Resumo
Resumo O custo da energia elétrica desafia a competitividade do setor supermercadista. Este estudo analisou a viabilidade técnica e econômica de três estratégias em supermercados de Santa Catarina, Brasil: o Mercado Livre de Energia (MLE), sistemas de armazenamento por baterias (BESS) para peak shaving e fotovoltaica Zero Grid. Com base em dados reais de 2024 e em modelagem financeira de 15 anos (LCOE e payback), a análise considerou a Lei nº 15.235/2025. Os resultados indicaram que o MLE com energia incentivada oferece o retorno mais imediato, reduzindo custos entre 25% e 28%. A geração fotovoltaica mostrou-se um investimento robusto, com payback de 4,5 a 5,5 anos. Em contrapartida, o BESS revelou-se economicamente inviável nas condições atuais devido ao elevado CAPEX, com payback superior a 8 anos. Conclui-se que a gestão contratual e a geração solar são as prioridades de investimento, enquanto o armazenamento depende de futura redução de custos.
Palavras-chave:
Mercado Livre de Energia; Geração fotovoltaica; BESS; Eficiência energética