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Estágios curriculares na Graduação Médica. Apreciação pelos alunos

Resumo:

O conhecimento das opiniões discentes sobre o curso frequentado é um dos componentes a ser considerado na avaliação do ensino. A Famed/UFRCS vem aplicando questionários aos alunos de graduação desde 1991 para avaliação da aquisição de habilidades psicomotoras básicas, selecionadas nos seguintes estágios curriculares: Fisiatria, Anestesia, Ginecologia-Obstetrícia, Técnica Operatória, Urgência-Emergência, Otorrinolaringologia, Pediatria e Medicina Interna. Nas questões abertas, dos formulários pós-realização dos estágios, foram registrados 976 comentários espontâneos de alunos. Na presente etapa do processo de avaliação, este trabalho analisa o teor dos comentários. A análise qualitativa das informações emitidas pelos alunos, nos diferentes estágios, definiu seis categorias principais de opiniões: MÉRITOS, INTEGRAÇÃO, ESTRUTURA, DOENTES, ORGANIZAÇÃO e AVALIAÇÃO. A recodificação dos dados segundo ELOGIOS, CRÍTICAS e SUGESTÔES possibilitou a confrontação dos comentários elogiosos e críticos pelo teste Z. Em seis estágios, o percentual de críticas ultrapassou 80%. Os melhores resultados foram obtidos por Ginecologia-Obstetrícia e Medicina Interna, com 42,3% e 29,2%, respectivamente, no item Méritos. Os resultados predominantemente negativos desta avaliação refletem um processo de ensino-aprendizagem, em diversas áreas de treinamento, desacoplado das necessidades da graduação médica, na ótica dos alunos. Essas opiniões deveriam estimular a revisão crítica dos dados pelos professores.

Palavras-chave:
Ensino médico de graduação; Questionários; Avaliação do ensino; Estágios curriculares

Summary:

The medical students' opinion about the course is one of the elements to be considered in the evaluation process. Since 1991, the Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRCS), applied questionnaires to undergraduates for the evaluation of the acquisition of basic motor skills in the following apprenticeships: Physiatrics, Anestesiology, Ginecology­Obstetrics, Operatory Technics, Emergency, Otorrinolaringology, Pediatrics and Internal Medicine. After termination of the training programs, the open-ended question of the questionnaires registered 976 spontaneous comments. ln this report we analyse these comments. The qualitative analysis of the students opinions produced the following six categories: merits, integration, structure, teachers, organization and evaluation. Through data's recodification on merits, critics and suggestions, merits and critics were confronted by the Z test. ln six areas of training the percentual of critics exceeded 80%. Better results for merits were reached by Ginecology-Obstetrics (42.3%) and Internal Medicine (29.2%). This survey shows that the training courses are by far below the students needs. This evidence should mobilize a critical review from the curricula organizers.

Keywords:
Undergraduate medical teaching; Questionnaires; Evaluation; Apprenticeship

INTRODUÇÃO

Na área do ensino médico, a preocupação com a avaliação, evidenciada nas últimas duas décadas, vem-se transformando num processo contínuo de diagnóstico 1010. MEZZAROBA, L. Avaliação Educacional na Área da Saúde. Rev. Bras. Educ. Méd . 20(2/3):27-31, maio/dez. 1996.. O conhecimento das opiniões discentes sobre o curso frequentado é um dos componentes a ser considerado na avaliação do ensino1313. SOBRAL, D.T. Avaliação do Desempenho Docente Baseada nas Percepções dos Alunos: Efeitos da Mudança do Estilo de Ensino. Rev. Bras. Educ. Méd ., 9 (1): 20-4, jan./ abril, 1985..

Em diversos artigos, encontramos o aluno como fonte subjetiva de avaliação sobre o próprio aprendizado, indiretamente sobre o ensino oferecido1212. SOBRAL, D.T. O papel docente em Medicina: Avaliação pelos estudantes. R. Bras. Educ. Méd ., 7(1 ):9-13, jan./ abr.1983.),(1515. SOUZA, C. et alii. O ensino de genética na Medicina: como os alunos percebem a genética clínica. Rev. Bras. Educ. Méd ., 20 (2/3): 33-40 maio/ dez. 1996. e seu nível de capacitação99. MAGALDI, C. & MONTELLT, A.C. Habilidades necessárias para a formação do médico geral. R. Bras. Educ. Méd., 9(3):154-8, set./ dez.1985.. O método pode ainda ser combinado com uma verificação externa de conhecimento88. GOOOY, S. M. P. V. et alii. Experiência de inovação no processo de avaliação da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas. Educ. Méd. Salud., 18(1): 62-73, 1984.),(1111. QUADRA, A. A. F. Revendo uma experiência de auto­avaliação do estudante de Medicina. R. Bras. Educ. Méd ., 8(3):197-199, set./dez.1984..

Mesmo que a opinião dos alunos atendesse a todos os requisitos de fidedignidade, a avaliação isolada das oportunidades de aprendizagem de habilidades técnicas seria insuficiente para garantir a correção do ensino ministrado. Em sintonia com Sobral, "mudanças na expressão visível do aprendizado não decorrem isoladamente das intervenções dos agentes (aprendiz ou avaliador)" e mais, "inexistem, na prática, informações completas (transparentes) sobre as circunstâncias do aprendizado médico"1414. SOBRAL, D.T. Desafios da Avaliação do Aprendizado: Dificuldades e Oportunidades. Rev. Bras. Educ. Méd ., 20 (2/3):7-11, maio/dez, 1996..

Qual é, então, o valor do julgamento do aluno sobre seu aproveitamento? Acreditamos que as melhorias no processo de ensino podem beneficiar-se da utilização conjunta de diversas modalidades de pesquisa, nas quais, paulatinamente, as questões e seus manejos se tornem mais claros, com os diferentes recortes de cada investigação compondo um progressivo horizonte de significado.

Inserido nessa perspectiva, o "Projeto Integrado de Avaliação do Ensino", iniciado em 1991 na Famed/UFRGS, dedicou-se à avaliação do ensino de habilidades, ao longo de quatro anos, procurando estabelecer, a partir da ótica dos alunos, as oportunidades de assistência e desempenho de habilidades consideradas indispensáveis à formação do médico geral11. ARENSON-PANDIKOW, H. M.; BORDIN, R.; SILVA, J. O.; MOREIRA NETO, R. Habilidades básicas em Gineco-Obstetricia: comparação entre disciplinas de graduação. Jornal Bras. Ginec., 105 (4): 153-7, 1995.), (22. ARENSON-PANDIKOW, H. M.; BORDIN, R.; WOLFF, J. M. R.; BRUM, M. C. B. Estágio em Urgência e Emergência: Projeto Integrado de Avaliação do Ensino Médico. Rev. Bras. Educ. Méd., 18 (3): 116-20, 1994.), (33. ARENSON-PANDIKOW, H. M.; BORDIN, R.; KRIMBERG, M.; STODUTO, F. D. Técnica Operatória: Projeto Integra do de Avaliação do Ensino Médico. Acta Cirúrgica Brasileira, 9 (4): 201-4, 1994.), (44. BARBOSA, J. V.; SANTOS, A.C.; BORDIN, R.; ARENSON­PANDIKOW, H. M. Fisiatria: Projeto Integrado de Avaliação do Ensino Médico. Rev. Bras. Educ. Médica 18 (2): 65-7, maio/agosto, 1994.), (55. BORDTN, R.; ARENSON-PANDIKOW, H.M.; BARBOSA, J.V.; KRIEGER, C.A.M. - Pediatria: Projeto Integrado de Avaliação do Ensino Médico. Rev. Educ. Méd. y Salud 28 (2): 279-86, 1994.), (66. BORDIN, R.; ARENSON-PANDIKOW, H.M.; STODUTO, F.M. Introdução à Prática Médica: avaliação do treinamento em habilidades psicomotoras. Rev. HCPA, 13 (2): 73-6, Agosto 1993.), (77. BORDTN, R.; ARENSON-PANDIKOW, H. M.; BOECK, M. R. Otorrinolaringologia: Projeto Integrado de Avaliação do Ensino Médico. Rev. Bras. de Otorrinolaringologia, 60 (3): 212-5, 1994..

Os resultados obtidos seriam úteis à ordenação dos objetivos de aprendizado, de acordo com as condições disponíveis nas áreas de ensino, tendo, sobretudo, valor preventivo em relação ao Internato, onde as lacunas previamente identificadas podem vir a ser sanadas.

Neste trabalho, iremos nos ocupar das respostas à questão aberta do final do questionário pós-estágio, que solicitava aos alunos: comentários, sugestões e críticas.

MÉTODOS

Questionários foram aplicados aos alunos de graduação, regularmente matriculados de janeiro de 1991 a dezembro 1994, nas seguintes áreas de treinamento médico: Medicina Interna (MI), Pediatria (PED), Gineco-Obstetrícia (G-O), Otorrinolaringologia (ORL), Técnica Operatória (TO), Urgência-Emergência no Hospital de Pronto Socorro (HPS), Fisiatria (FIS) e Anestesia (Anes).

A Tabela 1 caracteriza sinteticamente as áreas de ensino e a população estudada.

Tabela 1
Áreas e população estudada

As respostas à questão aberta dos formulários pós-estágio tiveram seu conteúdo analisado segundo informações concordantes, lançadas pelos alunos nos diferentes estágios. Essas respostas concordantes definiram seis categorias principais de opiniões, que foram agrupadas segundo:

  • MÉRITOS (elogios);

  • INTEGRAÇÃO (deficiências vinculadas às atividades dos alunos na internação/ ambulatório/ emergência/ unidades cirúrgicas: baixa interação teoria versus prática, pobreza de atribuições na equipe);

  • ESTRUTURAÇÃO (hospital/ corpo clínico/ estágio: inadequados para as necessidades da graduação médica);

  • DOCENTES (participação insuficiente e/ou desvinculada dos objetivos dos estágios);

  • ORGANIZAÇÃO (aproveitamento prejudicado por deficiências no currículo ou plano de ensino dos estágios: du­plicação ou ausência de conteúdos; má distribuição dos estágios; tempo real ocioso - mas não na grade curricular - pela assistência a atividades dirigidas à equipe, mas pouco úteis ao acadêmico);

  • AVALIAÇÃO (dissociada do conteúdo programático).

As oito áreas de ensino foram avaliadas quantitativamente pelas frequências de respostas por categorias de opinião e, nessas, o percentual de respostas em relação ao total.

Os dados qualitativos, codificados segundo ELOGIOS, CRÍTICAS e SUGESTÕES, foram expressos em percentuais globais. A valoração da crítica sobre o elogio foi, a seguir, realinhada pela aplicação do teste Z aos dados.

RESULTADOS E COMENTÁRIOS

As frequências de respostas nas seis categorias de opiniões, por área de treinamento avaliada, são apresentadas na Tabela 2. Observa-se que os níveis percentuais foram superiores para as categorias relativas à ESTRUTURAÇÃO dos estágios para as necessidades da graduação médica, desempenho dos DOCENTES e ORGANIZAÇÃO do ensino. As manifestações dos alunos foram menos frequentes para as categorias INTEGRAÇÃO do aprendiz nas diversas unidades de assistência, sistema de AVALIAÇÃO adotado e MÉRITOS (elogios a diversos aspectos dos estágios). Estas três categorias não alcançaram 30% no conjunto das respostas.

Tabela 2
Frequência (I) de respostas à questão aberta do pós-teste nos seis aspectos (categorias principais) abordados pelos alunos, por área de treinamento, com os respectivos percentuais (%) em relação ao total de respostas

Na redistribuição global das respostas de apreciação dos alunos (Tabela 3), verifica-se a predominância das CRÍTICAS (54%) sobre os ELOGIOS (14,4 %). As SUGESTÕES (31,6 %) mais frequentemente apontadas estiveram quase sempre ligadas aos problemas de ORGANIZAÇÃO (41,3%) e participação DOCENTE (24,2%).

Tabela 3
Frequências globais de ELOGIOS, CRÍTICAS E SUGESTÕES emitidos pelos alunos na questão aberta do pós-teste, no conjunto dos oito estágios avaliados

Na Tabela 4, constata-se que a análise verificada em termos de ELOGIOS e CRÍTICAS reforça a visão negativa dos respondentes quanto aos seus estágios, sendo que as frequências maiores de comentários elogiosos recaíram nas áreas de Gineco-Obstetrícia e Medicina Interna. A aplicação do teste Z estabelece a relação real da proporção entre os elogios e críticas.

Tabela 4
Confronto, pelo teste Z entre as frequências (f) e percentuais (%) de ELOGIOS e CRÍTICAS, emitidos pelos alunos na questão aberta do pós-teste, por área de treinamento

DISCUSSÃO E CONCLUSÕES

O uso de questões abertas para comentários anônimos dos alunos sobre a qualidade do treinamento em área médica não é novo1313. SOBRAL, D.T. Avaliação do Desempenho Docente Baseada nas Percepções dos Alunos: Efeitos da Mudança do Estilo de Ensino. Rev. Bras. Educ. Méd ., 9 (1): 20-4, jan./ abril, 1985.. O método contorna aspectos ligados à relutância natural do professor em criticar sua área de atuação e do próprio estudante, que teme comprometer seu acesso à residência médica.

Nesta enquete, os pareceres dos alunos, em diferentes estágios, definiram seis indicadores do processo educativo no ciclo profissionalizante da Famed/UFRGS, comuns a todas as áreas de avaliação.

Nesse sentido, a primeira constatação que se fez, quanto aos MÉRITOS dos estágios, foi a escassez de referências elogiosas, excetuando-se a Gineco-Obstetrícia (42,3%) e a Medicina Interna (29,2%).

Os resultados dominantemente negativos desta avaliação enquadram-se no contexto da falta de envolvimento dos DOCENTES, ORGANIZAÇÃO deficitária dos estágios e ESTRUTURAÇÃO dos estágios não dirigida para o estudante de graduação.

No caso do HPS, deve ser ressalvado que as atividades priorizam a cobertura assistencial de urgências médicas, reali­zada na maioria das vezes por profissionais não-docentes e numa instituição não voltada para o ensino de graduação.

No que diz respeito às demais áreas de treinamento, torna-se evidente, no enfoque dos alunos, que os recursos disponíveis parecem continuar desacoplados da graduação médica.

É necessário ter em conta que, ao final do questionário pós-estágio, por estar o aluno se sentindo frustrado ou lesado, poderia estar exagerando nas críticas. No entanto, a relativa homogeneidade das respostas emitidas em cada área reforça o nível de consistência das observações.

Em síntese, nossos resultados indicam que as opiniões críticas dos alunos podem estar refletindo um processo de ensino-aprendizagem insatisfatório. Estas constatações poderão ser úteis para reflexões e revisão crítica por parte dos professores.

AGRADECIMENTO

Ao professor José Roberto Goldim, Assessor do Grupo de Pesquisa e Pós-Graduação do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, pelo auxílio com a análise estatística deste trabalho.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • 1
    ARENSON-PANDIKOW, H. M.; BORDIN, R.; SILVA, J. O.; MOREIRA NETO, R. Habilidades básicas em Gineco-Obstetricia: comparação entre disciplinas de graduação. Jornal Bras. Ginec., 105 (4): 153-7, 1995.
  • 2
    ARENSON-PANDIKOW, H. M.; BORDIN, R.; WOLFF, J. M. R.; BRUM, M. C. B. Estágio em Urgência e Emergência: Projeto Integrado de Avaliação do Ensino Médico. Rev. Bras. Educ. Méd., 18 (3): 116-20, 1994.
  • 3
    ARENSON-PANDIKOW, H. M.; BORDIN, R.; KRIMBERG, M.; STODUTO, F. D. Técnica Operatória: Projeto Integra do de Avaliação do Ensino Médico. Acta Cirúrgica Brasileira, 9 (4): 201-4, 1994.
  • 4
    BARBOSA, J. V.; SANTOS, A.C.; BORDIN, R.; ARENSON­PANDIKOW, H. M. Fisiatria: Projeto Integrado de Avaliação do Ensino Médico. Rev. Bras. Educ. Médica 18 (2): 65-7, maio/agosto, 1994.
  • 5
    BORDTN, R.; ARENSON-PANDIKOW, H.M.; BARBOSA, J.V.; KRIEGER, C.A.M. - Pediatria: Projeto Integrado de Avaliação do Ensino Médico. Rev. Educ. Méd. y Salud 28 (2): 279-86, 1994.
  • 6
    BORDIN, R.; ARENSON-PANDIKOW, H.M.; STODUTO, F.M. Introdução à Prática Médica: avaliação do treinamento em habilidades psicomotoras. Rev. HCPA, 13 (2): 73-6, Agosto 1993.
  • 7
    BORDTN, R.; ARENSON-PANDIKOW, H. M.; BOECK, M. R. Otorrinolaringologia: Projeto Integrado de Avaliação do Ensino Médico. Rev. Bras. de Otorrinolaringologia, 60 (3): 212-5, 1994.
  • 8
    GOOOY, S. M. P. V. et alii. Experiência de inovação no processo de avaliação da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas. Educ. Méd. Salud., 18(1): 62-73, 1984.
  • 9
    MAGALDI, C. & MONTELLT, A.C. Habilidades necessárias para a formação do médico geral. R. Bras. Educ. Méd., 9(3):154-8, set./ dez.1985.
  • 10
    MEZZAROBA, L. Avaliação Educacional na Área da Saúde. Rev. Bras. Educ. Méd . 20(2/3):27-31, maio/dez. 1996.
  • 11
    QUADRA, A. A. F. Revendo uma experiência de auto­avaliação do estudante de Medicina. R. Bras. Educ. Méd ., 8(3):197-199, set./dez.1984.
  • 12
    SOBRAL, D.T. O papel docente em Medicina: Avaliação pelos estudantes. R. Bras. Educ. Méd ., 7(1 ):9-13, jan./ abr.1983.
  • 13
    SOBRAL, D.T. Avaliação do Desempenho Docente Baseada nas Percepções dos Alunos: Efeitos da Mudança do Estilo de Ensino. Rev. Bras. Educ. Méd ., 9 (1): 20-4, jan./ abril, 1985.
  • 14
    SOBRAL, D.T. Desafios da Avaliação do Aprendizado: Dificuldades e Oportunidades. Rev. Bras. Educ. Méd ., 20 (2/3):7-11, maio/dez, 1996.
  • 15
    SOUZA, C. et alii. O ensino de genética na Medicina: como os alunos percebem a genética clínica. Rev. Bras. Educ. Méd ., 20 (2/3): 33-40 maio/ dez. 1996.
  • 1
    Trabalho realizado no Núcleo de Avaliação em Anestesia (Nava), Departamento de Cirurgia - Faculdade de Medicina (Famed) - UFRGS - Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA).

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    23 Set 2020
  • Data do Fascículo
    Jan-Apr 1998
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