O CELULAR NA ESCOLA E O FIM PEDAGÓGICO* * Este artigo é produto de pesquisas realizadas na Universidade de York, Reino Unido, e na Universidade Federal de São Carlos, Brasil, com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (304811/2013-0; 311000/2014-2; 421096/2016-0; 401865/2016-9).

Cell phone at school and the pedagogical end

Les téléphones portables dans les écoles et des fins pédagogiques

Vânia Gomes Zuin Antônio Álvaro Soares Zuin Sobre os autores

RESUMO:

No mês de novembro de 2017, o governo de São Paulo sancionou a lei que libera a utilização de celulares nas escolas estaduais de ensinos fundamental e médio para fins pedagógicos. Mas, se cada aluno puder acessar as redes sociais durante as aulas, ele será por si só capaz de se concentrar e, assim, controlar o vício da compulsão à conexão? De que modo o professor seria considerado uma figura de autoridade pelos alunos, se cada um deles interrompesse a aula para atender e responder a uma chamada dos pais por meio de seus celulares? Questões como essas suscitaram os autores a elaborar o seguinte objetivo: refletir criticamente sobre a cultura do aparelho celular e seus desdobramentos na reconfiguração das relações cognitivas e afetivas estabelecidas entre professores e alunos.

Palavras-chave:
Cultura do aparelho celular; Relação professor-aluno; Educação e Tecnologia; Compulsão à conexão; Choques audiovisuais

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