APLICAÇÃO DE MÉTODOS CLÁSSICOS DE REGULAÇÃO FLORESTAL EM PEQUENAS PROPRIEDADES COM USO DE RESTRIÇÕES COOPERATIVAS

Rafael Rode Helio Garcia Leite Daniel Henrique Breda Binoti Carlos Antonio Álvares Soares Ribeiro Agostinho Lopes Souza Diogo Nepomuceno Cosenza Carlos Pedro Boechat Sobre os autores

RESUMO

Este estudo teve como objetivo avaliar um processo de regulação cooperativa de produtores florestais, em comparar com o método de regulação clássico e individual das propriedades. Vinte propriedades florestais foram utilizadas 20 propriedades florestais como exemplo para elaboração de três cenários de regulação florestal: 1) regulação individual, 2) regulação em grupo, e 3) regulação cooperativa. O Valor Presente Líquido (VPL) dos cenários foram otimizados a partir de modelos de programação matemática, e comparados com um cenário base, sem regulação florestal. Para a regulação cooperativa proposta, as propriedades tiveram um fator de proporção para distribuição da renda líquida anual, calculado a partir do resultado do cenário base. Comparando os resultados da maximização do VPL dos cenários 1 e 3 com o cenário sem regulação, o custo da regulação individual foi, em média, de 25%, enquanto que para regulação cooperativa foi de 11%, ou seja, redução 14% no custo da regulação das propriedades. A regulação cooperativa apresentou ainda a vantagem de menor divisão das áreas das propriedades quando comparado à regulação individual.

Palavras chave:
Manejo Florestal; Otimização de floresta; Propriedades Rurais; Produtores florestais

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