Adição de bioestimulante ao tratamento industrial de sementes de soja: qualidade fisiológica e produtividade após o armazenamento

Lucas Caiubi Pereira Thaisa Cavalieri Matera Alessandro Lucca Braccini Renata Cristiane Pereira Danilo Cesar Volpato Marteli Andreia Kazumi Suzukawa Samara Cavalli Piana Gláucia Cristina Ferri Larissa Vinis Correia Sobre os autores

Resumo:

Objetivou-se com o presente trabalho comparar os resultados de germinação, vigor e produtividade da cultura da soja obtidos com sementes de soja de alto e baixo vigor que foram submetidas a aplicação on farm de bioestimulante e com a deste mesmo produto via tratamento industrial 60 dias antes da semeadura. O delineamento experimental adotado foi em esquema fatorial de 6 x 2 x 2 (tecnologia x nível de vigor e estratégia de aplicação de bioestimulante) para o ensaio de laboratório e de 6 x 2 (tecnologia x estratégia de aplicação de bioestimulante) para o ensaio de campo. Em laboratório foram avaliados a germinação, o envelhecimento acelerado, a emergência em areia, a biomassa seca de plântulas e condutividade elétrica; ao passo que no campo foram avaliados o estande, a massa de mil grãos e a produtividade. A aplicação de bioestimulante em sementes de soja não revestidas com defensivos agrícolas não prejudicou a qualidade fisiológica, independentemente do momento da aplicação (no dia ou 60 dias antes da semeadura). Todavia, quando aplicado em sementes recobertas com fungicidas e inseticidas, resultados superiores de germinação, vigor e produtividade foram obtidos com o uso on farm do bioestimulante.

Termos para indexação:
Glycine max; biorregulador; vigor; germinação; produtividade

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