MANEJO ALIMENTAR PÓS-DESMAME E PERFORMANCE DE OVELHAS MERINO EM PASTAGENS NATURAIS E ARTIFICIAIS NA ÉPOCA DE ENCARNEIRAMENTO

Gianni Bianchi Juan Burgueño Daniel Fernández Abella Gustavo Garibotto Rosario Cáceres Rómulo Cesar Guillermo Jones Sobre os autores

Na região de solos de Basalto (Salto, Uruguai: 32.5º de latitude sul e 58º de longitude oeste), estudou-se, em um delineamento em blocos casualizados com arranjo fatorial, o efeito de 3 manejos alimentares pos-desmame (MAPD: I : 1,2cm de altura da forragem disponível e 16 ovelhas/ha; II: 2,03cm de altura da forragem disponível e 5 ovelhas/ha; III: 2,5cm de altura da forragem disponível e 1 ovelha/ha) e 2 níveis de alimentacão no período de encarneiramento (NAE: campo natural: 883kg MS verde/ha, PB: 114g/kg MS e FDN: 781g/kg MS; pastagem artificial: 1270kg MS/ha, PB: 194g/kg MS e FDN: 598g/kg MS), no desempenho reprodutivo de 300 ovelhas Merino. O MAPD estendeu-se por 70 dias. O período de encarneiramento foi de 13/4-13/5/96 e os NAE foram aplicados por 30 dias, iniciando-se 15 dias antes do início do período de cobertura. O número de cordeiros nascidos/ovelha cobertas incrementou-se ao aumentar a taxa ovulatória devido ao fato de o maior número de óvulos liberados compensar a menor viabilidade destes. O número de cordeiros nascidos/ovelha coberta foi maior nas ovelhas provenientes do MAPD III (1,18, 1,11 e 0,96, MAPD III, II e I, respectivamente, P = 0,02) e naquelas que foram submetidas às pastagens artificiais durante o período de encarneiramento (1,13 e 1,03, pastagem artificial e natural, respectivamente, P = 0,10). Essas foram as que apresentaram uma tendência de valores superiores em taxa ovulatória.

estado nutricional; período de encarneiramento; reprodução


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