MÉTODOGS DE AMOSTRAGEM E NÚMERO DE TORAS DE MADEIRA PARA DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE

Danilo Barros Donato Renato Vinícius Oliveira Castro Angélica de Cássia Oliveira Carneiro Ana Márcia Macedo Ladeira Carvalho Benedito Rocha Vital Rosimeire Cavalcante dos Santos Sobre os autores

RESUMO

Este trabalho teve como objetivo comparar duas metodologias de amostragem, a amostragem casual simples (ACS) e a amostragem casual estratificada (ACE), com o propósito de determinar o número ótimo de amostras de madeira em tora para obter o teor de umidade da população. Foram consideradas diferentes porcentagens de erro admissível (5, 10, 15 e 20%) para cada metodologia de amostragem. Na condução do trabalho foram amostradas aleatoriamente, de um lote de 250 st de madeira, 144 toras e distribuídas em quatro classes de diâmetro. Em seguida, determinou-se o teor de umidade dessas amostras, e a partir desses valores foram calculadas as estimativas populacionais (média, desvio-padrão, variância, coeficiente de variação e erro-padrão) pela ACS e pela ACE, determinando assim o número ótimo de toras (n) a serem amostradas nas diferentes porcentagens do erro admissível adotadas neste estudo, a 95% de probabilidade. De acordo com os resultados, o número de toras a serem amostradas pela ACS para cada erro admissível 5, 10, 15 e 20% foi, respectivamente, 214, 55, 25 e 14 toras; para a ACE (proporcional) foi 141, 35, 16 e 9; e para ACE (ótima) foi 136, 34, 15 e 8. Concluiu-se que o método de amostragem mais indicado para este estudo, considerando um mesmo erro admissível, foi a ACE.

Palavras-Chave:
Amostragem casual simples; Amostragem casual estratificada; Classe de diâmetro

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