de 0,038 mm) e o material retido foi transferido para frascos de vidro com álcool 70% para posterior triagem. Todos os ácaros encontrados foram montados em lâminas de microscopia com meio de Hoyer. A identificação dos ácaros foi feita até o nível específico quando possível.

Para os fitoseídeos, utilizou-se o sistema de classificação genérico proposto por Chant & Yoshida-Shaul (1983), Chant & McMurtry (1994) e Moraes et al. (2004) e para os representantes da família Ascidae foi utilizado Lindquist & Evans (1965) e Halliday et al. (1998).

Os números romanos após cada data de coleta indicam o número de exemplares examinados e as letras f, m, pn, dn significam: fêmea, macho, protoninfa e deutoninfa, respectivamente. Uma amostra representativa dos espécimes encontrados está depositada na coleção de referência de ácaros Geraldo Calcagnolo do LEE-IB.

Resultados

Foram identificadas várias espécies de Mesostigmata pertencentes às famílias Ameroseiidae, Ascidae, Laelapidae, Macrochelidae, Parasitidae, Phytoseiidae e um grupo que ainda está sem uma família definida, Africoseius sp.

São apresentadas, a seguir, as famílias, gêneros e espécies de ácaros encontrados nas várias espécies e cultivares de Coffea spp. coletadas em diferentes localidades no Estado de São Paulo.

AMEROSEIIDAE Hughes, 1961

1. Ameroseius sp.

Espécime examinado: Franca, Fazenda da Mata, C. arabica cv. Catuaí Vermelho, 20.ii.2003, 1f.

2. Kleemannia sp.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 19.ii.2003, 5m, 22f; 15.v.2003, 2f; 20.vi.2003, 1f.

ASCIDAE Voigts & Oudemans, 1905

1. Aceodromus convolvuli Muma, 1961

Aceodromus convolvuli Muma, 1961: 282, Lindquist & Chant, 1964: 502.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 16.ii.2002, 1f; 23.xi.2002, 1f; 21.xii.2002, 1f; 18.i.2003, 2f; 31.i.2003, 1f; 16.ii.2003, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Bahia, Ceará e Piauí (Moraes et al. 1993; Rodrigues et al. 1996).

2. Asca sp.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 26.iv.2003, 2f, 2pn; 21.v.2003, 1f, 1m; Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 20.iii.2003, 5f; 17.i.2003, 2f; Franca, Fazenda da Mata, C. arabica cv. Catuaí Vermelho, 20.ii.2003, 2f.

3. Blattisocius tarsalis (Berlese, 1918)

Lasioseius tarsalis Berlese, 1918: 134.

Seiulus muricatus sensu Oudemans not Koch. - Burkhardt, 1920:54.

Sejus muricatus sensu Oudemans not Koch. - Zacher, 1927: 254.

Typhlodromus tineivorus Oudemans, 1929: 34. Sinonímia de acordo com Evans (1958).

Blattisocius triodons Keegan, 1944: 181. - Garman, 1948: 18, Nesbitt, 1951:51. Sinonímia de acordo com Baker & Warton (1952).

Lasioseius similis Schweizer, 1949: 49. Sinonímia de acordo com Evans (1958).

Blattisocius tineivorus - Nesbitt, 1951: 51, Womersley, 1954: 184.

Melichares (Blattisocius) tarsalis - Evans, 1958: 209, Athias-Henriot, 1959: 162, Hughes, 1961: 235, Champ, 1965: 236, Champ, 1966: 206.

Blattisocius tarsalis - Schweizer, 1961: 132, Chant, 1963: 298, Westerboer & Bernhard, 1963: 745, Lindquist & Evans, 1965: 48, McGraw & Farrier, 1969: 59, Treat, 1975: 96, Hughes, 1976: 325, Domrow, 1979: 98, Haines, 1979: 20, Flechtmann, 1986: 69, Karg, 1993: 172, Halliday et al. 1998:19.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 23.xi.2002, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Pernambuco, São Paulo (Reis & Paschoal 1968, Flechtmann 1981, Mineiro & Moraes 2001, Souza et al. 2005).

4. Blatttisocius sp.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 06.ix.2001, 1m; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Mundo Novo, 10.i.2003, 1m.

5. Gamasellodes sp.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 17.xi.2001, 1dn; 16.ii.2002, 1dn; 11.v.2002, 2dn; 07.i.2003, 14dn e 18.i.2003, 1dn; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Icatu Amarelo, 04.v.2002, 1dn.

6. Lasioseius sp.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 04.i.2001, 1m e 14.x.2002, 1f; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. canephora cv. Apoatã, 07.viii.2001, 1f; C. arabica cv. Mundo Novo, 13.ii.2003, 1f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 09.iii.2005, 1f.

7. Leioseius sp.

Espécime examinado: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 25.v.2002, 1dn.

8. Proctolaelaps bickleyi (Bram, 1956)

Garmania bickleyi Bram, 1956: 292.

Proctolaelaps striata Westerboer, 1963: 356. Sinonímia de acordo com Lindquist & Hunter (1965).

Garmania domestica Nesbitt, 1951: 44.

Proctolaelaps bickleyi Chant, 1963: 269, Lindquist & Hunter, 1965:16, McGraw & Farrier, 1969: 72, Karg, 1985: 192, Karg, 1988: 448, Halliday et al., 1998: 31.

Espécimes examinados: Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 10.x.2001, 1f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 05.v.2004, 1f.

Relatos prévios no Brasil: São Paulo (Flechtmann 1976).

9. Proctolaelaps sp.1

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 11.xi.2002, 1m e 15.iii.2003, 1f.

10. Proctolaelaps sp.2

Espécime examinado: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 19.vii.2002, 1f.

LAELAPIDAE Berlese, 1892

1. Androlaelaps sp.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 11.i.2003, 1f; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Mundo Novo, 01.iv.2002, 1f.

2. Pseudoparasitus sp.

Espécime examinado: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 07.xii.2002, 1f.

MACROCHELIDAE Vitzthum, 1930

1. Macrocheles sp.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 12.iv.2002, 1f; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Mundo Novo, 05.ii.2002, 1f e Icatu Amarelo, 03.x.2002, 1f.

PARASITIDAE Oudemans, 1901

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 01.xii.2001, 1dn; 04.ii.2002, 1dn; 07.xii.2002, 1dn; Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 17.i.2003, 1dn.

PHYTOSEIIDAE Berlese, 1913

1. Amblyseiella setosa Muma, 1955

Amblyseiella setosa Muma, 1955: 266, Muma, 1961: 286, Muma & Denmark, 1970: 54, Moraes et al., 2004: 9.

Phytoseiullus setosa (Muma) Garman, 1958: 71.

Typhlodromus (Amblyseius) setosus (Muma) Chant, 1959: 70.

Espécime examinado: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 26.x.2002, 1f.

Relatos prévios no Brasil: São Paulo (Mineiro et al. 2005).

2. Amblyseius aerialis (Muma, 1955)

Amblyseiopsis aerialis Muma, 1955: 264, Garman, 1958: 75

Typhlodromus (Amblyseius) aerialis (Muma) Chant, 1959: 88.

Amblyseius aerialis, Athias-Henriot, 1957: 338, Muma, 1961: 287, De Leon, 1966: 91, Muma & Denmark, 1970: 66, Denmark & Muma, 1973: 249, Moraes et al., 1986:15, Moraes & Mesa, 1988: 71, Denmark & Muma, 1989, 15, Kreiter & Moraes, 1997: 377, Feres & Moraes, 1998: 126, Moraes et al., 1999: 238, Gondim Jr. & Moraes, 2001: 67, Moraes et al., 2004: 13, Feres et al., 2005: 3, Vasconcelos et al., 2006: 92, Buosi et al., 2006: 3.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 12.iv.2002, 1f, 11.v.2002, 1f e 01.xii.2001, 1f; Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Mundo Novo, 15.ii.2002, 2f, 06.iv.2002, 1f, cv. Catuai Amarelo, 18.xii.2002, 1f e 17.iv.2003, 2f; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Catuai Amarelo, 09.viii.2002, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Bahia, Pernambuco e São Paulo (Denmark & Muma 1973, Moraes et al. 1993, Moraes & Oliveira 1982, Feres & Moraes 1998, Barbosa et al. 2003, Vasconcelos et al. 2006, Buosi et al. 2006).

3. Amblyseius chiapensis De Leon, 1961

Amblyseius chiapensis De Leon, 1961: 85, De Leon, 1962: 175, McMurtry, 1983: 250, Moraes & Mesa, 1988: 72, Denmark & Muma, 1989: 94, McMurtry & Moraes, 1989: 185, Gondim Jr. & Moraes, 2001: 67, Ferla & Moraes, 2002: 1013, Moraes et al., 2004: 19, Lofego et al., 2004: 3, Feres et al., 2005: 3, Buosi et al., 2006: 3.

Amblyseius triplaris De Leon, 1967: 25 (Sinonímia de acordo com Denmark & Muma, 1989: 94).

Espécimes examinados: Itupeva, C. arabica, 26.ii.2004, 2f; Maracaí, Sítio Santa Margarida, C. arabica, 31.v.2006, 1f; Cristais Paulista, C. arabica, 21.i.2004, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo (Sato et al. 1994, Moraes et al. 1993, Rodrigues et al. 1996, Santana & Flechtmann 1998, Ferla & Moraes 1998 e 2002, Lorenzato 1987 e 1988, Fenilli & Flechtmann 1990, Denmark & Muma 1973, Gondim Jr. & Moraes 2001, Lofego et al. 2004, Feres et al. 2005, Buosi et al. 2006).

4. Amblyseius compositus Denmark & Muma, 1973

Amblyseius compositus Denmark & Muma, 1973: 240, 1989: 95, Moraes et al., 1986: 11, Gondim Jr. & Moraes, 2001: 67, Moraes et al., 2004: 21, Feres et al., 2005: 3, Vasconcelos et al., 2006: 92.

Espécimes examinados: Atibaia, Sítio Jorge Kurosawa, C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 13.vi.2000, 1f; Piracicaba, ESALQ/USP, C. arabica, 12.viii.2003, 1f; Monte Alegre do Sul, Pólo Regional do Leste Paulista, C. arabica sob mata, 01.xii.2006, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí (Moraes et al. 1993, Rodrigues et al. 1996, Reis et al. 2000, Mineiro et al. 2004, Lofego et al. 2004: 3, Vasconcelos et al. 2006).

5. Amblyseius curiosus (Chant & Baker, 1965)

Iphiseius curiosus Chant & Baker, 1965: 11.

Amblyseius curiosus Muma & Denmark, 1970: 64, Denmark & Muma, 1989: 35, Moraes et al., 2004: 21.

Amblyseius arenus Muma, 1965: 250 (sinonímia de acordo com Muma et al., 1970).

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 04.iv.2001, 1f e 18.iv.2001, 2f.

Relatos prévios no Brasil: São Paulo (Flechtmann 1967a, Mineiro & Moraes 2001).

6. Amblyseius herbicolus (Chant, 1959)

Typhlodromus (Amblyseius) herbicolus Chant, 1959: 84.

Amblyseius herbicolus; Daneshvar & Denmark, 1982: 5, McMurtry & Moraes, 1984: 34, Denmark & Muma, 1989: 59, Zacarias & Moraes, 2001: 580, Ferla & Moraes, 2002: 1013, Moraes et al., 2004: 27, Vasconcelos et al., 2006: 92.

Amblyseius impactus Chaudhri, 1968: 553 (Sinonímia de acordo com Daneshvar & Denmark, 1982: 5).

Amblyseius deleoni Muma & Denmark, 1970: 68 in Muma et al., 1970: 68 (Sinonímia de acordo com Daneshvar & Denmark, 1982: 5).

Espécimes examinados: Atibaia, Sítio Kurosawa, C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 13.vi.2000, 7f; 27.vi.2000, 2f; 11.vii.2000, 1f e 25.vii.2000, 9f; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. canephora cv. Apoatã, 09.x.2001, 1f; Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo, 02.iii.2002, 2f; Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Mundo Novo, 23.ii.2002, 1f e 08.iii.2002, 2f; C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 20.iii.2003, 1f e 17.iv.2003, 3f; Franca, Fazenda da Mata, C. arabica cv. Catuaí Vermelho, 20.ii.2003, 6f; São Paulo, Instituto Biológico, C. arabica, 05.xi.2003, 2f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 23.xii.2004, 1f; Monte Alegre do Sul, Pólo Regional do Leste Paulista, C. arabica, 20.vi.2006, 10f.

Relatos prévios no Brasil: Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Sul (Pallini Filho et al. 1992, Reis et al. 2000, Mineiro & Moraes 2001, Ferla & Moraes 2002, Zacarias & Moraes 2002, Mineiro & Raga 2003, Mineiro et al. 2004, Spongoski et al. 2005, Vasconcelos et al. 2006).

7. Euseius alatus De Leon, 1966

Euseius alatus De Leon, 1966: 87, Denmark & Muma, 1973: 262, Moraes & McMurtry, 1983: 137, Feres & Moraes, 1998: 127, Zacarias & Moraes, 2001: 581, Ferla & Moraes, 2002: 1015, Moraes et al., 2004: 60, Furtado et al., 2005: 134, Vasconcelos et al., 2006: 93.

Euseius paraguayensis Denmark & Muma, 1970: 224 (Sinonímia, de acordo com Moraes & McMurtry, 1983: 137).

Espécimes examinados: Campinas, Instituto Agronômico de Campinas, C. Canephora cv. Guarini, 02.ix.2003, 4f, Coffea liberica var. Piatã, 02.ix.2003, 2f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 12.xi.2004, 4f; 23.xii.2004, 2f; Monte Alegre do Sul, Polo Regional do Leste Paulista, C. arabica do interior de mata, 20.vi.2006, 5f; Socorro, Sítio São Miguel, C. arabica, 25.v.2006, 1f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 05.v.ii.2005, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo (Moraes et al. 1993, Moraes & McMurtry 1983, Pallini Filho et al. 1992, Sato et al. 1994, Rodrigues et al. 1996, Reis et al. 2000, Zacarias & Moraes 2002, Ferla & Moraes 2002, Barbosa et al. 2003, Furtado et al. 2005, Vasconcelos et al. 2006).

8. Euseius citrifolius Denmark & Muma, 1970

Euseius citrifolius Denmark & Muma, 1970: 222, Moraes & McMurtry, 1983: 138, Moraes et al., 1991: 131, Feres & Moraes, 1998: 127, Zacarias & Moraes, 2001: 581, Ferla & Moraes, 2002: 1016, Moraes et al., 2004: Lofego et al., 2004: 4, Bellini et al., 2005: 37, Demite & Feres, 2005: 831, Furtado et al., 2005: 134, Buosi et al., 2006: 4.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 16.v.2001, 3f e 1m; 27.ix.2002, 1f; 07.i.2003, 1f; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Mundo Novo, 07.v.2001, 1f; 07.viii.2001, 1f; 21.ix.2001, 4f; 29.i.2003, 1f; cv. Catuaí Amarelo, 06.xi.2001, 1f; cv. Icatu Vermelho, 09.v.2001, 1f; C. canephora cv. Apoatã, 29.i.2003, 1f; Franca, Sítio Ripa, C. arabica cv. Catuaí Vermelho, 20.ii.2003, 2f; Jaguariúna, Sítio São José, C. arabica, 08.xi.2003, 1f ; Tatuí, Sítio Morro Alto, C. arabica, 08.i.2004, 3f; Itirapuã, Sítio Santo Antônio, C. arabica cv. Mundo Novo, 21.i.2004, 3f; São Paulo, Instituto Biológico, C. arabica, 05.xi.2003, 5f; Cândido Mota, Distrito Frutal do Campo, C. arabica cv. Catuaí Vermelho, 10.iii.2004, 8f; Lutécia, C. arabica cv. Catuaí Vermelho, 10.iii.2004, 4f; Campinas, IAC, Coffea liberica cv. Piatã, 02.ix.2003, 6f, C. Canephora cv. Guarini, 02.ix.2003, 3f; C. canephora cv. Apoatã, 26.x.2005, 8f; Paranapuã, C. canephora cv. Apoatã, 25.iii.2004, 2f; Olímpia, Sítio São Pedro, C. arabica, 07.iv.2004, 1f; Cristais Paulista, C. arabica, 21.i.2004, 1f; Jeriquara, Fazenda Goretti, C. arabica cv. Sarchimor, 28.i.2005, 1f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 30.xii.2004, 1f; 09.iii.2005, 1f; Monte Mor, Faz. Mundo Novo, C. arabica cv. Mundo Novo, 01.ix.2005, 2f; Atibaia, Sítio Kurosawa, C. arabica cv. Mundo Novo, 20.viii.2007, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo (Moraes & McMurty 1983, Moraes et al. 1993, Sato et al. 1994, Gravena et al. 1994, Pallini Filho et al. 1992, Rodrigues et al. 1996, Santana & Flechtmann 1998, Ferla & Moraes 2002, Feres et al. 2003, Gondim Jr. & Moraes 2001, Moraes & McMurtry 1982, Zacarias & Moraes 2001, Zacarias & Moraes 2002, Mineiro & Raga 2003, Mineiro et al. 2004, Lofego et al. 2004, Daud & Feres 2005, Bellini et al. 2005, Spongoski et al. 2005, Demite & Feres 2005, Furtado et al. 2005, Hernandes & Feres 2006, Buosi et al. 2006).

9. Euseius concordis (Chant, 1959)

Typhlodromus (Amblyseius) concordis Chant, 1959: 69.

Amblyseius(Iphiseius) concordis Muma, 1961:288.

Amblyseius concordis Chant & Baker, 1965: 22.

Euseius concordis Denmark & Muma, 1973: 264, Moraes & Oliveira, 1982: 317, Moraes & McMurtry, 1983: 138, Moraes et al., 1986: 39, Feres & Moraes, 1998: 127, Gondim Jr. & Moraes, 2001: 74, Ferla & Moraes, 2002: 1016, Moraes et al., 2004: 64 , Lofego et al., 2004: 5, Feres et al., 2005: 3, Bellini et al., 2005: 37, Furtado et al., 2005: 134, Vasconcelos et al., 2006: 93, Buosi et al., 2006: 4.

Euseius flechtmanni Denmark & Muma, 1970: 223, 1973: 261 (Sinonímia de acordo com Moraes et al., 1982: 18)

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 09.viii.2001, 2f; 24.viii.2001, 1f; 06.x.2001, 3f; 16.ii.2002, 1f; Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Mundo Novo, 06.iv.2002, 1f; cv. Catuaí Amarelo, 15.ii.2002, 1f; 15.v.2003, 1f; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Mundo Novo, 05.iv.2001, 4f; 23.vii.2001, 2f; 30.iv.2003, 1f; C. canephora cv. Apoatã, 09.v.2001, 7f; Assis, Pólo Regional do Médio Paranapanema, C. arabica cv. Obatã, 05.ix.2003, 14f; Gabriel Monteiro, C. arabica cv. Obatã, 05.ix.2003, 1f; Piracicaba, ESALQ/USP, C. canephora, 12.viii.2003, 3f; Jaguariúna, Sítio São José, C. arabica, 08.xi.2003, 3f; Atibaia, C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 24.vii.2003; Olímpia, Sítio São Pedro, C. arabica, 07.iv.2004, 5f; Mococa, Pólo Regional de Mococa, C. arabica var. Tupi, 18.vi.2004, 9f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 13.iv.2004, 1f; Pólo Regional do Leste Paulista, C. arabica, 01.xii.2006, 1f; Campinas, IAC, C. canephora cv. Apoatã, 26.x.2005, 1f; Monte Mor, Faz. Mundo Novo, C. arabica cv. Mundo Novo, 01.ix.2005, 1f; Maracaí, Sítio Santa Margarida, C. arabica, 31.v.2006, 11f; Atibaia, Sítio Kurosawa, C. arabica cv. Mundo Novo, 23.iv.2007, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo (Pallini Filho et al. 1992, Moraes et al. 1993, Sato et al. 1994, Rodrigues et al. 1996, Mineiro & Raga 2003, Mineiro et al. 2004, Lofego et al., 2004, Daud & Feres 2005, Bellini et al. 2005, Furtado et al. 2005, Spongoski et al. 2005, Hernandes & Feres 2006, Vasconcelos et al. 2006, Buosi et al., 2006, Ferla et al. 2007).

10. Iphiseiodes aff metapodalis

Espécimes examinados: Monte Alegre do Sul, Pólo Regional do Leste Paulista, C. arabica do interior de mata, 20.vi.2006, 2f.

11. Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma, 1972

Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma, 1972: 29, Denmark & Muma, 1973: 251, Denmark & Muma, 1975: 287, Moraes et al., 1982: 18, Moraes et al., 1986: 61, Aponte & McMurtry, 1995: 165, Kreiter & Moraes, 1997: 377, Feres & Moraes, 1998: 127, Moraes et al., 1999 (2000): 245, Zacarias & Moraes, 2001: 581, Gondim Jr. & Moraes, 2001: 76, Ferla & Moraes, 2002: 1013, Moraes et al., 2004: 91, Lofego et al., 2004: 7, Feres et al., 2005: 3, Bellini et al., 2005: 37, Vasconcelos et al., 2006: 94, Buosi et al., 2006: 5.

Amblyseius zuluagai; Moraes & Mesa, 1988: 79, Moraes et al., 1991: 125.

Espécimes examinados: Atibaia, Sítio Kurosawa, C. arabica cv. Catuai Amarelo, 13.vi.2000, 7f, 24.vii.2003, 6f; Jeriquara, Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Catuai Amarelo, 20.vi.2003, 9f; Piracicaba, ESALQ/USP, C. canephora, 12.viii.2003, 6f; Jaboticabal, UNESP/FCAV, C. arabica, 18.vii.2003, 14f, 1n, C. arabica, 12.viii.2003, 1f; Tietê, C. arabica cv. Obatã, 07.viii.2003, 10f; São Paulo, Instituto Biológico, 05.xi.2003, C. arabica, 1f; Monte Mor, Faz. Mundo Novo, C. arabica cv. Mundo Novo, 01.ix.2005, 1f; Campinas, CEIB, C. arabica, 27.vii.2005, 4f; Socorro, Sítio São Miguel, C. arabica, 25.v.2006, 8f.

Relatos prévios no Brasil: Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo (Moraes et al. 1986, 1993, Pallini Filho et al. 1992, Sato et al. 1994, Feres & Moraes 1998, Ferla & Moraes 1998, 2002, Reis et al. 2000, Zacarias & Moraes 2002, Barbosa et al. 2003, Mineiro & Raga 2003, Mineiro et al. 2004, Lofego et al. 2004, Bellini et al. 2005, Demite & Feres 2005, Vasconcelos et al. 2006, Buosi et al. 2006).

12. Metaseiulus camelliae (Chant & Yoshida-Shaul, 1983)

Typhlodromus camelliae Chant & Yoshida-Shaul, 1983: 1053, Feres & Moraes 1998: 130, Zacarias & Moraes, 2001: 583, Ferla & Moraes, 2002: 1019.

Metaseiulus camelliae Moraes et al., 2004: 277, Lofego et al., 2004: 13.

Espécimes examinados: Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Icatu Vermelho, 03.vi.2002, 2f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 02.ii.2005, 1f; 23.iii.2005, 1f.

Relatos prévios no Brasil: São Paulo, Rio Grande do Sul (Lorenzato 1988, Lorenzato et al. 1986, Sato et al. 1994, Feres & Moraes 1998, Gondim Jr. & Moraes 2001, Zacarias & Moraes 2002, Ferla & Moraes 1998 e 2002, Mineiro et al. 2004, Lofego et al. 2004, Daud & Feres 2005, Hernandes & Feres 2006).

13. Neoseiulus barkeri Hughes, 1948

Neoseiulus barkeri Hughes, 1948: 141 e 1976: 343, Moraes et al., 2004: 104.

Typhlodromus barkeri, Nesbitt, 1951: 35.

Typhlodromus (Typhlodromus) barkeri, Chant, 1959: 61.

Espécime examinado: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv Mundo Novo, 14.ix.2002, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Pernambuco, Piauí (Moraes et al. 1993).

14. Neoseiulus aff. mumai

Espécime examinado: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv Mundo Novo, 15.v.2002, 1f.

15. Neoseiulus transversus Denmark & Muma, 1973

Neoseiulus transversus Denmark & Muma, 1973: 267, Moraes et al., 2004: 147.

Amblyseius transversus, Moraes & McMurtry, 1983: 135.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 15.v.2002, 1f; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Mundo Novo, 07.viii.2001, 1f, cv. Icatu Amarelo, 10.v.2001, 1f, cv. Catuai Amarelo, 05.ix.2001, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Bahia, Pernambuco, Piauí, São Paulo e Paraíba (Denmark & Muma 1973, Moraes & McMurtry 1983, Ragusa & Athias-Henriot 1983).

16. Phytoseius woodburyi De Leon, 1965

Phytoseius woodburyi De Leon, 1965: 130, Moraes et al., 2004: 257.

Espécimes examinados: Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 05.v.2004, 1f; 26.viii.2005, 1f.

Relatos prévios no Brasil: São Paulo (Gondim Jr. & Moraes 2001).

17. Phytoseiulus macropilis (Banks, 1905)

Laelaps macropilis Banks, 1905: 139.

Hypoaspis macropilis (Banks), Banks, 1915: 85.

Phytoseiulus speyeri Evans, 1952: 398 (Sinonímia de acordo com Kennet, 1958: 477).

Phytoseiulus chanti Ehara, 1966: 135 (Sinonímia de acordo com Denmark & Muma, 1973: 236).

Phytoseiulus macropilis (Banks) Cunlife & Baker, 1953: 23, Garman, 1958: 70, Kennett, 1958: 477-78, Chant, 1959: 109, Schuter & Pritchard, 1963: 279, Chant & Baker, 1965: 13, Muma & Denmark, 1970: 30, Denmark & Muma, 1973: 236, McMurtry, 1983: 259, Denmark & Schicha, 1983: 31, Moraes et al., 1986: 108, Kreiter & Moraes, 1997: 378, Gondim Jr. & Moraes, 2001: 81, Ferla & Moraes, 2002: 1018, Moraes et al., 2004: 167, Vasconcelos et al., 2006: 94.

Espécimes examinados: Jeriquara, Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Catuai Amarelo, 17.iv.2003, 1f; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Mundo Novo, 03.vi.2002, 3f.

Relatos prévios no Brasil: Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo (Ehara 1966, Denmark & Muma 1973, Rowell et al. 1978, Samways 1979, Reis et al. 2000, Mineiro & Moraes 2001, Mineiro & Raga 2003, Furtado et al. 2005, Vasconcelos et al. 2006, Ferla et al. 2007).

18. Proprioseiopsis cannaensis (Muma, 1962)

Amblyseiulus cannaensis Muma, 1962: 4.

Amblyseius cannaensis, Moraes & McMurtry, 1983: 132, Moraes & Mesa, 1988: 77, Moraes et al., 1991: 126.

Proprioseiopsis cannaensis, Muma & Denmark, 1970: 38, Moraes & McMurtry, 1983: 132, Kreiter & Moraes, 1997: 379, Zacarias & Moraes, 2001: 581, Moraes et al., 2004: 172.

Espécimes examinados: Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. canephora cv. Apoatã, 06.iv.2001, 1f; Jeriquara, Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Catuai Amarelo, 15.v.2003, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Bahia, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo (Moraes & McMurtry 1983, Moraes et al. 1993, Zacarias & Moraes 2002, Ferla et al. 2007).

19. Proprioseiopsis dominigos (El-Banhawy, 1984)

Amblyseius dominigos El-Banhawy, 1984: 130, McMurtry & Moraes, 1989: 185, Moraes et al., 1991: 126, Feres & Moraes, 1998:126.

Proprioseiopsis dominigos, Zacarias & Moraes, 2001: 582, Moraes et al., 2004: 174.

Espécimes examinados: Atibaia, Sítio Kurosawa, C. arabica cv. Catuai Amarelo, 25.vii.2000, 3f; Cristais Paulista, C. arabica, 21.i.2004, 1f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 07.vi.2004, 1f; 23.vi.2004, 1f; 29.vii.2004, 3f; 23.xii.2004, 2f; 23.iii.2005, 1f; Itupeva, C. arabica, 26.ii.2004, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo (El-Banhawy 1984, Fellini & Flechtmann 1990, Pallini Filho et al. 1992, Feres & Moraes 1998, Mineiro & Moraes 2001, Gondim Jr. & Moraes 2001, Zacarias & Moraes 2002).

20. Proprioseiopsis neotropicus (Ehara, 1966)

Amblyseius neotropicus Ehara, 1966: 133, Moraes & Mesa, 1988: 79, Moraes et al., 1991: 127.

Proprioseiopsis neotropicus, Moraes et al., 2004: 182, Lofego et al., 2004: 9, Vasconcelos et al., 2006: 95.

Espécimes examinados: Atibaia, Sítio Jorge Kurosawa, C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 13.vi.2000, 1f.

Relatos prévios no Brasil: Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo (Moraes & Mesa 1988, Moraes et al. 1991, Ferla & Moraes 1998 e 2002, Gondim Jr. & Moraes 2001, Zacarias & Moraes 2002, Lofego et al. 2004, Vasconcelos et al. 2006).

21. Proprioseiopsis ovatus (Garman, 1958)

Amblyseiopsis ovatus Garman, 1958: 78.

Amblyseius ovatus, Moraes & McMurtry, 1983: 133, Moraes et al., 1991, 127.

Typhlodromus (Amblyseius) ovatus Chant, 1959: 90.

Proprioseiopsis ovatus, Denmark & Muma, 1973: 237, Moraes et al., 2004: 183, Buosi et al., 2006: 6.

Espécimes examinados: Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Icatu Amarelo, 06.xi.2001, 1f; Jeriquara, Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Catuai Amarelo, 18.xii.2002, 1f.

Relatos prévios no Brasil: São Paulo (Denmark & Muma 1973, Gondim Jr. & Moraes 2001, Buosi et al. 2006).

22. Typhlodromus transvaalensis (Nesbit, 1951)

Kampimodromus transvaalensis Nesbitt, 1951: 55.

Typhlodromus jackmickleyi De Leon, 1958: 75.

Typhlodromus pectinatus Athias-Henriot, 1958, 179.

Neoseiulus transvaalensis (Nesbitt), Muma, 1961: 295.

Clavidromus jackmickleyi (De Leon) Muma, 1961: 296.

Clavidromus transvaalensis Muma & Denmark, 1968: 238, Muma & Denmark, 1970: 128, Denmark & Muma, 1973: 272.

Typhlodromus transvaalensis, Chant, 1955: 498, Ferla & Moraes, 2002: 1020, Moraes et al., 2004: 353, Vasconcelos et al., 2006: 95, Ferla et al., 2007: 3.

Espécimes examinados: Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Mundo Novo, 06.xi.2001, 1f; 15.ii.2002, 1f e 04.iii.2002, 1f; C. arabica cv. Icatu Amarelo, 01.iv.2002, 1f; C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 06.ix.2002, 1f e 04.xii.2002, 1f e 1n; Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 02.iii.2002, 1f, 12.iv.2002, 5f e 21.v.2003, 1f; Fazenda São Francisco, C. arabica cv. Mundo Novo, 15.ii.2002, 1f e 06.iv.2002, 2f; Franca, Fazenda da Mata, C. arabica cv. Catuaí Vermelho, 20.ii.2003, 1f; Lutécia, C. arabica cv. Catuaí Vermelho, 10.iii.2004, 4f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 23.xii.2004, 1f; Cristais Paulista, C. arabica, 21.i.2004, 1f; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 22.xii.2006, 2f.

Relatos prévios no Brasil: Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Sul (Denmark & Muma 1973, Ferla & Moraes 1998 e 2002, Gondim Jr. & Moraes 2001, Mineiro et al. 2004, Vasconcelos et al. 2006, Ferla et al. 2007)

Incertae Sedis

1. Africoseius sp.

Espécimes examinados: Atibaia, Sítio Kurosawa, C. arabica cv. Catuaí Amarelo, 27.vi.2000, 2f e 11.vii.2000, 1f e 1dn; C. arabica cv. Mundo Novo, 23.viii.2007, 1f e 22.ii.2007, 1f; Jeriquara, Fazenda Boa Esperança, C. arabica cv. Mundo Novo, 12.iv.2002, 1f; 16.ii.2003, 1f; 28.ii.2003, 1f; 29.iii.2003, 1f e 26.iv.2003, 2f; Garça, Estação Experimental Alcides Carvalho, C. arabica cv. Mundo Novo, 01.iv.2002, 1f e 03.vii.2002, 1f; Franca, Fazenda da Mata, C. arabica cv. Catuaí Vermelho, 1n, 20.ii.2003; Monte Alegre do Sul, Sítio São José, C. arabica cv. Mundo Novo, 14.i.2005, 1 pn; 02.ii.2005, 1f e 16.iii.2005, 1 dn; Pólo regional do Leste Paulista, C. arabica sob mata, 01.xii.2006, 1dn.

Discussão

Pelo menos quatro das 39 espécies registradas podem ser determinadas como novas, devendo ser descritas oportunamente. Dentre as seis famílias de ácaros encontradas, aquelas que abrigaram as maiores riquezas de espécies foram Phytoseiidae (22) e Ascidae (10). Várias espécies de ácaros da família Ascidae são predadores de vida livre que vivem no solo, plantas e produtos armazenados (Gerson et al. 2003). Entre os Phytoseiidae, a mais importante família de ácaros predadores em plantas, as espécies mais comuns foram E. citrifolius. E. concordis e I. zuluagai, encontrados na maioria dos locais amostrados.

Este é o primeiro inventário de acarofauna realizado em diferentes regiões do Estado de São Paulo, com amostragem de todos os grupos taxonômicos de ácaros plantícolas da ordem Mesostigmata.

Agradecimentos

À FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) pela bolsa de pós-doutorado ao primeiro autor (Processo # 2006/05798-7).

Referências Bibliográficas

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ATHIAS-HENRIOT, C. 1957. Phytoseiidae et Aceosejidae (Acarina: Gamasina) d'Algérie, I Genres Blattisocius Keegan, Iphiseius Berlese, Amblyseius Berlese, Phytoseius Ribaga, Phytoseiulus Evans. Bull. Soc. Hist. Nat. Afr. Nord. 48:319-352.

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Recebido em 29/01/08

Versão reformulada recebida em 10/12/08

Publicado em 12/01/09

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    Autor para correspondência: Jeferson Luiz de Carvalho Mineiro, e-mail:
  • Datas de Publicação

    • Publicação nesta coleção
      06 Jul 2009
    • Data do Fascículo
      Mar 2009

    Histórico

    • Aceito
      12 Jan 2009
    • Revisado
      10 Dez 2008
    • Recebido
      29 Jan 2008
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