Manejo do solo em sistema de produção integrada de rosas

Juliana Caldeira Victer Barbosa Elka Fabiana Aparecida Almeida Patrícia Duarte de Oliveira Paiva Marília Andrade Lessa Lívia Mendes de Carvalho Simone Novaes Reis Sobre os autores

Resumo

O sistema de produção integrada vem sendo utilizado em várias culturas, sendo inovador o seu uso em floricultura. Nessa atividade ainda são desconhecidos os efeitos de adubação verde ainda como os níveis de adubação fornecidos não são precisos. O objetivo foi identificar a melhor dose de adubo químico associado ou não à adubação verde, em produção integrada de rosas ‘Carola’. Os tratamentos consistiram de quatro porcentagens de adubação química, segundo a recomendação para Minas Gerais, (25%, 50%, 75% e 100%) associado ou não à adubação verde (calopogônio). Plantas que não receberam 100% da adubação química receberam a complementação de Bokashi (16 g/planta, via solo) e biofertilizante (5% foliar), em aplicações mensais. As avaliações foram realizadas três vezes por semana em um ano. A redução da adubação química não prejudicou a produção e qualidade das rosas, mas o adubo verde não foi benéfico. Os resultados das análises biométricas, de acúmulo, teor de nutrientes e características químicas do solo indicam que a adubação verde com calopogônio não é eficiente e, exceto para nitrogênio e magnésio, há possibilidade de utilização de até 75% da adubação química recomendada.

Palavras-chave:
Rosa sp.; sustentabilidade; flores de corte; floricultura; adubação verde

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