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Errata: Comunicação em saúde sobre COVID-19 e Diabetes Mellitus em mídias sociais: verdadeiro e falso

No artigo “Comunicação em saúde sobre COVID-19 e Diabetes Mellitus em mídias sociais: verdadeiro e falso", DOI número: 10.1590/2177-9465-EAN-2021-0358, publicado em Escola Anna Nery Revista de Enfermagem 2022;26(spe):e20210358, no quadro 1 onde lia-se:

Quadro 1
Relação de assuntos Fake News encontradas em três plataformas de veiculação de informações. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil, 2021

Leia-se:

Quadro 1
Relação de assuntos em dois canais de veiculação de informações (Twitter e Ministério da Saúde - MS) classificadas como falsas tanto pelo Ministério da Saúde quanto pela literatura científica. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil, 2021

No artigo “Comunicação em saúde sobre COVID-19 e Diabetes Mellitus em mídias sociais: verdadeiro e falso", DOI número: 10.1590/2177-9465-EAN-2021-0358, publicado em Escola Anna Nery Revista de Enfermagem 2021;26(SpeCovid19):e20210358, no quadro 1 onde lia-se:

CONCLUSÃO

A partir do exposto no presente artigo, observou-se que a maior parte das postagens eram fake news, logo percebe-se o impacto das mídias sociais no que concerne à disseminação de informações, sejam elas verdadeiras ou falsas. Em especial, no contexto da pandemia, constatou-se um excesso de desinformação, dadas as disputas de saberes e poderes. Esse cenário causa um grande prejuízo na comunicação dos órgãos competentes e das comunidades científicas para com a população, dificultando o acesso a informações com embasamento cientifico e, por conseguinte, acarretando em um grande prejuízo na condução do cenário epidemiológico.

A principal limitação do presente estudo está atrelada à análise de apenas três mídias, sendo, portanto, imprescindível a realização de estudos em outras mídias sociais como WhatsApp, Facebook, Instagram e Youtube. Outra limitação foi o recorte temporal de menos de um ano no Twitter, o que pode ter limitado os tipos de notícias veiculadas e dessa maneira ter influenciado nos resultados obtidos.

Entretanto, esses resultados sinalizam a relevância da temática e apontam a necessidade da utilização da comunicação em saúde como ferramenta potente a ser empregada pelos cientistas e profissionais de saúde para dar visibilidade às informações com evidências científicas, de forma acessível e compreensível às pessoas via mídias sociais. Ademais, salienta-se finalmente a importância da comunicação em saúde de maneira a oportunizar a transposição das “ciências” realizadas nas universidades para a comunidade.

Leia-se:

CONCLUSÃO

A partir do exposto no presente artigo, observou-se que a maior parte das postagens analisadas nos canais de veiculação de informações (Twitter e Ministério da Saúde) versavam sobre conteúdos caracterizados como fake news, logo percebe-se o impacto das mídias sociais no que concerne à disseminação de informações, sejam elas verdadeiras ou falsas. Em especial, no contexto da pandemia, constatou-se um excesso de desinformação, dadas as disputas de saberes e poderes. Esse cenário causa um grande prejuízo na comunicação dos órgãos competentes e das comunidades científicas para com a população, dificultando o acesso a informações com embasamento cientifico e, por conseguinte, acarretando em um grande prejuízo na condução do cenário epidemiológico.

A principal limitação do presente estudo está atrelada à análise de apenas duas mídias, sendo, portanto, imprescindível a realização de estudos em outras mídias sociais como WhatsApp, Facebook, Instagram e YouTube. Outra limitação foi o recorte temporal de menos de um ano no Twitter, o que pode ter limitado os tipos de notícias veiculadas e dessa maneira ter influenciado nos resultados obtidos. Ademais, reconhece-se que as buscas por estudos científicos acerca da temática ocorreram em um período onde pode-se observar um grande quantitativo de publicações e estudos ainda preliminares relacionados a temática deste estudo.

Entretanto, os resultados deste estudo sinalizam para a relevância da temática e apontam a necessidade da utilização da comunicação em saúde como ferramenta potente a ser empregada pelos cientistas e profissionais de saúde para dar maior visibilidade às informações com evidências científicas, de forma acessível e compreensível às pessoas via mídias sociais conforme o trabalho realizado pelas entidades e órgãos competentes. Salientando-se assim, a importância da comunicação em saúde de maneira a oportunizar a transposição das “ciências” realizadas nas universidades para a comunidade.

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    14 Out 2022
  • Data do Fascículo
    2022
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