Matrix support in Mental Health: narrative revision of the concepts horizontality and supervision and their practical implications

Luiz Fernando Chazan Sandra Lucia Correia Lima Fortes Kenneth Rochel de Camargo JuniorAbout the authors

Resumo

O Apoio Matricial (AM) é considerado um dos pilares da integração entre os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) e os profissionais de Saúde Mental (SM). À luz de um breve histórico dos processos de reorganização da APS que levaram à criação da proposta de AM e de considerações sobre seus conceitos fundantes, realizou-se uma revisão narrativa dos artigos sobre AM em SM publicados nas bases de dados nacionais de 1998-2017. Procurou-se compreender os sentidos atribuídos aos termos “horizontalidade” e “supervisão”, assim como as descrições de AM. Buscou-se identificar fatores contribuintes para as dificuldades que têm sido descritas nas práticas, partindo-se do pressuposto de que estes conceitos são polissêmicos e podem gerar ambiguidades que operam prejudicando as ações interprofissionais. Dos 106 artigos encontrados, 39 citaram o termo “horizontalidade’ e 29 citaram “supervisão”. Na análise destes textos concluiu-se que, para além da polissemia, os obstáculos têm sua força no modelo ainda hegemônico de formação profissional em Saúde, tradicional, hierárquico e uni-profissional dificultando o desenvolvimento de relações dialógicas que favoreçam a integração das equipes de apoio matricial e da APS e consequente resolubilidade e qualidade assistencial.

Palavras-chave
Apoio Matricial; Saúde Mental; Atenção Primária; Horizontalidade; Supervisão

Abstract

The Matrix Support (MS) is one of the cornerstones of the integration between Primary Health Care (PHC) professionals and Mental Health professionals (MH). A narrative review was conducted on the articles on MS in MH published in national databases from 1998 to 2017, considering a brief history of the PHC reorganization processes that led to the creation of the MS proposal. The aim was to understand the meanings attributed to the terms “horizontality” and “supervision” as well as the descriptions of the “matrix support” itself. We sought to identify factors contributing to the difficulties that have been described in the practices and literature, based on the assumption that these concepts are polysemous and it is possible to generate ambiguities that operate to the detriment of interprofessional practices. Based on the analysis of the selected articles, we were able to conclude that, in addition to polysemy, the obstacles’ force lies in the hegemonic model of professional Health training, as it is traditional, hierarchical and uni-professional, and hinders the development of dialogic relations that favor the integration of the matrix support teams and PHC and consequent resolubility and quality of care.

Key words
Matrix Support; Mental Health; Primary health care; Horizontality; Supervision

Introduction

The integration between mental health and primary health care is considered a priority by the World Health Organization due to the global burden of mental disorders and the gaps that exist in the care provided in this field.

In the international context, “Collaborative Care” or even “Shared Care”11 Oliveira MM, Campos GWS. Apoios matricial e institucional: analisando suas construções. Cien Saude Colet 2015; 20(1):229-238.,22 Chiaverini DH, organizador. Guia prático de matriciamento em Saúde Mental. Brasília: Centro de Estudo e Pesquisa em Saúde Coletiva; 2011. are the names given to a practice that integrates Mental Health professionals and Primary Health Care (PHC) professionals with the goal of guaranteeing integral care that meets the population’s health needs.

In Brazil, in order to understand how these denominations are integrated, we must first briefly recount how PHC was developed in the country, with special attention to the end of the 1980s and beginning of the 1990s, a time marked by the Constituent Assembly that established health as a right to which all citizens are entitled and an obligation for the State, as well as actualizing the demands made by the Brazilian health reform movement regarding the creation of a Unified Health System (SUS, in Portuguese). In 1994, based on the accumulated PHC experiences already underway in the country and in the SUS principles of integrality, universality and equity, the government created the Family Health Program (PSF, in Portuguese), which included a team made up of doctors, nurses and community health agents. Thus, new needs arose, especially those related to professional training, which was considered insufficient for the user-centered care practice required by PHC33 Bonfim IG, Bastos ENE, Góis CWL, Tófoli LF. Apoio matricial em saúde mental na atenção primária à saúde: uma análise da produção científica e documental. Interface (Botucatu) 2013; 17(45):287-300.

4 Mendonça MHM, Martins MIC, Giovanella L, Escorel S. Desafios para gestão do trabalho a partir de experiências exitosas de expansão da Estratégia de Saúde da Família. Cien Saúde Colet 2010; 15 (5):2355-2365.

5 Campos FE, Belisário SA. O Programa de Saúde da Família e os desafios para a formação profissional e a educação continuada. Interface (Botucatu) 2001; 5(9):133-142.
-66 Hirdes A. A perspectiva dos profissionais da Atenção Primária à Saúde sobre o apoio matricial em saúde mental. Cien Saúde Colet 2015; 20(2):371-382..

In the Mental Health field, in 1997, Adib Jatene and Davi Capistrano proposed creating the Qualis/PSF Project, which consisted of Mental Health teams with the goal of effecting change in the care and administrative structure of health services, offering technical support to Family Health Teams77 Lancetti A, organizador. Saúde Loucura, 7.Saúde mental e saúde da família. 2ª ed. São Paulo: Hucitec; 2001.. This project is considered an embryo of subsequent proposals in the field88 Bastos S, Soares MA. Estudo diagnóstico da atuação das equipes de apoio matricial em Saúde Mental no Programa Saúde da Família na região sudeste da cidade de São Paulo. BIS Bol Inst Saúde 2008; 45:13-16..

In 1999, Gastão Wagner de Sousa Campos, seeking to make the country’s actual organizational health arrangement adequate, coined the term “specialized matrix support”99 Campos GWS. Equipes de referência e apoio especializado matricial: um ensaio sobre a reorganização do trabalho em saúde. Cien Saude Colet 1999; 4(2):393-403., now known as “Matrix Support”1010 Campos GWS. Saúde Paidéia. São Paulo: Hucitec; 2003. (MS), which was then included in the official recommendations1111 Brasil. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio a Saúde da Família. Brasília: MS; 2009.,1212 Brasil. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Brasília: MS; 2014. for the Family Health Support Groups (NASF, in Portuguese) in their work with the Family Health Teams (ESF, in Portuguese).

MS is a guideline for the inclusion of Mental Health actions within PHC in the text of the Health Ministry’s “Mental Health and Primary Care – The necessary link and dialogue”1313 Brasil. Ministério da Saúde (MS). Saúde mental e atenção básica: o vínculo e o diálogo necessários. Brasília: MS; 2003., published in 2003. However it was only in 2008, with the creation of the Family Health Support Groups1414 Brasil. Ministério da Saúde (MS). Portaria nº 154, de 24 de janeiro de 2008. Cria os Núcleos de Apoio à Saúde da Família - NASF. Diário Oficial da União; 2008., that MS became an effective practice in the Family Health Units, which began to include professionals from several health fields, varying their composition according to regional characteristics, depending on municipal administration, with the exception of Mental Health professionals, who are mandatory NASF participants.

The NASF guidelines1111 Brasil. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio a Saúde da Família. Brasília: MS; 2009. highlight the importance of the integrated work between Mental Health and Family Health professionals, since this intensifies care within an integral health perspective. NASF is, therefore, the main mental health care device within primary health care1515 Fittipaldi ALM, Romano VF, Barros DC. Nas entrelinhas do olhar: Apoio Matricial e os profissionais da Estratégia Saúde da Família. Saúde Debate 2015; 39(104):76-87., which shows the importance of MS-based work, since that is NASF’s main tool.

MS’s goal is co-responsibility in health care among the multi-professional PHC teams and specialist support professionals, so that relationships are horizontal and the exchange of knowledge is not hierarchical1616 Castro CP, Campos GWS. Apoio Matricial como articulador das relações interprofissionais entre serviços especializados e atenção primária à saúde. Physis 2016; 26(2):455-481.,1717 Klein AP, d'Oliveira AFPL. O "cabo de força" da assistência: concepção e prática de psicólogos sobre o Apoio Matricial no Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Cad Saúde Pública 2017; 33(1):e00158815..

Among the actions established by Matrix Support within PHC are technical-pedagogical consulting, joint care and specific health care actions, which must be decided in dialogue with the reference team. Individual, temporally limited care is also possible1818 Tófoli LF, Fortes S. Apoio matricial de saúde mental na atenção primária no município de Sobral-CE: o relato de experiência. SANARE 2007; 6(2):34-42., maintaining co-responsibility between PHC and MS. The conception of MS recognizes that no isolated professional can guarantee integral health care1919 Costa FRM, Lima VV, Silva RF, Fioroni LN. Desafios do apoio matricial como prática educacional: a saúde mental na atenção básica. Interface (Botucatu) 2015; 19(54):491-502..

The concept of MS is composed of two dimensions that integrate actors (support) and service organization (matrix). The term “support” presupposes relationships between subjects, dialogue, interdisciplinarity and horizontal relationships, while “matrix” presupposes the organization of an integral care network, based on dialogue and with the goal of providing long-term care. MS is an organizational arrangement and a form of inter-professional work99 Campos GWS. Equipes de referência e apoio especializado matricial: um ensaio sobre a reorganização do trabalho em saúde. Cien Saude Colet 1999; 4(2):393-403.,2020 Campos GWS. Um método para análise e co-gestão de coletivos. São Paulo; Hucitec; 2000..

Based on this, would it be possible to identify what is indispensable when conceiving a good MS practice? Its essence? Based on Campos99 Campos GWS. Equipes de referência e apoio especializado matricial: um ensaio sobre a reorganização do trabalho em saúde. Cien Saude Colet 1999; 4(2):393-403.,2121 Campos GWS. O anti-Taylor: sobre a invenção de um método para co-governar instituições de saúde produzindo liberdade e compromisso. Cad Saúde Pública 1998; 14(4):863-870. and Campos and Domitti2222 Campos GWS, Domitti AC. Apoio Matricial e Equipe de Referência: uma metodologia para gestão do trabalho interdisciplinar em saúde. Cad Saude Publica 2007; 23(2):399-408. and on the Primary Health Care Reports1111 Brasil. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio a Saúde da Família. Brasília: MS; 2009.,1212 Brasil. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Brasília: MS; 2014.,2323 Brasil. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental. Brasília: MS; 2013., matrix support can promote the redistribution of power through a horizontal and collegial administration.

This matrix system, which combines reference (more polyvalent work) with horizontal offer (more specific, specialized work), enables the valuing of all health professions, both conserving the identities of each and pushing them to overcome a very bureaucratic posture, typical of traditional service organization99 Campos GWS. Equipes de referência e apoio especializado matricial: um ensaio sobre a reorganização do trabalho em saúde. Cien Saude Colet 1999; 4(2):393-403.(p.398).

In this manner, inter-professional relationships would tend toward dialogue, the basis of a democratic practice. Thus, reference and matrix support teams, in partnership with patients, could attain a comprehensive clinical approach2424 Cunha GT. A construção da clínica ampliada na atenção básica. São Paulo: Editora Hucitec; 2005., centered on subjects and their needs. Through practices based on this approach, the development of efficacious and effective communication enables the enhancement of permanent education, with benefits for co-responsibility, prevention and integrality of care over time.

MS teams have their raison d’être in the relationship with PHC professionals and their tasks and, thus, can reinforce the role of horizontality in relationships as a crucial element.

Despite the cited bibliography, difficulties in MS practices have been described, as mentioned by Costa et al.1919 Costa FRM, Lima VV, Silva RF, Fioroni LN. Desafios do apoio matricial como prática educacional: a saúde mental na atenção básica. Interface (Botucatu) 2015; 19(54):491-502.:

The analysis of how knowledge circulates between specialists and reference teams in the testimonies allowed us to conclude that there is a distance between intention and action in the different forms of conducting matrix support. In the examples of matrix support reported here, it was possible to notice a strong presence of liberal or traditional principles, as knowledge transmission was seen as the way in which people acquire knowledge. To some professionals, the recognition of the need to work in a dialogic way emerged as tension and desire, which revealed the lack of pedagogical tools so that they can act differently from the practice that was shown1919 Costa FRM, Lima VV, Silva RF, Fioroni LN. Desafios do apoio matricial como prática educacional: a saúde mental na atenção básica. Interface (Botucatu) 2015; 19(54):491-502.(p.498).

Given these difficulties, the Practical Matrix Guide22 Chiaverini DH, organizador. Guia prático de matriciamento em Saúde Mental. Brasília: Centro de Estudo e Pesquisa em Saúde Coletiva; 2011. states that MS is not:

  • specialist referrals

  • individual care provided by a mental health professional

  • collective psychosocial interventions carried out only by the mental health professional

The Guide22 Chiaverini DH, organizador. Guia prático de matriciamento em Saúde Mental. Brasília: Centro de Estudo e Pesquisa em Saúde Coletiva; 2011. states that:

The matrix must supply the specialized rearguard of care, as well as technical-pedagogical support, an interpersonal bond and institutional support to the process of collectively constructing therapeutic projects alongside the population. Thus, it is also different from supervision, since the matrix provider can also participate actively in the therapeutic project22 Chiaverini DH, organizador. Guia prático de matriciamento em Saúde Mental. Brasília: Centro de Estudo e Pesquisa em Saúde Coletiva; 2011.(p.14-15).

It is therefore relevant to reflect on possible elements that contribute to practices failing to meet these proposals. Included in this category are polysemic concepts that may not be understood within practicing professionals’ biases.

Thus, this article seeks to analyze the concept of horizontality presented in the literature on Matrix Support in Mental Health, understood as the field of care provided to individuals with psychic suffering, whether or not they have a mental disorder22 Chiaverini DH, organizador. Guia prático de matriciamento em Saúde Mental. Brasília: Centro de Estudo e Pesquisa em Saúde Coletiva; 2011.. As secondary objectives, we propose an analysis of the uses of the term Supervision in light of the different meanings used in the field’s main articles99 Campos GWS. Equipes de referência e apoio especializado matricial: um ensaio sobre a reorganização do trabalho em saúde. Cien Saude Colet 1999; 4(2):393-403.,1010 Campos GWS. Saúde Paidéia. São Paulo: Hucitec; 2003.,2020 Campos GWS. Um método para análise e co-gestão de coletivos. São Paulo; Hucitec; 2000.

21 Campos GWS. O anti-Taylor: sobre a invenção de um método para co-governar instituições de saúde produzindo liberdade e compromisso. Cad Saúde Pública 1998; 14(4):863-870.
-2222 Campos GWS, Domitti AC. Apoio Matricial e Equipe de Referência: uma metodologia para gestão do trabalho interdisciplinar em saúde. Cad Saude Publica 2007; 23(2):399-408. and how the concept of Matrix Support is cited.

Methods

This is a narrative or traditional review, understood as a qualitative methodology that provides a basis for validating premises and understanding studies, stimulating reflection and controversies2525 Green BN, Johnson CD, Adams A. Writing narrative literature reviews for peer-reviewed journals: secrets of the trade. Alan Adams. Sports Chiropr Rehabil 2001; 15(1):5-16.. Rother2626 Rother ET. Revisão sistemática X revisão narrativa. Acta Paul Enferm 2007; 20(2):V-VI. clarifies that these reviews are “appropriate for describing the development or “state of the art” of a given subject, form the theoretical or contextual point of view”. This type of review criticizes and summarizes conclusions about the topic at hand, using relevant studies and knowledge of the subject. The narrative review does not necessarily require that the criteria used in the material selection process be made explicit, which does not mean that researchers have not established any rules. It is useful for summarizing and synthesizing a specific area, and it also has a role in continuous education. It is essentially qualitative55 Campos FE, Belisário SA. O Programa de Saúde da Família e os desafios para a formação profissional e a educação continuada. Interface (Botucatu) 2001; 5(9):133-142.,2727 Cronin P, Ryan F, Coughlan M. Undertaking a literature review: a step-by-step approach. Br J Nurs 2008; 17(1):38-43.. The search was carried out in the Virtual Health Library (BVS, in Portuguese) databases for articles published between 1998 and 2017. We carried out a two-stage selection process: first, we used the search terms “matrix support” or “matriciamento” (“matricing”) and “mental health”, in Portuguese. We searched exclusively for Brazilian articles, since Matrix Support, as proposed by Gastão Wagner de Sousa Campos, was created within the Brazilian context. The second stage consisted of a search using the terms “horizontality” and/or “supervision”, again in Portuguese, in order to filter the already-selected articles. Those that did not include either term were excluded. We only included full texts. Duplicate articles were considered as a unit. All articles were investigated in search of definitions for the concepts of Horizontality, Supervision and Matrix Support.

Results and Discussion

We found 106 articles about Mental Health published between 1998 and 2017 that included the term Matrix Support and/or “matriciamento”. After excluding the articles that did not mention the terms Horizontality and/or Supervision, we were left with 83, listed in Chart 1.

Chart 1
Selected articles.

On Matrix Support

We observed no differences in the use of Matrix Support or Matriciamento. The terms are used indistinctly and even explicitly as synonyms2828 Barros JO, Gonçalves RMA, Kaltner RP, Lancman S. Estratégia do apoio matricial: a experiência de duas equipes do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) da cidade de São Paulo, Brasil. Cien Saúde Colet 2015; 20(9):2847-2856..

We are not interested in discussing the concepts based on the assumption of a universal truth, but rather of taking the dialogic MS/ESF proposal as the defining parameter for what constitutes its success. When the term matriciamento is used, does that simplify the original proposal? Based on the texts we have analyzed, the terms “support” and “matrix” are complementary operators of the proposal2222 Campos GWS, Domitti AC. Apoio Matricial e Equipe de Referência: uma metodologia para gestão do trabalho interdisciplinar em saúde. Cad Saude Publica 2007; 23(2):399-408..

It is clear that the concepts’ openness to different interpretations, given the polysemy that characterizes them, is one of the obstacles cited by Campos2222 Campos GWS, Domitti AC. Apoio Matricial e Equipe de Referência: uma metodologia para gestão do trabalho interdisciplinar em saúde. Cad Saude Publica 2007; 23(2):399-408.. Still based on the materials we selected, we can identify that the concepts translate a “modus operandi” and, between the lines, give rise to diverse interpretations, no less determining of practices.

The care not to fetishize2929 Merhy EE. Engravidando palavras: o caso da integralidade. In: Pinheiro R.; Mattos RA, organizadores. Construção social da demanda: direito à saúde, trabalho em equipe, participação e espaços públicos. Rio de Janeiro: UERJ-IMS; 2005. p. 195-206. words is crucial, as if it were possible to separate the senses and meanings from the subjects who think them.

The crucial concepts for practice constitute a network that supports the work dynamic. An ill-defined or misunderstood concept may amplify the network’s fragility, which may be prevented through dialogue, since it is through dialogue that change is possible, broadening views concerning new senses and meanings.

Despite the fact that the concept of Matrix Support is commonly used and that it is part of proposals that seek to integrate mental health care into PHC, there are open questions that contribute to reflecting on the success, or lack thereof, of the process of providing quality care and permanent education.

The first question concerns subjects’ very comprehension of the proposal. As Fittipaldi et al.1515 Fittipaldi ALM, Romano VF, Barros DC. Nas entrelinhas do olhar: Apoio Matricial e os profissionais da Estratégia Saúde da Família. Saúde Debate 2015; 39(104):76-87. state, MS became public policy without there being professionals who were qualified for the innovative character of this work methodology. Castro and Campos1616 Castro CP, Campos GWS. Apoio Matricial como articulador das relações interprofissionais entre serviços especializados e atenção primária à saúde. Physis 2016; 26(2):455-481. reinforce this perception, observing that resistances to the project are a result of most professionals’ lack of knowledge regarding MS and, when they are aware of its existence, their difficulties in understanding and applying the method. We can assume that if there is little clarity in the MS proposal, professionals will tend to work within the model with which they are familiarized, which, in the case of Mental Health, is supervision. Thus, a conceptual confusion is reinforced, since Matrix Support refers to an organizational arrangement in which two teams mutually and horizontally support one another in order to bring to PHC the expected, resolutive quality.

The understandings of MS we found are heterogeneous, which results in a generic use of the expression, which may be attributed to any practice carried out by the professionals responsible for it. Some studies even suggest that workers do not clearly understand what MS means88 Bastos S, Soares MA. Estudo diagnóstico da atuação das equipes de apoio matricial em Saúde Mental no Programa Saúde da Família na região sudeste da cidade de São Paulo. BIS Bol Inst Saúde 2008; 45:13-16.,3030 Penido CMF, Alves M, Sena RR, Freitas MIF. Apoio matricial como tecnologia em saúde. Saúde Debate 2010; 34(86):467-474..

On horizontality

It is noteworthy that, of the 106 articles we found, 51 do not mention horizontality, despite its structuring role in MS proposals.

By reading the selected articles that address horizontality, we may classify it, based on the meaning attributed to it, into 6 categories, as shown in Chart 2.

Chart 2
Article distribution according to analytical categories.

Reflections regarding the meaning of the term are crucial to its applicability. Some contributions made in the context of the 1st National Mental Health Conference discuss the importance of horizontality in professionals’ work relationships, as something crucial to the construction of a non-verticalized bond between health system professionals and users3131 Costa-Rosa A, Luzio CA, Yasui S. As Conferências Nacionais de Saúde Mental e as premissas do modo psicossocial. Saúde Debate 2001; 25(58):12-25..

Horizontality may be defined as a relationship between subjects, in which knowledge, in and of itself, does not define hierarchies and is, therefore, a condition for dialogue. Therefore, dialogue can be understood as an existential need that brings together reflection and action, overcomes simple exchanges or the deposit of ideas into the other3232 Freire P. Pedagogia do Oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra; 1987.. Thus, MS’s inter- and transdisciplinary proposal is supported by horizontality, dialogue and the understanding that different forms knowledge do not establish hierarchies, but rather complementarities.

In the service power play, verticality and horizontality compete. Verticality is constructed within the power of one’s knowledge over another’s, while horizontality acts upon the distribution of power that has its peak in co-participation, modifying and constructing realities3333 Severo AK, Dimenstein M. Processos de trabalho e gestão na estratégia de atenção psicossocial. Psicol Soc 2011; 23(2):340-349..

Horizontality enables us to reduce the hierarchical teacher-student model and to stimulate collaborative work in which one “knowledge” is not worth more than another, especially if isolated in itself. A simple example is that of the relationship between health professionals and patients, in which two types of “knowledge” are opposed, that of the professional (technical, formal knowledge) and that of the patient (knowledge of one’s self and one’s circumstances), which must interact in order to create bonds and trust. Both must assume that neither type of knowledge is enough in itself and only through a mutual, integrative recognition is it possible to move towards an outcome in the direction of health. As Barreto3434 Barreto A. Terapia comunitária: um valor estratégico para a gestão da saúde da comunidade [arquivo de áudio na Internet]. [acessado 2016 Out 02]. Disponível em http://www5.ensp.fiocruz.br/biblioteca/home/exibedetalhesBiblioteca.cfm?ID=4900&Tipo=B
http://www5.ensp.fiocruz.br/biblioteca/h...
tells us: “there is no type of knowledge that is superior to another, but a knowledge to be shared. We are all apprentices”.

We may, therefore, understand that horizontality contributes to the constitution of good work relations that generate dialogic models, and that this experience reverberates in the ESF/Patient/Family relationship.

This trilateral horizontality99 Campos GWS. Equipes de referência e apoio especializado matricial: um ensaio sobre a reorganização do trabalho em saúde. Cien Saude Colet 1999; 4(2):393-403., consisting of Family Health and MS professionals and users, is especially important, because the success of the MS proposal is located not only in the realm of professional relationships, but also in users’ relationship with the service, of which a – also trilateral – co-responsibility is expected .

Partnership, collaboration and reciprocity are fluid where horizontality is present. There is no expectation of uniformity, but rather of differences, which are both respected and valued, among persons, degrees and types of knowledge, with no submission to a pre-established hierarchy3535 Keim EJ. Princípios Essenciais na Obra Freiriana e a Educação Inter-étinica da Emancipação e Humanização. In: IX Anped Sul 2012, 2012, Caxias do Sul. IX Anped Sul 2012 Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul. Caxias do Sul: Universidade de Caxias do Sul; 2012..

The view of specialists as people who already know and who have the answers to the anguishes found in clinical practice reinforces the mythification of knowledge, vertical relationships and a focus on a pathology that “exists” independently of the subject. In this context, it becomes difficult to carry out joint consultations, a cornerstone of MS, since without horizontality, this is reduced to a mere consultation with the specialist1515 Fittipaldi ALM, Romano VF, Barros DC. Nas entrelinhas do olhar: Apoio Matricial e os profissionais da Estratégia Saúde da Família. Saúde Debate 2015; 39(104):76-87.,1616 Castro CP, Campos GWS. Apoio Matricial como articulador das relações interprofissionais entre serviços especializados e atenção primária à saúde. Physis 2016; 26(2):455-481.,1818 Tófoli LF, Fortes S. Apoio matricial de saúde mental na atenção primária no município de Sobral-CE: o relato de experiência. SANARE 2007; 6(2):34-42.,3636 Athié K, Fortes S, Delgado PG. Matriciamento em saúde mental na Atenção Primária: uma revisão crítica (2000-2010). Rev Bras Med Fam Com 2013; 8(26):64-74.

37 Cela M, Oliveira IF. O psicólogo no Núcleo de Apoio à saúde da Família: articulação de saberes e ações. Estudos Psicol (Natal) 2015; 20(1):31-39.
-3838 Fortes S, Menezes A, Athié K, Chazan LF, Rocha H, Thiesen J, Ragoni C, Pithon T, Machado A. Psiquiatria no século XXI: transformações a partir da integração com a Atenção Primária pelo matriciamento. Physis 2014; 24(4):1079-1102. and, thus, one loses the sharing of competencies, the production of knowledge and the efficacy of communication between participants66 Hirdes A. A perspectiva dos profissionais da Atenção Primária à Saúde sobre o apoio matricial em saúde mental. Cien Saúde Colet 2015; 20(2):371-382..

The texts therefore highlight that horizontal relationships have an affinity for equity, while vertical relationships have an affinity for hierarchy, confirming the belief that the traditional model “tends to perpetuate a power relationship through the disposition of instituted places of knowing and not knowing”3939 Triandis HC, Gelfand MJ. Converging measurement of horizontal and vertical individualism and collectivism. J Pers Soc Psychol 1998; 74(1):118-128..

Vertical relational structures are reinforced by the hegemonic culture, which makes the nuclear professional knowledge private, resulting in exclusions of responsibility among professionals, stiffening knowledge borders and stimulating market reserve77 Lancetti A, organizador. Saúde Loucura, 7.Saúde mental e saúde da família. 2ª ed. São Paulo: Hucitec; 2001..

Another issue that merits reflection is the distance between what is defended as MS and what that actually produces in practice. In some settings, professionals do believe in the proposed model, however, in the everyday reality of services, they do not apply it, reinforcing the idea that theory is necessary, but not sufficient, for praxis1717 Klein AP, d'Oliveira AFPL. O "cabo de força" da assistência: concepção e prática de psicólogos sobre o Apoio Matricial no Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Cad Saúde Pública 2017; 33(1):e00158815..

Additionally, there are issues regarding professionals’ academic training, which, generally speaking, is not articulated with SUS principles and is insufficient for working as matrix supporters1616 Castro CP, Campos GWS. Apoio Matricial como articulador das relações interprofissionais entre serviços especializados e atenção primária à saúde. Physis 2016; 26(2):455-481..

On supervision

The 29 selected articles that discuss the concept of supervision offer different understandings, of which we highlight:

  1. 1) As a common MS practice, mostly within a vertical relationship1717 Klein AP, d'Oliveira AFPL. O "cabo de força" da assistência: concepção e prática de psicólogos sobre o Apoio Matricial no Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Cad Saúde Pública 2017; 33(1):e00158815.,3131 Costa-Rosa A, Luzio CA, Yasui S. As Conferências Nacionais de Saúde Mental e as premissas do modo psicossocial. Saúde Debate 2001; 25(58):12-25.,4040 Dimenstein M, Severo AK, Brito M, Pimenta AL, Medeiros V, Bezerra E. O apoio matricial em Unidades de Saúde da Família: experimentando inovações em saúde mental. Saude Soc 2009; 18(1):63-74.,4141 Iglesias A, Avellar LZ. As Contribuições dos Psicólogos para o Matriciamento em Saúde Mental. Psicol Cien Prof 2016; 36(2):364-379.. Thus, we may infer that when Mental Health professionals set out to supervise PHC professionals without a proposal of horizontal relationships, there is a tendency to “guide” the PHC professionals, which does not corroborate the MS proposal.

In this conception, the Latin etymology of the word is present, in which “super” means “over” and vision comes from “visio”, vision, that is, vision over something or someone.

The practice of supervision is traditional in Mental Health, however, in this specific case, what is at stake is not a more experienced professional with less experienced Mental Health professionals but, rather, Mental Health professionals providing matrix support alongside PHC professionals. Mental Health “expertise” should not repeat the supervision model, since the goal in the matrix supporter/PHC professional relationship is not to transform the latter into a Mental Health specialist, but rather to collaborate so that they are able to deal with the vicissitudes of this field within their own “expertise”.

  1. 2) As clinical-institutional supervision of the MS team itself, frequently associated with a Psychosocial Care Center (CAPS, in Portuguese).

  2. 3) As technical matrix supervision, a term that presupposes an implied horizontality in mental health practices.

We found two other expressions in different articles, “specialized matrix supervision”99 Campos GWS. Equipes de referência e apoio especializado matricial: um ensaio sobre a reorganização do trabalho em saúde. Cien Saude Colet 1999; 4(2):393-403.,2121 Campos GWS. O anti-Taylor: sobre a invenção de um método para co-governar instituições de saúde produzindo liberdade e compromisso. Cad Saúde Pública 1998; 14(4):863-870. and “technical matrix supervision”4242 Cunha GT, Campos GWS. Apoio Matricial e Atenção Primária em Saúde. Saude Soc 2011; 20(4):961-970., both used with the same meaning, that is, seeking to broaden the process of critical reflection and permanent education and, therefore, compatible with horizontality. One study takes this issue further, defending a dialectic interaction between an external, ontological knowledge and an internal, praxis-related knowledge4343 Campos GWS. Um Método de Análise e Co-gestão de coletivos. A constituição do sujeito, a produção de valor de uso e a democracia em instituições: O Método da Roda. São Paulo: Hucitec; 2000, that is, between types of knowledge that constitute personal and professional development and those that emerge from everyday service practices. In this sense, the authors understand that, by accumulating these competencies, one can work from the perspective of a “matrix supervision” which, in turn, can avoid the authoritarian, vertical character inherent to the traditional idea of supervision. On the other hand, we may point out the difficulty involved with this possibility, since it demands knowledge and reflection about subjects, their relationships and the environment in which their praxis is inserted. We may, therefore, assume, based on the bibliography we analyzed, that, within the MS perspective, the meanings attributed to the concept of supervision were broadened.

Another perception we found in the selected articles relates to psychologists’ understanding of MS. These professionals viewed MS as case discussions and supervision, and saw themselves as having the job of “capacity-building” and “guiding” professionals who were not trained in Psychology4141 Iglesias A, Avellar LZ. As Contribuições dos Psicólogos para o Matriciamento em Saúde Mental. Psicol Cien Prof 2016; 36(2):364-379.. This perspective reproduced the vertical model between those who have knowledge and those who need to acquire it1717 Klein AP, d'Oliveira AFPL. O "cabo de força" da assistência: concepção e prática de psicólogos sobre o Apoio Matricial no Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Cad Saúde Pública 2017; 33(1):e00158815..

The term Supervision therefore reinforces existing practices carried out by professionals who were trained in traditional pedagogical conceptions, in which the hierarchical teacher-student model reigns, translating the “banking” approach to the teaching-learning process, in which students are viewed as passive recipients of deposited knowledge3232 Freire P. Pedagogia do Oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra; 1987..

The literature we analyzed shows an inconsistency in practices with disastrous experiences, which may be exemplified by an account6161 Casanova AO, Teixeira MB, Montenegro E. O apoio institucional como pilar na cogestão da atenção primária à saúde: a experiência do Programa TEIAS - Escola Manguinhos no Rio de Janeiro, Brasil. Cien Saude Colet 2014; 19(11):4417-4426. in which a Family Health team, when seeking to collaborate with an Alcohol and Drugs CAPS, obtained nothing more than a master class and generic guidance regarding what they should or should not do. A fact that corroborates the premise, as Iglesias and Avellar4141 Iglesias A, Avellar LZ. As Contribuições dos Psicólogos para o Matriciamento em Saúde Mental. Psicol Cien Prof 2016; 36(2):364-379. demonstrate, that MS professionals’ lack of understanding regarding the proposal puts the MS work at risk. Thus, we may assume that the literature has not yet fully explored the theme of the lack of “clarity”, since studies such as those review by Machado and Camatta4545 Machado DKS, Camatta MW. Apoio matricial como ferramenta de articulação entre a Saúde Mental e a Atenção Primária à Saúde. Cad Saúde Colet 2013; 21(2):224-232. present the lack of understanding about “the real use of matrix support”, and also Lima and Dimenstein4646 Lima M, Dimenstein M. O apoio matricial em saúde mental: uma ferramenta apoiadora da atenção à crise. Interface (Botucatu) 2016; 20(58):625-635. studies demonstrate serious obstacles to the work process: political vulnerability in PHC; heterogeneous praxis conceptions and models; managers at different levels who do not offer support; irregular processes; PHC network flows that are not activated; PHC network flows that are not significantly influenced; Family Health teams and MS teams with relational and schedule difficulties; lack of psychiatrists and persistence of the outpatient model of referrals and appointments.

The difficulties, such as lack of clarity, reported in the literature as associated with the consistence of the described experiences seem to stem from the verticalized and dissociated training health professionals receive, which demands more research into the relationships between teaching and verticality/horizontality. Thus, we may assume that the manner in which the way of thinking, feeling and acting is constructed in the training process directs subjects’ understanding of concepts so as to confirm a previously-established perspective. In this setting, dialogue and horizontality proposals become fragile or unreachable. Among the major challenges are transforming undergraduate curricula and making graduate training viable for professionals already inserted into health care networks1717 Klein AP, d'Oliveira AFPL. O "cabo de força" da assistência: concepção e prática de psicólogos sobre o Apoio Matricial no Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Cad Saúde Pública 2017; 33(1):e00158815.,4141 Iglesias A, Avellar LZ. As Contribuições dos Psicólogos para o Matriciamento em Saúde Mental. Psicol Cien Prof 2016; 36(2):364-379.,4747 Gryschek G, Pinto AAM. Saúde Mental: como as equipes de Saúde da Família podem integrar esse cuidado na Atenção Básica? Cien Saúde Colet 2015; 20(10):3255-3262.

48 Bispo Júnior JP, Moreira DC. Educação permanente e apoio matricial: formação, vivências e práticas dos profissionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família e das equipes apoiadas. Cad Saúde Pública 2017; 33(9):e00108116.
-4949 Reis ML, Medeiros M, Pacheco LR, Caixeta CC. Evaluation of the multiprofessional work of the family health support center (NASF). Texto Contexto Enferm 2016; 25(1):e2810014..

Although the themes addressed in this article do not encompass the totality of concepts that are important in MS, and the analyzed material is restricted to the Mental Health-PHC interface, this article’s main strength is the intention of contributing to the reflection regarding MS practices, proposing a discussion of concepts and their polysemy and drawing attention to educational processes in the health field, in addition to indicating a path for future research.

Conclusions

The analysis of MS practices proposed by Gastão Wagner de Sousa Campos and of the literature that followed them demonstrates that the concept of horizontality is vital and reflects a democratic ideological posture, without which dialogue between different actors does not reach its potential to transform the reality of health care provision. Though issues of polysemy are present, the obstacles to practice are complemented in the still-hegemonic model of professional training in Health, which is traditional, hierarchical, uni-professional and non-dialogic, and which hinders integration and collaboration between matrix support and PHC teams and, consequently, service resolutiveness and quality.

Regarding Mental Health, we must highlight that a lack of understanding of MS, as well as a scarcity of professionals in PHC, may result in the practice of an outpatient logic, which hinders the provision of integral health care to the population, especially those experiencing psychic suffering.

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Publication Dates

  • Publication in this collection
    05 Aug 2020
  • Date of issue
    Aug 2020

History

  • Received
    05 Apr 2018
  • Accepted
    03 Dec 2018
  • Published
    05 Dec 2018
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