| Mørdre et al. (2024)8
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Mapear a incidência, as características e as consequências dos padrões alimentares seletivos em crianças e adolescentes com TEA. |
Revisão da literatura (Medline e PsycInfo), na Noruega, até junho de 2024 (sem data de início); 20 estudos elegíveis, faixa etária de 6 a 18 anos. |
Alta prevalência de SA (21–76%) em pessoas com TEA com capacidade intelectual normal; sensibilidade sensorial à textura e ao sabor 2–10 vezes mais frequente. Foi observado obstipação e sobrepeso/obesidade consequente a SA no TEA |
A SA deve ser sempre investigada no TEA, independentemente do nível de habilidade intelectual. |
| Dhaliwal et al. (2019)20
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Resumir criticamente o conhecimento atual sobre fatores comportamentais, de estilo de vida e biológicos que contribuem para o ganho de peso em TEA. |
Revisão narrativa abrangente da literatura (MEDLINE, CINAHL e Google Scholar), no Canadá; sem critérios definidos. |
A SA é um dos principais fatores de risco para obesidade no TEA, associada à ingestão desequilibrada e fatores como atividade fisica e comportamento sedentario, sono, genética e medicamentos. |
É essencial considerar múltiplos fatores para compreender o ganho de peso em diferentes perfis de TEA. |
| Kamal Nor; Ghozali; Ismail (2019)25
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Avaliar a prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças e adolescentes com TEA na Malásia e seus fatores associados. |
Estudo transversal com 151 participantes (2 a 18 anos), da Malásia, avaliados por antropometria e questionários(CSHQ, PAQ-C, BAMBI). |
Prevalência de obesidade e sobrepeso: 21,9% e 11,3%, respectivamente; preditores: SA, recusa alimentar e baixa atividade física. |
Profissionais devem estar atentos ao risco aumentado de sobrepeso/obesidade e atuar preventivamente. |
| Raspini et al. (2021)26
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Investigar a ingestão alimentar de pré-escolares italianos com TEA em comparação a crianças com DT |
Estudo transversal com crianças (1,3 a 6,4 anos), da Itália, sendo 65 TEA e 82 DT; avaliados por antropometria e questionário de frequencia alimentar semiquantitativo. |
Crianças com TEA consumiram mais açúcares, ultraprocessados e menos frutas/vegetais; obesidade 4x mais frequente em TEA. |
Crianças com TEA apresentaram maior risco de obesidade e deficiências nutricionais associadas à SA. |
| Şengüzel et al. (2020)21
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Determinar distúrbios alimentares, frequência de sobrepeso e fatores predisponentes em TEA. |
Estudo transversal com 46 crianças (2 a 10 anos), da Turquia; avaliados por antropometria e questionários (BAMBI, ABC, FFQ). |
Taxas de sobrepeso e obesidade: 10,9% e 28,3%, respectivamente; SA observada em 84,8% dos casos. |
Apesar da alta SA, ela pode ser independente da obesidade; recomenda-se variedade alimentar. |
| Soares et al. (2024)27
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Explorar comportamentos problemáticos e sua associação com o consumo alimentar e estado nutricional em TEA. |
Estudo transversal com 90 crianças (2 a 10 anos), no Brasil; avaliados por antropometria e questionários (R24h, EACA-TEA). |
SA prevalente (57,8%), associada ao excesso de peso e à baixa ingestão de vegetais. |
Comportamentos seletivos e rígidos relacionam-se a maior risco nutricional e desequilíbrios dietéticos. |
| Silva & Gomes (2024)28
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Analisar o perfil nutricional e o comportamento alimentar de crianças com TEA em Belém. |
Estudo transversal com 80 crianças (3 a 11 anos), no Brasil; avaliados por antropometria e questionários (EACA-TEA, R24h). |
Perfil predominantemente eutrófico, mas com propensão ao sobrepeso; correlação positiva entre IMC, valor energético consumido e SA. |
Crianças com TEA são nutricionalmente vulneráveis e requerem abordagem individualizada. |
| Molina-López et al. (2021)29
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Avaliar composição corporal, estado nutricional e comportamento alimentar em TEA versus DT. |
Estudo de caso-controle com 144 participantes (6 a 18 anos), sendo 55 TEA e 91 DT; avaliados por composição corporal e questionários (FFQ, R72h, BAMBIC). |
Maior prevalência de baixo peso (18,4% TEA; 3,2% DT) e obesidade (16,3% TEA; 8,6% DT) em TEA; alta inadequação da ingestão alimentar de nutrientes (50% TEA; 22% DT) e SA significativa. |
Crianças com TEA apresentam mais problemas alimentares e maior desequilíbrio nutricional que DT. |
| Upadhyay-Dhungel & Ghimire (2019)30
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Avaliar SA, comportamento alimentar, ingestão de nutrientes e peso em TEA. |
Estudo transversal com 70 participantes com TEA (3 a 19 anos), no Nepal; avaliados por questionário estruturado pré-testado. |
SA prevalente (51%); 57% com excesso de peso ou obesidade; associação significativa entre SA e obesidade. |
Participantes apresentaram alta ingestão calórica e necessitam de intervenções nutricionais direcionadas. |