Nosso “futuro psiquiátrico” e a (bio)política da Saúde Mental: diálogos com Nikolas Rose (Parte 4)

Sérgio Resende Carvalho Henrique Sater de Andrade Luana Marçon Fabrício Donizete da Costa Silvio Yasui Sobre os autores

Aqui apresentamos a última de uma série de quatro entrevistas com o sociólogo inglês Nikolas Rose. Exploramos aspectos centrais do trabalho recentemente publicado, intitulado “Nosso futuro psiquiátrico: políticas de políticas de saúde mental”, que tem como pano de fundo questões e problemas que consideramos absolutamente relevantes para enfrentar os complexos e difíceis desafios impostos à implementação do SUS e à reforma da Saúde Mental em nosso país. Nesta entrevista, procuramos discutir: a psiquiatria como uma (bio) política; as “epidemias´ dos transtornos mentais”; o papel e consequências da prática diagnóstica psiquiátrica na definição daquilo que se define como transtorno ou doença mental; o uso, e abuso, dos medicamentos no contemporâneo; fortalezas e as fragilidades das práticas discursivas da psiquiatria nos países “desenvolvidos”; limites e possiblidades da participação dos usuários na produção de discursos, políticas e práticas de cuidado na Saúde Mental.

Psiquiatria; Saúde Mental; Medicalização


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