| Primeiro Programa de Cooperação para a Prospecção de Recursos Minerais (Brasil e EUA) |
1940 |
Realizado um levantamento das reservas de recursos minerais no Brasil, o que forneceu ao governo norte-americano informações sobre elas. |
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| Moção da ABC |
28 /08 1945 |
Divulgada na mídia, uma moção da Academia Brasileira de Ciências sobre o emprego de bombas atômicas e pela paz. |
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| Primeiro Acordo Atômico entre os EUA e o Brasil |
09/1945 |
Acordo secreto. Venda do Brasil aos EUA de 5.000 toneladas de areias monazíticas durante 3 anos. |
Dutra o ratificou, mesmo com parecer contrário do Conselho de Segurança Nacional. |
| Criada a Comissão de Energia Atômica da ONU |
24/01 1946 |
Em junho a delegação dos EUA propõe (Plano Baruch) a criação de um controle internacional das jazidas e usinas atômicas. |
A delegação brasileira, chefiada por Álvaro Alberto, se opôs ao plano. |
| Criada a Comissão de Energia Atômica dos EUA (AEC) |
30/07 1946 |
A legislação norte-americana define o monopólio estatal sobre materiais físseis e o controle sobre o intercâmbio de informação com outros países no domínio nuclear. |
Oppenheimer era o presidente do conselho consultivo de cientistas nucleares da AEC. Não foi reconduzido em 1952. |
| Criada a Comissão de Estudos e Fiscalização de Minerais Estratégicos |
1947 |
Álvaro Alberto propõe, sem êxito, a criação da “linha de compensação específica” para a venda de minerais atômicos em troca de assistência nuclear. |
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| Criação da SBPC |
Julho 1948 |
A SBPC teria um papel importante junto à comunidade científica e à sociedade nas questões sobre ciência e política nuclear. |
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| Criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) |
15/01 1949 |
Cientistas, com destaque para Lattes e Leite Lopes, apoiados por militares e empresários nacionalistas, criam o CBPF, uma instituição de direito privado. |
Neste ano o governo compra a Orquima, usina de processamento de areias monazíticas. |
| Apelo de Estocolmo |
15/03 1950 |
O Conselho Mundial da Paz, apoiado pela URSS, aprova o Apelo de Estocolmo pela proibição absoluta das armas nucleares. |
No Brasil, cerca de 3 milhões de pessoas assinam o Apelo de Estocolmo. |
| Criação do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq) |
15/01 1951 |
Órgão governamental, sob a supervisão direta do Presidente da República, para apoio à pesquisa, em particular na área nuclear. |
Álvaro Alberto tem papel de destaque na criação, como Lattes e outros cientistas e entidades (ABC). |
| Segundo Acordo Atômico com os EUA |
21/02 1952 |
EUA receberiam 2,5 mil toneladas de areias monazíticas beneficiadas, anualmente, durante três anos, incluindo subprodutos como o tório e terras raras. |
No final do primeiro ano, os EUA, após adquirir toda cota de tório, não dá continuidade ao acordo. |
| Criação da CEME no Ministério de Relações Exteriores |
02 1952 |
Criação da Comissão de Exportação de Materiais Estratégicos Exteriores, encarregada da venda ao exterior de minérios (urânio, tório, …). |
Substitui o CNPq no controle das atividades sobre aproveitamento da energia nuclear. |
| Simpósio na ABC |
Julho 1952 |
Simpósio sobre Novas Técnicas de Pesquisa em Física, com apoio do CNPq. |
Presença de I. Rabi, E. Wigner e físicos brasileiros. |
| Criação do IPR |
Agosto 1952 |
Criado o Instituto de Pesquisas Radioativas em Belo Horizonte. |
O reator de pesquisa TRIGA seria inaugurado em 1960. |
| Primeira visita de Oppenheimer |
1953 |
A visita ocorreu entre 25/06 e 01/8/1953. |
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| “Átomos pela Paz” |
12/1953 |
Campanha lançada na ONU, pelo Presidente Eisenhower dos EUA. |
Oppenheimer exerceu influência no processo. |