| Levy et al.(18)
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TCPM: Líquido nas células da mastoide e nos seios paranasais, com nível de material hiperdenso em 25% dos corpos. Líquido na traqueia subglótica, nos brônquiosfonte e em brônquios de segunda ordem, com líquido espumoso em 21% e material denso em 50%. Pavimentação em mosaico nos pulmões. Derrame pleural bilateral. Distensão gástrica com sedimento denso no conteúdo em 21%. Edema e congestão pulmonar em 100%. Autópsia: Material hiperdenso nos seios paranasais (25%), vias aéreas (50%) e estômago (21%) na mesma proporção que na TCPM. A presença de líquido espumoso nas vias aéreas só foi confirmada em 19% dos casos. A autópsia identificou escoriações faciais e em extremidades, e pequenas contusões em 54%, bem como fraturas ocultas na calota craniana e arco costal em 2 casos, não identificados na TCPM. |
| Christe et al.(2)
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TCPM: Líquido nos seios paranasais em 100%, especialmente nos maxilares e esfenoidais. Conteúdo nas vias aéreas em 100% dos casos, sendo 30% denso e 70% líquido, a maior parte nos brônquios principais. 40% do volume traqueal preenchido por líquido; líquido na faringe em 80%. Pavimentação em mosaico em 60% e edema pulmonar em 50% dos corpos. Derrame pleural em 70%. Hemodiluição no átrio direito (densidade 50 UH). Distensão do estômago e do duodeno. Autópsia: Todos os casos apresentaram algum conteúdo nas vias aéreas. 33% do volume traqueal preenchido por líquido; líquido na faringe em 50%; pavimentação em mosaico em 60%; derrame pleural em 80%; distensão do estômago semelhante à TCPM. Achado clássico de manchas de Paltauf em 70% dos casos. |
| Usui et al.(7)
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TCPM: Achados pulmonares classificados em: TIPO 1 (34%): opacidades em vidro fosco difusas com espessamento intersticial (pavimentação em mosaico); TIPO 2 (41%): nódulos centrolobulares mal definidos e opacidades em vidro fosco difusas; TIPO 1 + TIPO 2 (11%); TIPO 3: consolidação (5%); TIPO 4: enfsema e/ou fibrose (4%); e TIPO 5: inclassificável (4%). Autópsia: TIPO 1: edema acentuado (97% dos casos). Superfície do pulmão cortado com aparência protuberante vermelhotijolo e grande quantidade de líquido transparente vermelho e espuma branca e/ou sanguinolenta saindo de cada superfície de corte e brônquios. TIPO 2: superfície de corte protuberante e avermelhada semelhante ao TIPO 1, porém com menos edema. Espuma branca ausente. TIPO 4: fibrose pulmonar. |
| Plaetsen et al.(12)
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TCPM: Líquido nos seios maxilares e etmoidais (98%), esfenoidais (88%) e frontais (83%). Densidade do líquido nos seios maxilares direito e esquerdo foi 19 UH e 20 UH, respectivamente. Líquido nas células das mastoides em 12%, nas cavidades nasais em 78% (espumoso em 54%), na nasofaringe em 98% (espumoso em 40%), na orofaringe em 95% (espumoso em 40%) e na traqueia em 83%. Opacidades em vidro fosco nos pulmões em 89% e consolidação em 11%, sendo que em 54% eram difusas, em 27% era desigual (mosaico) e em 15% predominavam nas bases e porções posteriores. Derrame pleural em 71%, mais encontrado nos afogados em água salgada. Rebaixamento da hemicúpula diafragmática direita. Densidade do sangue na veia cava inferior: 60 UH; no átrio direito: 59 UH (afogados em água doce). Derrame pericárdico. Líquido em uma (91%) ou duas (49%) partes do esôfago. Distensão líquida do estômago, com conteúdo em múltiplas camadas em 27%. Distensão do duodeno (34%) e do jejuno (32%). Autópsia: Líquido espumoso foi menos observado, confirmando a natureza transitória desse achado. A mensuração de hemodiluição no átrio direito e na veia cava inferior foi menos reprodutível e mais demorada pelo teste do papel absorvente. |
| Kawasumi et al.(8)
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TCPM: Líquido nos seios maxilares e esfenoidais em afogados em água salgada e doce. Densidade desse líquido significativamente maior nos afogados em água salgada (47,28 UH) do que em água doce (32,56 UH). Autópsia: Todos os casos de afogamento molhado. Ausência de fraturas no crânio e nos ossos da face. |
| Leth e Madsen(15)
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TCPM: Volume dos pulmões: 3.136 cm3. Densidade dos pulmões: -1.073 UH. Densidade do sangue no ventrículo direito: 35 UH (afogados em água doce) e 40 UH (água salgada). Densidade do sangue no tronco da artéria pulmonar: 52 UH (afogados em água doce) e 54 UH (em água salgada). Autópsia: Peso dos pulmões: 1.337 g. Densidade pulmonar: 448 g/litro. A densidade pulmonar em afogados era significativamente menor do que em corpos mortos por outras causas. |
| Gotsmy et al.(19)
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Camadas de conteúdo gástrico nas proporções: uma camada em 41,8%, duas em 40% e três em 18,2% dos corpos. Camadas superiores frequentemente mais hipodensas do que as inferiores. Quando havia três camadas, a superior sempre consistia de material espumoso, enquanto as inferiores continham componentes mais densos. Autópsia: Camadas de conteúdo gástrico nas proporções: uma camada em 50,9%, duas em 34,5% e três em 12,7%. Identificada discrepância significativa entre o número de camadas de conteúdo gástrico observado na autópsia e na TCPM em 28 dos 55 casos. |
| Kakimoto et al.(5)
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TCPM: Volume de líquido nos seios maxilares significativamente maior em afogados. Volume total de líquido nos seios maxilares > 1,04 mL foi mais útil em indicar afogamento que um volume de derrame pleural > 175 mL e peso pulmonar > 829 g. A combinação de líquido nos seios maxilares e volume de derrame pleural foi mais efetiva em predizer afogamento que um índice isolado. O volume de líquido nos seios maxilares foi menos influenciado pelo tempo post-mortem, até 1 semana após a morte. Autópsia: Volume de derrame pleural significativamente maior em afogados. Peso pulmonar médio de 1.093 g. |
| Heo et al.(9)
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TCPM: Volume de líquido nos seios esfenoidais: média de 2,7 ± 2,8 mL e mediana de 1,65 mL. Autópsia: Volume de líquido nos seios esfenoidais: média de 1,9 ± 1,7 mL e mediana de 1,55 mL. |