Cursos de especialização em Saúde da Família: o que muda no trabalho com a formação?* * Artigo resultado de pesquisa financiada pelo Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS) da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) (Processo nº 193.000.347/2010).

Cursos de especialización en Salud de la Familia: qué cambia en el trabajo con la formación?

Magda Duarte dos Anjos Scherer Camila Izabela de Oliveira Wania Maria do Espírito Santo Carvalho Marisa Pacini Costa Sobre os autores

A persistência de práticas orientadas pelo modelo biomédico e a desconexão entre trabalho e formação são apontadas como desafios para a Atenção Primária à Saúde no Brasil, que vêm sendo enfrentados com cursos de especialização. A partir da percepção de egressos, este artigo analisa as mudanças ocorridas no trabalho, decorrentes da formação em saúde da família e comunidade. Trata-se de um estudo qualitativo, realizado no Distrito Federal com médicos, enfermeiros e cirurgiões dentistas, por meio de: questionário eletrônico, entrevistas semiestruturadas e grupo focal. Da análise temática de conteúdo, surgiram duas categorias: “abriu-se um universo de conhecimentos” e “um novo modo de fazer em um contexto adverso”. O contexto é limitador, mas a formação teve potência para mobilizar um conjunto de ingredientes necessários para gerar a competência profissional.

Trabalho em saúde; Atenção primária à saúde; Saúde da Família; Formação; Ergologia


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