MACHADO, LIMA BARRETO E A HISTÓRIA DO BRASIL

MACHADO, LIMA BARRETO AND THE HISTORY OF BRAZIL

ROBERT OAKLEY Sobre o autor

Resumos

Este artigo se detém no exame de dois romances de Lima Barreto: Recordações do escrivão Isaías Caminhae Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sá. O primeiro pode ser lido como romance do arrivismo; como romance neopicaresco; como um mosaico de fragmentos de crônicas; e como um quase diário. O segundo, biografia ficcional de certo Gonzaga de Sá, serve ao autor para discutir questões "abstratas", propondo ao mesmo tempo uma estética e uma ética. Considerado por alguns o mais machadiano dos romances de Lima Barreto, nele paira a presença de uma espécie de espectro de Machado de Assis a assombrar a escrita do narrador (e do autor), assinalando-se a importância do nome do personagem-narrador, Augusto Machado, que seria não exatamente uma homenagem, mas como que um tributo ao autor das Memórias póstumas de Brás Cubas.

Lima Barreto; romance; história; Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá


This article deals with two novels by Lima Barreto:Recordações do escrivão Isaías Caminha andVida e morte de M.J. Gonzaga de Sá, with an emphasis on the latter. The former can be read as a novel of arrivism, or as a neo-picaresque novel, or as a mosaic of fragments of chronicles, or yet almost as a diary. The latter, a fictional biography of a certain Gonzaga de Sá, serves its author as a means to discuss "abstract" issues, with aesthetic and ethical implications. Considered by several critics the most Machadian of Lima Barreto's novels, it is haunted by Machado de Assis's shadow, which hovers over both narrator and writer. The name of the character-narrator, Augusto Machado, would be not exactly an homage, but a kind of tribute to the author ofMemórias póstumas de Brás Cubas.

Lima Barreto; novel; history; Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sá


Uma simples mas atenta leitura de Recordações do escrivão Isaías Caminha e de Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sádemonstra que foram elaborados na mesma época, e provavelmente, quase simultaneamente. O primeiro desses dois romances foi publicado nos fins de 1909, e o segundo engavetado para só vir a luz uma década depois. Na realidade, estamos às voltas com dois textos que são, sob certos aspectos, um só texto. O que Lima Barreto queria fazer era escrever um romance realista como fizeram os seus mestres europeus. Escritor comprometido com a sua época, queria testemunhar essa época numa obra de criação - numa obra de prosa de ficção de fôlego - num romance. Era um proto-romancista com um programa; ou seja, ele queria inserir-se na história do romance realista clássico. Mas como se realiza este objetivo? Nem o próprio Lima Barreto sabia.

Ele não tinha em 1905 acesso à fórmula stendhaliana, balzaquiana ou flaubertiana do realismo clássico. A narrativa em terceira pessoa amedrontava-o, e a coragem fazia-lhe falta. O único gênero no qual ele se sentia à vontade era a crônica. Não é casual que na bela edição da colaboração jornalística barretiana publicada por Rachel Valença e Beatriz Resende, no primeiro volume a gente depare com um silêncio de oito anos a partir de julho de 1903 até abril de 1911, precisamente os anos de atividade intensa do nosso autor como romancista.

Isaías Caminha pode ser lido de várias maneiras: como bem fraco romance do arrivismo; como romance neopicaresco bem forte; como um mosaico de fragmentos de crônicas; e como um quase diário. Gonzaga de Sá também pode ser lido como mosaico de crônicas e quase diário, mas nunca como romance de arrivismo, por ser Augusto Machado homem "de dentro". O arrivista sempre vem de fora - para tentar triunfar no espaço metropolitano, para vencer na vida. Augusto Machado é metropolitano; vive na capital, nasceu no Rio. Ele não pode fazer descobertas como os nossos escrivães-viajantes aventureiros. Não pode fazer descobertas porque já sabe tudo. Então, como estruturar uma narração épica lukacsiana em torno do protagonista-narrador? Será por isso que Lima Barreto hesitou em publicá-lo?

O que poderia acontecer a Augusto Machado? Resvalar no crime? Ter um grande amor infeliz? Pode ser, mas Lima Barreto não fez isso. Fez com que o livro se tornasse biografia. Conta a vida e a morte de um tal Gonzaga de Sá, funcionário público, escrita pelo seu jovem amigo e admirador, Augusto Machado, que descreve no primeiro capítulo as circunstâncias da morte de Gonzaga. Nos onze capítulos restantes, Machado descreve as suas relações com Gonzaga durante os últimos três anos da vida dele. Estas relações consistem em conversas enquanto os dois deambulam sem parar pelas ruas, praças e ladeiras do Rio de Janeiro, uma visita ao teatro, um jantar em casa de Gonzaga, a assistência deles ao velório e ao enterro de um tal Romualdo, subordinado na repartição de Gonzaga. Durante o velório, Machado encontra uma moça muito bonita e simpática chamada Alcmena, mas o relacionamento deles não vai para diante. Depois do enterro, Gonzaga informa que tenciona se responsabilizar pela educação do filho de Romualdo, o pequeno Aleixo Manuel.

O significado da observação sobre Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sá na carta de 1909 ao ilustre crítico, poeta e romancista Gonzaga Duque parece claro: "Era um tanto cerebrino, o Gonzaga de Sá, muito calmo e solene, pouco acessível portanto".1 1 BARRETO, vol. XVI, p. 169. Citações à obra de Lima Barreto referem-se às Obras completas de Lima Barreto, 1ª edição de 1956 da Editora Brasiliense, em 17 volumes. Por isso Lima Barreto, informa Duque, resolveu publicar Recordações do escrivão Isaías Caminha. Será que Lima Barreto achava o seu romance um pouco abstrato para o leitor comum? Será que ele tinha identificado nele aquele abstracionismo que ele próprio censurava em Machado de Assis? É relevante notar que a restrição limabarretiana a Machado de Assis parece ter eclodido nos últimos anos da sua vida, depois da Primeira Guerra Mundial, precisamente na época em que ele publicou a obra que muita gente tem julgado o seu romance mais machadiano - Gonzaga de Sá.A verrina contra Machado lembra o seu desdém em 1904-1905 pelo ambiente literário carioca da Belle époque. Como Machado, Coelho Neto, João do Rio, Afrânio Peixoto e outros são considerados em 1905 "homens de sala": "...o cicio lírico que há neles é mal encaminhado para a literatura estreitamente pessoal, no que de pessoal há de inferior e banal: amores ricos, mortes de parentes e coisas assim".2 2 BARRETO, vol. XIV, p. 100. Por outro lado, a figura colossal de Machado de Assis assombrava Lima Barreto e o incomodava muito. Escreveu em 1921: "Jamais o imitei e jamais me inspirou. Que me falem de Maupassant, de Dickens, de Swift, de Balzac, de Daudet - vá lá: mas Machado nunca".3 3 BARRETO, vol. XVII, p. 256-257.

Em Vida e Morte de Gonzaga de Sá o herói epônimo acusa o romance de amor de ser simples retórica. Gonzaga inventa um exemplo:

Dona Dulce, moça de Botafogo em Petrópolis, que se casa com o doutor Frederico. O comendador seu pai não quer, porque o tal doutor Frederico apesar de doutor, não tem emprego. Dulce vai à superiora do colégio das irmãs. Esta escreve à mulher do ministro, antiga aluna do colégio, que arranja o emprego para o rapaz. Está acabada a história... Está aí o grande drama em nossas letras, e o tema de seu ciclo literário.4 4 BARRETO, vol. IV, p. 134.

A reductio ad absurdum é eloquente. Lima Barreto reconhece o enredo romântico como parte essencial de certa retórica romanesca que satisfaz expectativas de muitos leitores. Mas ele não está atacando o amor em si, mas o amor como um instrumento para satisfazer expectativas fáceis. Será que Lima Barreto reparou no mesmo "defeito" em Machado de Assis? Seja como for, ele escreveu em 1911 que não admite que a literatura "se resuma em elucidações meu erro a palavra é "elucidações" mais ou menos felizes dos estados d'alma das meninas em Botafogo ou Petrópolis; não posso compreender que, quando não for esta última coisa, sejam narrações de coisas de sertanejos;[...]".5 5 BARRETO, vol. XIII, p. 261. Osman Lins julgou que Lima Barreto iniciou no Brasil o romance sem amor e sem aventura.6 6 LINS, Lima Barreto e o espaço romanesco, p. 34-48. Se Triste fim de Policarpo Quaresma é o único entre os romances de Lima Barreto a oferecer ao leitor uma aventura, o amor romântico é inexistente. Os casamentos de Olga Coleoni em Triste fim e Edgarda Pompílio em Numa e a ninfa são de conveniência e sem flama. Isaías Caminha rejeita a cortesã Leda, e Augusto Machado deixa Alcmena sair da vida dele em Gonzaga de Sá. O êxtase tão breve provocado pela presença da moça misteriosa no velório de Romualdo só ajuda a aprofundar a meditação do protagonista-narrador sobre a morte. O encontro com Alcmena ecoa os arrependimentos de Gonzaga. O encontro funciona, então, como uma advertência contra um isolamento exagerado e propositado, apontando para a solidão de Machado. Machado ouve mais tarde Gonzaga de Sá confessar: "Fugi das posições, de amor, do casamento, para viver mais independente... Arrependo-me... Vênus é uma deusa vingativa!".7 7 BARRETO, cit., p. 150. De fato, há amor em Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sá,, mas não é o amor a mulheres. O amor de Gonzaga é a sua paixão pela cidade do Rio de Janeiro. Esta paixão desenvolve-se na forma de um diálogo com o espaço em que Gonzaga e Augusto Machado se movimentam. Enquanto isso, Machado se enamora de seu mestre. A focalização espacial do romance é privilegiada pelo autor e assume uma dimensão mítica. O tempo em Vida e morteé simultaneamente histórico e a-histórico. O tempo e o espaço estão entrelaçados para destacar uma visão mítica da história brasileira.

Lima Barreto criticou duramente em 1920 o projeto de erigir no Rio uma réplica em miniatura do castelo da Pena de Sintra. Isso não tem relação nenhuma com a história do Brasil. Se deve haver algo, que seja uma miniatura do mosteiro dos Jerônimos ou do palácio de Mafra. O ouro de Minas contribuiu muito para a construção de Mafra enquanto o rei d. Manuel, construtor do mosteiro, era rei quando Cabral navegou para o Brasil.8 8 BARRETO, vol. X, p. 128. Em 1915, Lima Barreto fustigou a maneira como os líderes republicanos estavam comemorando a fundação do Rio por Estácio, Salvador e Mem de Sá. Ele lamenta a falta de qualquer sentido de continuidade da parte dos organizadores. O que tem que ver, Lima pergunta, os armamentos do século XX com o exército de Estácio de Sá?

Estamos sempre dispostos a ver no passado lutas; por que não havemos de ver solidariedade?

Por que só um dos aspectos do sucesso há de ser relembrado com um produto do Krupp?

A fundação de uma cidade é, antes de tudo, um desejo de comunhão, de associação?

Na cidade, todos contribuem, todos concorrem, com o seu quinhão, com o pequeno esforço para o culto do seu deus...9 9 BARRETO, vol. XI, p. 79.

A tradição, a história, a continuidade existem para a nação inteira, e constantemente; não só nos feriados nacionais. No capítulo 11 de Gonzaga de Sá um feriado nacional expressa com força a alienação de Augusto Machado, descendo "para me delir na multidão, para me embriagar no espetáculo dos fardões e dos amarelos, para me fragmentar com o estrondo das salvas fugindo a mim mesmo, aos meus pensamentos e às minhas angústias".10 10 BARRETO, cit., p. 139. Esquecer uma data histórica não prejudica nada nem ninguém. Aliás, comemorar demais cria divisões na sociedade. "Vênus é uma deusa vingativa" é uma declaração repetida por Gonzaga de Sá em Vida e morte. A crítica ao longo dos anos supõe que a expressão se refere simplesmente às oportunidades perdidas por Gonzaga. Na última ocasião, um pouco antes da morte de Gonzaga, ele pergunta a seu jovem discípulo se ele já experimentou uma paixão romântica. Não, responde o rapaz. Gonzaga insiste:

- Olha, que falo de amor! Hein?

- Compreendo.

- É preciso tê-lo...Tenho te dito sempre que os antigos afirmavam que Vênus é uma deusa vingativa...Não perdoa e tu sofrerás se não lhe prestares culto...

- Não há Vênus, retorqui.

- Quem sabe lá?11 11 Idem, p. 166.

Noutras palavras, Vênus é a deusa do amor, e o Rio de Janeiro é seu templo: o velho Rio amado por Gonzaga de Sá e que ele teria conhecido ainda melhor se tivesse entrado plenamente em contato com o povo do Rio, o velho Rio. Mas a coesão e a solidariedade de que sua cidade está precisando são do futuro. Gonzaga de Sá, vencido da vida e pessimista a contemplar a destruição do velho Rio pelo bota-abaixo republicano do prefeito Passos, possui duas esperanças: Aleixo Manuel, menino mulato, filho de Romualdo, e Augusto Machado também mulato e o futuro escritor e intelectual do Brasil - assim como Machado de Assis, para Lima Barreto, com certeza representava o passado artístico e intelectual. Daí o nome Machado, como sugeri noutro lugar -12 12 OAKLEY, Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sá: A Carlylean View of Brazilian History, p. 351. mas um novo Machado prestes a lutar na República que Lima detestava. Será que o novo Machado vai ser vitorioso? Vai vencer? Ele é "Augusto". Augusto significa sagrado, grande, majestoso. Aos olhos de muitos, Roma conseguiu a plenitude e uma época de ouro no reinado de César Augusto, que renomeou o sexto mês do calendário romano, sextilis, Augustus, agosto. Será que o Brasil vai conhecer a plenitude? E num ambiente de solidariedade a plenitude vai surgir. Na biografia que prepara, Augusto Machado transforma Gonzaga em herói mítico, significando coesão e solidariedade no passado e no presente. Gonzaga declara: "Eu sou Sá, sou o Rio de Janeiro, com os seus tamoios, seus negros, seus mulatos, seus cafusos e seus 'galegos' também".13 13 BARRETO, cit., p. 59. As peregrinações através do Rio constituem um rito de passagem para Augusto Machado - e sob a direção do seu mestre, ele repete o ato paradigmático da fundação de uma cidade, tanto mais quanto a visão invocada por ocasião da visita a Engenho da Penha é a morte do antepassado de Gonzaga - a morte do nobre guerreiro e fundador:

Gonzaga lembrou-me depois que Estácio de Sá viera a morrer do ferimento por frecha, recebido em combate... e, quando pousei os olhos nas águas mansas do canal, como que vi as canoas de Estácio de Sá com os seus frecheiros e mosqueteiros deslizarem, levando o conquistador para a morte...14 14 Idem, p. 61.

A morte de Gonzaga repete o gesto trágico de Estácio de Sá. Gonzaga e seu discípulo se encontram presos entre mito e realidade, tempo cósmico e tempo linear. Gonzaga é o Rio. Portanto ele significa continuidade, o Rio sagrado de Estácio de Sá. No entanto, Gonzaga não passa de homem comum. Por isso mesmo, ele tenta desesperadamente defender-se contra a corrosão do passar do tempo profano. Oxalá pudesse refundar a cidade do Rio. Sendo mentor do pequeno Aleixo Manuel e de Augusto Machado, ele queria criar um futuro para eles e para o Brasil. "Vênus é uma deusa vingativa" é uma expressão misteriosa. Os leitores vão se lembrar que na última vez em que Gonzaga a pronuncia, Machado replica, impaciente, que a deusa não existe. Quem sabe lá, responde Gonzaga. Ou seja, no Templo do Amor que é o Rio de Janeiro, é preciso perseguir o amor e cultivá-lo. Sem amor o ser humano está fadado à alienação. Não vai haver plenitude augustiana. Daí o significado de Romualdo e Augusto Machado. Romualdo rompeu a barreira racial. Esta foi sua façanha heroica. Assim fazendo, ele também repetiu o gesto multicultural e multirracial de Estácio de Sá. O velório e o enterro de Romualdo se justapõem à morte do conquistador - fim de duas histórias não narradas.

Então, eis aqui um romance sem aventura - e sem amor? Como o seu mentor, Machado dá as costas ao amor. Machado e Gonzaga são análogos doravante. A única salvação para eles no estado de alienação extrema em que se encontram vai ser uma salvação mútua: o velho e o jovem que no desfecho do livro partilham a idêntica visão do Rio - mítica e profana. Machado rejeita Alcmena porque o seu romance é com Gonzaga. No amor de Gonzaga e Machado, Lima Barreto realiza o seu ideal de solidariedade mediante o sofrimento e a compreensão.

Não deixa de ser curioso o fato de Lima Barreto ter composto este romance precisamente no periodo em que Machado de Assis escreveu o ciclo do conselheiro Aires. O relacionamente entre Aires e Tristão em Memorial de Aires se assemelha muito e muito com a dupla barretiana. Chocante para muitos, Tristão faz o gesto de abandono do mestre e do Brasil. Será uma traição? Não, porque assim fazendo ele alcançou a compreensão: esta compreensão é, para Machado, aquele "velho" Machado, o futuro do Brasil.

  • BARRETO, Lima. Obras completas de Lima Barreto. 17 volumes. São Paulo: Editora Brasiliense: 1956.
  • LINS, Osman. Lima Barreto e o espaço romanesco. São Paulo: Ática, 1976.
  • OAKLEY, R. J. Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sá: A Carlylean View of Brazilian History. In: Bulletin of Hispanic Studies, vol. 73, p. 339-53, 1986.

  • 1
    BARRETO, vol. XVI, p. 169. Citações à obra de Lima Barreto referem-se às Obras completas de Lima Barreto, 1ª edição de 1956 da Editora Brasiliense, em 17 volumes.
  • 2
    BARRETO, vol. XIV, p. 100.
  • 3
    BARRETO, vol. XVII, p. 256-257.
  • 4
    BARRETO, vol. IV, p. 134.
  • 5
    BARRETO, vol. XIII, p. 261.
  • 6
    LINS, Lima Barreto e o espaço romanesco, p. 34-48.
  • 7
    BARRETO, cit., p. 150.
  • 8
    BARRETO, vol. X, p. 128.
  • 9
    BARRETO, vol. XI, p. 79.
  • 10
    BARRETO, cit., p. 139.
  • 11
    Idem, p. 166.
  • 12
    OAKLEY, Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sá: A Carlylean View of Brazilian History, p. 351.
  • 13
    BARRETO, cit., p. 59.
  • 14
    Idem, p. 61.

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    Dez 2014

Histórico

  • Recebido
    15 Ago 2014
  • Aceito
    19 Nov 2014
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