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Padrões alimentares empiricamente derivados: interpretabilidade e validade de construto segundo diferentes métodos de rotação fatorial

Michelle Alessandra de Castro Valéria Troncoso Baltar Soraya Sant'Ana de Castro Selem Dirce Maria Lobo Marchioni Regina Mara Fisberg Sobre os autores

Objetivou-se investigar os efeitos dos métodos de rotação fatorial na interpretabilidade e validade de construto de padrões alimentares em uma amostra representativa de 1.102 adultos brasileiros. Os padrões foram derivados por análise fatorial exploratória. As rotações ortogonal (varimax) e oblíqua (promax e oblimin direta) foram utilizadas. Avaliou-se a validade de construto dos padrões segundo os pontos de corte de cargas fatoriais: (≥ |0,20| e ≥ |0,25|) por meio de análise fatorial confirmatória. Índices de qualidade de ajuste do modelo foram analisados. Observaram-se diferenças na composição e interpretabilidade do primeiro padrão obtido pelas rotações varimax e promax/oblimin no ponto de corte ≥ |0,20|. No ponto de corte ≥ |0,25|, não foram observadas diferenças. Nenhum dos padrões derivados no ponto de corte ≥ |0,20| apresentou qualidade de ajuste aceitável. No ponto de corte ≥ |0,25|, a rotação promax obteve o melhor ajuste. Os efeitos das rotações nos padrões alimentares diferiram segundo o ponto de corte de carga fatorial utilizado na análise fato-rial exploratória.

Consumo de Alimentos; Hábitos Alimentares; Nutrição em Saúde Pública; Análise Fatorial


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