Michel Henry: sentimento de si e alucinação

Florinda MARTINS Andrés Eduardo Aguirre ANTÚNEZ Sobre os autores

Resumo

Neste texto desenvolveu-se a tese da possibilidade da compreensão do humano a partir da fenomenalidade das suas necessidades terapêuticas. A fenomenalidade da alucinação é trazida para o centro do debate. Buscou-se mostrar como é que, em Michel Henry, a fenomenalidade da visão, do tato e da angústia é em tudo comparável com a fenomenalidade da alucinação. Será a partir dessa fenomenalidade que se compreenderá o agir humano e, com ela, a essência da clínica.

Palavras-chave:
Afeto; Sentimento; Alucinação; Michel Henry; Terapia

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