APLICAÇÃO DE ÍNDICES DE ADIPOSIDADE EM UMA AMOSTRA DE INDIVÍDUOS FÍSICAMENTE ATIVOS RESIDENTES NA CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO, SÃO PAULO, BRASIL

Mirele Savegnago Mialich Ana Maria Aiello Bruna Ramos Silva Alceu Afonso Jordão Sobre os autores

OBJETIVO:

comparar os índices de adiposidade em indivíduos praticantes de atividade física para avaliar o comportamento, a capacidade diagnóstica e determinar qual parâmetro melhor reflete e diagnostica a adiposidade corporal.

MÉTODOS:

Um estudo transversal foi realizado em 100 indivíduos fisicamente ativos (59% mulheres). Os participantes foram submetidos à avaliação antropométrica e de composição corporal, sendo aferidos peso, estatura, circunferências, pressão arterial e análise de impedância bioelétrica. Foi aplicado um questionário de atividade física (IPAQ, versão curta), além de um questionário sobre o possível uso da suplementação nutricional. Os dados foram analisados ​​estatisticamente, com nível de significância estabelecido em p <0,05.

RESULTADOS:

as médias de idade, estatura, peso e IMC foram 24,2 ± 6,65 anos, 169,5 ± 8,94 cm, 69,1 ± 14,83 kg e 23,9 ± 4,19 kg/m2, respectivamente, com diferença significativa entre os gêneros, exceto para idade. A maioria dos sujeitos estava na faixa de peso normal, com um IMC de 18,5 a 24,9 kg/m2, e eram muito ativos. O BMIfat foi melhor correlacionado com a gordura corporal para homens (r = 0,896) e mulheres (r = 0,935), seguido pelo IMC (0,689 e 0,767, respectivamente) e BAI (0,590 e 0,718).

CONCLUSÕES:

Os índices de adiposidade são alternativas viáveis ​​para o diagnóstico da obesidade e devem ser mais explorados como medidas rápidas, práticas e de baixo custo na prática clínica.

PALAVRAS-CHAVE:
Composição corporal; Massa gorda; Índice de adiposidade; Índice de massa corporal; Indivíduos fisicamente ativos


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