Trampas do traje

Garments gambits

O fato de que o melhor da poesia latino-americana no século dezessete tivesse se encarnado numa autora, numa época em que as mulheres eram em geral iletradas, já é, por si só, algo que merece reflexão. O fato de que, ao contrário do que dizem vários dos comentaristas de sua obra, ela não se masculinizou, mas que, sim, seus interlocutores foram obrigados a se feminizar para se opor a ela, também parece interessante. O artigo faz uma breve incursão pelo mundo de Sor Juana, na esperança de que ela venha a ser mais conhecida dos leitores brasileiros.

Juana Inês de la Cruz; Travestismos; Poesia Latino-Americana; México


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