Neste artigo, refletimos sobre intervenções arquitetônicas realizadas em comunidades indígenas e as consequentes alterações que podem surgir na organização socioespacial dos assentamentos. Analisamos a intervenção arquitetônica realizada para a Escola Itaty (Palhoça, SC) e as transformações espaciais desencadeadas na ocupação do território, identificando, ainda, como os modos próprios de educar dos Guarani revelam a apropriação pela comunidade e a expansão da educação escolar para outros lugares de aprendizagem. Como procedimentos metodológicos, recorremos a estratégias do método etnográfico, realizando observações, interlocuções, grupos focais, registro fotográfico, levantamento documental, entre outros, e embasando as análises em referenciais teóricos multidisciplinares.
Palavras-chave:
arquitetura e urbanismo; educação escolar indígena; ambientes escolares; lugares de aprendizagem; Guarani
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Fonte: Elaborado pelas autoras a partir do projeto arquitetônico.
Fonte: Foto de satélite do Google Earth (2018) com a delimitação da TI segundo a FUNAI. Imagem editada por Nauíra Zanardo Zanin, com base no mapeamento realizado por professores da Escola Itaty.
Foto: Nauíra Zanardo Zanin.
Foto: Nauíra Zanardo Zanin.
Fonte: Foto de satélite do Google Earth (2018) com a delimitação da TI segundo a FUNAI, editada por Nauíra Zanardo Zanin, com base no mapeamento realizado por professores da Escola Itaty.
Foto: Nauíra Zanardo Zanin.
Foto: Nauíra Zanardo Zanin.
Fotos: Nauíra Zanardo Zanin.
Foto: Nauíra Zanardo Zanin.
Fonte: Foto de satélite do Google Earth (2018) com a delimitação da TI segundo a Funai. Imagem editada por Nauíra Zanardo Zanin com base no mapeamento realizado por professores da Escola Itaty. Desenhos da legenda: Jaxuka e Nauíra Z. Z.