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Questionário online randomizado. |
Testar a eficácia de uma variedade de exercícios breves e autoadministrados de felicidade em uma grande amostra de pessoas em diferentes estágios de recuperação no tratamento de transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas. |
Participantes que buscavam recuperação para o uso de substâncias psicoativas indicaram menor felicidade momentânea, menor satisfação de vida e menor felicidade subjetiva, após a realização dos exercícios, do que os participantes que já estavam em recuperação; a realização de exercícios de felicidade autoadministrados mostrou aumento da felicidade momentânea de maneira significativa em comparação com a realização de exercícios neutros e exercícios negativos em participantes que estavam em tratamento para transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas. |
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Estudo transversal. |
Investigar a relação entre a espiritualidade pessoal e construtos da Psicologia Positiva entre o final da adolescência e o final da vida adulta. Investigar também a interação entre a espiritualidade e os construtos da Psicologia Positiva com a depressão e o uso de substâncias entre as classes estabelecidas. |
Níveis elevados em espiritualidade combinado com níveis elevados nos construtos da Psicologia Positiva foram associados a menores níveis de uso de substâncias psicoativas. Porém, baixos níveis de espiritualidade combinado com altos níveis nos outros construtos da Psicologia Positiva foram associados a um maior abuso de álcool. |
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Estudo de coorte. |
Avaliar como a felicidade atua nas pessoas com transtornos mentais. |
Pessoas diagnosticadas com transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas apresentaram maiores níveis de felicidade em comparação com pessoas diagnosticadas com transtornos de humor e transtornos ansiosos. Pessoas diagnosticadas com transtorno de abuso de álcool têm uma média de felicidade próxima a pessoas sem transtornos mentais. O abuso de substâncias psicoativas foi significativamente associado a maiores níveis de felicidade em relação a dependência de substâncias. |
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Estudo transversal. |
Identificar perfis universais de vivências de espiritualidade. Além disso, relacionar esses perfis com a prevalência de psicopatologias como a depressão, ansiedade e transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas. |
Em relação aos transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas, pessoas com perfil espiritualmente integrado e o perfil que não busca a espiritualidade se mostraram mais protegidos contra transtornos relacionados ao uso de álcool; o perfil espiritualmente integrado foi o mais protegido contra transtornos relacionados ao uso de cannabis; já o perfil em emergência espiritual foi o que apresentou maior risco à transtornos relacionados com ambas as substâncias. Comparado com o perfil espiritualmente integrado; o perfil em emergência espiritual tem 14 vezes mais chance de dependência em cannabis, e quase 20 vezes mais chance de dependência de álcool. |
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Estudo teórico. |
Desenvolver um modelo de recuperação do uso de substâncias psicoativas compatível com a orientação espiritual adotada por muitos membros dos Alcoólicos Anônimos. |
Uma recuperação baseada na espiritualidade para o tratamento de pessoas com transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas pode ser útil. A espiritualidade pode ser considerada a partir do conceito de qualidade de vida; uma série de critérios diagnósticos baseados na espiritualidade podem ser usados para uma melhor compreensão do aspecto espiritual da recuperação e podem ser associados à experiência do tratamento dos 12 passos. |
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Análise temática. |
Explorar o entendimento subjetivo da experiência de adolescentes usuários de substâncias psicoativas ao longo de um programa de tratamento baseado em forças e virtudes. |
Os aspectos do programa de tratamento para o uso de substâncias mais reportados como úteis foram: a assistência em identificar suas forças e virtudes, e o aprendizado de como usá-las para enfrentar seus desafios. As forças e virtudes mais citadas como úteis no tratamento são as relacionadas com habilidades interpessoais. |
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Estudo teórico. |
Discutir implicações do modelo teórico de resiliência, incluindo o impacto do processo transgeracional de pais/filho nos riscos biológicos e ambientais e posterior uso indevido de substâncias. |
A elucidação dos processos interativos pais-filho aumenta a compreensão de maneiras de redução de impactos dos fatores de risco para uso indevido de substâncias no futuro; os responsáveis por promover prevenção devem usar essa compreensão para selecionar ou desenvolver programas de prevenção focados na família. |
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Estudo transversal. |
Investigar a prevalência da depressão em uma amostra de usuários de drogas injetáveis na China. Investigar a hipótese de que fatores de proteção como esperança, resiliência e apoio familiar, bem como fatores de risco, estão associados a menor ou maior grau de depressão entre usuários de drogas injetáveis na China. |
Participantes que tinham uma maior pontuação nas medidas de esperança; resiliência e apoio familiar tiveram escores significativamente mais baixos nas medidas de depressão. |
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Estudo empírico quantitativo. |
Avaliar as relações de forças de caráter com os comportamentos e atitudes sexuais de risco, como o uso de substâncias psicoativas, em adolescentes afro-americanos. |
O amor pelo aprendizado foi a única força de caráter significativamente relacionada com a abstinência de drogas na amostra de adolescentes. Além disso, o amor pelo aprendizado foi a única força de caráter fortemente associada a menores comportamentos de risco entre os adolescentes. |
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Estudo empírico quantitativo. |
Investigar a associação entre a responsabilidade social com o comportamento sexual de risco e o uso de substâncias ilícitas em homens que fazem sexo com homens. |
Maiores escores nas escalas de responsabilidade social foram negativamente associados ao uso de ecstasy, cocaína, cetamina, flunitrazepam, GHB e heroína; não foram encontradas associações significativas entre responsabilidade social e o uso de maconha, álcool, metanfetamina e poppers.
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Estudo exploratório quantitativo e qualitativo. |
Explorar o perfil de forças de adolescentes, entre 14 e 17 anos, admitidos em um Centro de Tratamento de Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias Psicoativas, e observar se essas forças variam em relação a características ambientais e ao uso construtivo do tempo. |
Os adolescentes tiveram uma média de três forças identificadas na admissão, 9% dos adolescentes não apresentaram a identificação de nenhuma força; as habilidades interpessoais foram as forças mais prevalentes na amostra, seguidas de inteligência genérica. O sexo feminino, pais sem ensino médio completo, dependência de substâncias e menor duração de períodos de sobriedade foram associados a menor identificação de forças. Adolescentes com menor número de forças identificadas foram mais propensos a ter menos dias de sobriedade de maneira significativa em relação aos adolescentes com mais forças identificadas. |
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Questionário online randomizado. |
Comparar os resultados de um questionário online randomizado que avalia a amplitude de repertório de pensamento-ação com os dados de pesquisa anterior sobre a eficácia de uma variedade de exercícios breves e autoadministrados de felicidade em uma amostra de pessoas com transtornos relacionados ao uso de substâncias em tratamento ou em busca de tratamento. |
Uma maior felicidade momentânea verificada após a realização dos exercícios de felicidade foi positivamente relacionada com um maior repertório de ação em indivíduos em tratamento de transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas. Exercícios breves e autoadministrados de felicidade tem o potencial de ampliar o repertório de pensamento-ação nesses indivíduos. |
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Estudo empírico quantitativo e qualitativo. |
Examinar a relação entre o funcionamento adaptativo e comportamentos de risco desde a adolescência até o início da vida adulta. |
O estudo apontou que um bom funcionamento adaptativo é um fator protetivo ao uso de substâncias psicoativas no início da adolescência, porém esse fator protetivo diminuiu significativamente ao longo da adolescência. Ademais, adolescentes com alto grau de funcionamento adaptativo têm significativamente mais chances de se manterem, ao longo da adolescência, no grupo de menor risco para uso de substâncias psicoativas. |