Objetivo Esse estudo teve como objetivo investigar abordagens, estratégias e variáveis relevantes pesquisadas no contexto brasileiro sobre agressores conjugais, bem como práticas terapêuticas utilizadas e seus impactos.
Método Um total de 31 estudos foram recuperados da base de dados Lilacs (n = 25), da base de dados SciELO (n = 5) e do PePsic (n = 1). Após a exclusão de duplicatas e de estudos não relacionados a agressores, 9 estudos atenderam aos critérios de inclusão e foram incluídos na análise.
Resultados Estes artigos foram analisados e agrupados de acordo com suas temáticas, resultando em cinco categorias: grupos terapêuticos de enfoque cognitivo-comportamental; grupos reflexivos sobre estereótipos de gênero; determinantes culturais; ciúme, ansiedade e consumo de álcool; e práticas parentais.
Conclusão Foram observadas divergências teóricas e dispersão do conhecimento sobre o tema em diferentes áreas, o que pode dificultar o planejamento e a padronização das intervenções para agressores de parceiros íntimos. Além disso, também observou-se escassez de pesquisas sobre o tema no contexto brasileiro, o que pode contribuir para a atual dispersão do conhecimento.
Palavras-chave
Violência doméstica; Violência por parceiro íntimo; Violência contra as mulheres
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