| Creatinina sérica |
Glomérulo21
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É considerado o marcador sorológico padrão para detectar LRA; sua análise é muito barata e tem boa estabilidade química na rotina clínica24. |
É um marcador tardio de comprometimento renal21, afetado por idade, sexo, dieta, massa muscular, medicamentos22 e, após o nascimento, a SCr neonatal reflete os níveis maternos23. |
| Cistatina C |
Glomérulo24 e túbulo proximal52
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É completamente reabsorvida, sem ser secretada, e não é significativamente afetada por sexo, idade, raça, ou massa muscular24. |
Não tem especificidade para distinguir LRA de doença renal crônica (DRC), há atraso no aumento dos seus níveis e é considerada mais um marcador da TFG, em vez de um biomarcador de LRA primária24,40. |
| NGAL |
Túbulo distal34,35
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Não é invasivo, é sensível para detecção precoce, previsão precisa, estratificação de risco, e seu aumento é proporcional à gravidade da LRA34. |
Seus níveis plasmáticos incluem produção em órgãos distintos dos rins e o uNGAL é influenciado por desidratação, dificuldade de obtenção de amostra, hidratação em excesso e diuréticos30. |
| IL-6 |
Podócitos53
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É uma citocina de resposta precoce do hospedeiro à infecção, antecedendo a elevação da PCR e é produzida por diversas células37. |
Faltam evidências de apoio adaptadas aos critérios atuais do KDIGO54. |
| IL-18 |
Túbulo proximal40 e túbulo distal55
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É um biomarcador de LRA isquêmica56 e antecede o aumento da SCr24. |
Tem alto custo, é derivada também de isquemia miocárdica, lesão pulmonar e pode ser necessário que todo centro que utilize IL-18 estabeleça um valor de corte57. |
| KIM-1 |
Túbulo proximal58
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É um indicador precoce de mau prognóstico renal, é indetectável no rim ou urina saudável e prevê com sensibilidade o prognóstico renal acerca da LRA41,42. |
É utilizado somente para pesquisa e apresenta limitações no diagnóstico precoce da LRA e na monitorização de recuperação após lesão renal24,40. |
| L-FABP |
Túbulo proximal43
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É expresso exclusivamente em células epiteliais do túbulo proximal, e a lesão tubular por hipóxia eleva a síntese desse biomarcador, tornando-o promissor para monitorar lesão túbulointersticial43. |
Não há ensaios padronizados que possibilitem seu uso clínico generalizado40. |
| TIMP-2 |
Túbulo proximal59
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Apresenta melhor desempenho do que qualquer outro biomarcador até o momento e tem ótimos resultados em LRA induzida por sepse32. |
O método atual é demorado, seu uso ainda não está aprovado em menores de 21 anos e um falso positivo pode gerar avaliações dispendiosas e desnecessárias45. |
| IGFBP7 |
Túbulo proximal60
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Seu desempenho para prever LRA tem sido melhor do que os biomarcadores existentes e apresenta ótimos resultados em pacientes cirúrgicos32. |
Não está aprovado em menores de 21 anos no momento, um falso positivo pode gerar medidas dispendiosas e desnecessárias e seu método atual é demorado45. |
| Syndecan-1 |
Glicocálice endotelial49
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É um biomarcador de lesão endotelial do glicocálice61 e pode ser usado para diagnóstico e prognóstico na sepse62,63. |
Seu mecanismo na LRA não está completamente elucidado64. |
| Nefrina |
Podócitos50
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Tem potencial para ser um importante biomarcador de lesão glomerular precoce50 e pode ser um biomarcador de LRA na nUTI, especialmente em prematuros51. |
Quanto ao seu uso, há necessidade de estudos clínicos para avaliar, monitorar e fornecer prognóstico de doenças renais na população pediátrica50. |