Melhores práticas na atenção básica à saúde e os sentidos da integralidade

Mejores prácticas en la atención primaria a la salud y los sentidos de la integralidad

Selma Regina de Andrade Ana Lúcia Schaefer Ferreira de Mello Maria Teresa Rogério Locks Daiana de Mattia Fernanda Hoeller Alacoque Lorenzini Erdmann Sobre os autores

Este estudo objetivou analisar as melhores práticas implementadas na Atenção Básica (AB), bem como seus critérios de definição, segundo a percepção de gestores, profissionais da saúde e usuários. O referencial da integralidade, em três sentidos: organização dos serviços, práticas dos profissionais da saúde e políticas governamentais, permitiu caracterizar as melhores práticas na AB e seus critérios. Estudo exploratório-descritivo e analítico, de natureza qualitativa, ancorado na Teoria Fundamentada nos Dados. Foram realizadas entrevistas com sete coordenadores, dez profissionais da saúde e doze usuários de Centros de Saúde de Florianópolis, Brasil, compondo três grupos amostrais. Resultaram duas categorias de análise tratando do significado de melhores práticas. A percepção das práticas está relacionada ao contexto e às interações estabelecidas entre os atores sociais, que elaboram seus posicionamentos com base nas suas experiências e posições ocupadas nos serviços de saúde.

Atenção básica à saúde; Assistência integral à saúde; Prática de saúde pública


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