| Autor (es) |
Nível de evidência |
Objetivo |
Desenho metodológico |
Amostra |
Principais resultados |
| Manuzet et al.10 2017 |
I |
Avaliar a eficácia de programas organizados de exercício físico dedicado a mulheres idosas sedentárias. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na pós-menopausa tardia, com idade >55 anos (média 65 - 73 anos), sem contraindicações para realização de exercício físico. |
Após duas semanas de treinamento físico de intensidade moderada houve uma melhora significativa dos parâmetros metabólicos (lipídicos) além de redução da PAS e PAD. Além disso, houve diminuição em 10 anos do risco de doenças cardiovasculares. |
| Mendoza et al.11 2016 |
IV |
Determinar os benefícios do exercício físico após a menopausa. |
Estudo descritivo |
Mulheres na pós-menopausa inicial e tardia, sem idade média estipulada, de sociedades científicas espanholas relacionadas com a prática de exercício físico e menopausa. |
A literatura demonstra que a prática de exercício físico sincronizada reduz o risco de fratura óssea e atua no sistema cardiovascular com redução dos níveis de PA, além do aumento dos níveis de HDL. |
| Gudmundsdottir et al.12 2013 |
IV |
Avaliar a associação entre atividade física e fatores de risco metabólicos em mulheres que estavam na pré-menopausa. |
Estudo qualitativo |
Foram selecionados duas populações sendo o grupo 1 e 2 composto mulheres na pré-menopausa com idade média >40 anos e o grupo 3 composto por mulheres na pós-menopausa inicial e/ou tardia. |
Após 24 meses de exercício físico de intensidade moderada sincronizada o grupo 1 e 2 apresentaram redução do peso e aumento do HDL. Já o grupo 3 evidenciou uma redução do peso, razão cintura-quadril, triglicerídeos e LDL. Neste contexto, o estudo demonstrou que a prática de exercício físico promove benefícios tantos em mulheres na pré e pós-menopausa. |
| Ohta et al.13 2012 |
I |
Examinar o efeito do exercício em banco na VOP e a contribuição associada do fator resistência de insulina, bioatividade e NO. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres no período de pós-menopausa tardia, com idade média de 65-85 anos (excluindo aquelas com patologias cardiometabólicas e ortopédica). Foram criados dois grupos: 1.Grupo exercício de bancada; 2.Grupo controle. |
Após 12 semanas no grupo do exercício de bancada houve melhora do IMC, PAS, glicemia em jejum, LDL e NO em comparação com o grupo controle. |
| Novais et al.14 2017 |
I |
Examinar os efeitos do treinamento do exercício aeróbico nos níveis de GMPc e NO em mulheres pós-menopáusicas hipertensas tratadas e normotensas. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres no período de menopausa inicial e/ou tardio, sedentárias, sendo dois grupos: 1.Mulheres normotensas; 2.Mulheres hipertensas tratadas. |
Após 24 sessões de exercícios aeróbicos, o grupo 2 apresentou um aumento do NO no estado de jejum e aumento na concentração de GMPc. Além disso, ambos os grupos apresentaram redução da PA, gordura corporal e triglicérides. |
| Lavoie et al.15 2013 |
IV |
Determinar as associações sinérgicas da qualidade da dieta e gasto energético do exercício físico nos fatores cardiometabólicos. |
Estudo qualitativo |
Mulheres em pós-menopausa inicial e/ou tardia, sobrepesos ou obesas, entre 46-70 anos, sem uso de terapia de reposição hormonal. |
Após 24 semanas de exercício físico de baixa intensidade sincronizado houve redução do colesterol e melhora no IMC, destacando que associação de dieta e exercício físico promove uma melhor qualidade de vida nas mulheres pós-menopausadas. |
| Hernández-Angeles et al.16 2016 |
IV |
Analisar o efeito do aconselhamento dietético na saúde das mulheres na pós-menopausa. |
Estudo descritivo |
Mulheres na pós- menopausa inicial e tardia sem idade média determinada. |
Os estudos demonstram que a prática de exercício físico regular e sincronizada associada a uma dieta saudável em mulheres menopausadas propicia a redução de peso, tecido adiposo visceral e circunferência abdominal. |
| Soto et al.17 2016 |
I |
Avaliar a influência de um programa exercício físico no risco cardiovascular e qualidade de mulheres na menopausa. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na pós-menopausa inicial e/ou tardia, entre 50-60 anos, sobrepesas e/ou obesas. |
Após três meses de exercícios físicos de intensidade moderada e mudança dos hábitos alimentares, houve redução do peso, do IMC, da pressão arterial e glicemia em jejum e do perfil lipídico. |
| Lesser et al.18 2016 |
I |
Avaliar as mudanças nos fatores de risco cardiometabólicos de mulheres em pós-menopausa no sul da Ásia. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na pós-menopausa inicial e/ou tardia, com a média de 50-60 anos e sobrepesas. |
Após 12 semanas de exercícios aeróbicos houve uma melhora significativa dos níveis de glicose e insulina no organismo. Além disso, houve redução da resistência à insulina, sendo a mesma identificada através do cálculo do índice HOMA-IR. |
| Zheng et al.19 2014 |
I |
Investigar a estimativa de consumo total de energia e biomarcadores associado a riscos cardiovasculares em mulheres na menopausa. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na pós-menopausa tardia com idade média entre 50-79 anos |
Após cinco anos de acompanhamento das mulheres com realização de exercícios físicos de moderada intensidade houve redução significativa dos riscos de ocorrência de diversas doenças cardiovasculares. Além disso, a dieta e exercício físico promove uma melhor qualidade de vida a mulheres pós-menopausa. |
| Son et al.20 2007 |
I |
Examinar o impacto da resistência combinada e treinamento físico sobre a pressão arterial e em mulheres menopausadas com hipertensão. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na pós-menopausa tardia com idade média de 75 anos e hipertensas. Sendo o grupo 1.Controle e grupo 2.Exercício físico moderado. |
Após 12 semanas de exercício físico moderado o grupo 2 apresentou uma melhora da capacidade funcional e composição corporal em comparação ao grupo controle. |
| Casas et al.21 2012 |
IV |
Examinar as associações individuais e combinadas de atividade física de lazer e sono com fatores de risco cardiovascular em mulheres na pós-menopausa. |
Estudo qualitativo |
Mulheres na pós-menopausa tardia com idade média entre 62 e 63 anos, normotensas e não diabéticas, distribuídas em dois grupos: 1. Mulheres em exercício ativo e dieta pobre em gordura, com boa qualidade de sono (>7hs); 2.Mulheres em exercício ativo com má qualidade de sono (<7hs). |
Após 48 meses de exercício físico de moderada intensidade com até 150 minutos/semana, o grupo 1 apresentou menor gordura corporal total, triglicérides e glicemia em jejum quando comparado ao grupo2. |
| Yoshizawa et al.22 2009 |
I |
Determinar os efeitos da ingestão de tripéptidos lácticos com exercício aeróbicos regulares em complacência arterial em mulheres menopausadas. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na pós-menopausa inicial e tardia entre 50-65 anos, foram dividas aleatoriamente em grupo1. Exercícios aeróbicos com ingestão de tripéptidos lácticos; e grupo 2.Mulheres em uso de placebo. |
Após oito semanas de exercícios aeróbicos regulares evidenciou-se que não houve diferencias na complacência arterial basal do grupo1 em relação ao grupo 2. Porém, no grupo 1 houve redução da pressão arterial e nas concentrações plasmáticas de angiotensina II. |
| Rodrigo et al.23 2015 |
I |
Analisar a influência de um programa de exercícios físicos de força em fatores de risco cardiovascular em mulheres pós-menopausa. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres entre 45-69 anos na pós-menopausa tardia com câncer cardiovascular. Sendo grupo 1.Usando exercícios de resistência e grupo 2.Controle. |
Após seis meses de exercícios físicos de resistência no grupo 1 houve redução na pressão arterial, além de melhora na complacência arterial e concentrações plasmáticas de angiotensina II quando comparado ao grupo 2. |
| Lima et al.24 2011 |
I |
Avaliar o efeito de um programa de exercício aeróbio, no controle da pressão arterial de mulheres hipertensas na pós-menopausa. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na menopausa tardia e inicial sem idade média estimada. |
Após 12 semanas de práticas com exercícios aeróbio houve uma redução significativa da pressão arterial de repouso a partir de 30mmHg, além da melhora da capacidade funcional das mulheres submetidas no estudo. |
| Merino et al.25 2013 |
I |
Estudar o impacto de um nível mais baixo do que o recomendado de exercício físico na função vascular e em mulheres pós-menopausa. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na pós-menopausa inicial e tardia sem idade média estimada, sobrepeso e/ou obesa. |
Após quatro meses de exercícios de baixa intensidade por 1 hora e duas vezes por semana houve melhora em diversos parâmetros associados à saúde cardiovascular reduzindo o risco de doenças cardiovasculares, além do aumento das enzimas antioxidantes. |
| Heeren et al.26 2008 |
IV |
Alencar o treinamento físico como importante abordagem na redução de agravos cardiovasculares em mulheres após a menopausa. |
Estudo descritivo |
Mulheres na pós-menopausa inicial e tardia sem idade média estipulada. |
A adoção de um estilo de vida ativo, com práticas de exercícios físicos e hábitos alimentares saudáveis promove inúmeros benefícios na redução dos riscos cardiovasculares como redução da pressão arterial, diminuição dos níveis de LDL e aumento do HDL, além da diminuição do peso corporal. |
| Puga et al.27 2016 |
I |
Examinar os efeitos da administração aguda de l-arginina associada ao exercício aeróbio na pressão arterial em mulheres normotensas na pós-menopausa. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na pós-menopausa inicial e tardia, em média 57 anos e normotensas. Sendo dois grupos: 1. l-arginina + exercício aeróbico; e 2.Controle. |
Após as quatros sessões experimentais foi possível evidenciar que o grupo submetido ao uso da l-arginina em consonância com exercício físico aeróbico apresentou redução nos níveis de pressão arterial diastólica através da redução da atividade simpática, liberação de substância vasodilatadoras e entre outras, em relação ao grupo controle. |
| Figueroa et al.28 2015 |
I |
Investigar os efeitos do treinamento de vibração de corpo inteiro na PAS de tornozelo em mulheres na pós-menopausa. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na pós-menopausa inicial, sem idade média estipulada, pré-hipertensa, hipertensa, sobrepeso ou obesas. Sendo divididos em dois grupos: 1.Exercícios de treinamento de vibração de corpo; e 2.Grupo controle. |
Após três semanas o grupo 1 apresentou redução da pressão arterial sistólica do tornozelo, em comparação ao grupo submetido apenas a exercício físico normal. |
| Arca et al.29 2014 |
I |
Comparar o efeito do exercício aquático com treinamento em terra firme em mulheres hipertensas menopausadas. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres na pós-menopausa inicial e/ou tardia, sem idade média estipulada e hipertensas. Sendo separas em grupos: 1.Exercícios aquáticos; 2.Exercícios em terra; 3.Controle |
Após 12 semanas dos exercícios verificou-se que os grupos 1 e 2 não houve diferenças em relação à pressão arterial basal. Quanto a PAS houve uma redução estatisticamente significativa ±18 mmHg no grupo de exercício aquático e ±10 mmHg no grupo de exercício em terra firme. |
| Swift et al.30 2012 |
I |
Determinar o efeito de diferentes doses de treinamento físico aeróbico na pressão arterial do exercício em mulheres obesas na pós-menopausa. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres pós-menopausa inicial e/ou tardia, sem idade média estipulada, sendo separadas em: 1.Grupo de exercícios; e 2.Grupo não exercício. |
Após seis meses de exercícios de moderada intensidade verificou-se que o grupo 1 apresentou redução da pressão arterial diastólica e peso corporal no em comparação ao grupo 2. |
| Thomopoulos et al.31 2013 |
IV |
Analisar o papel do exercício físico no sistema vascular em mulheres na menopausa. |
Estudo qualitativo |
Mulheres pós-menopausa inicial e/ou tardia, sem idade média estipulada. |
Após três meses de exercícios aeróbicos evidenciou-se que o exercício físico aeróbico desenvolve efeitos favoráveis na complacência da artéria carótida em mulheres menopausadas, além de reduzir os níveis de pressão arterial, diminuindo os riscos cardiovasculares e promovendo uma melhor qualidade de vida. |
| Rossi et al.32 2013 |
I |
Verificar os efeitos de 16 semanas de treinamento combinado aeróbio e resistido na modulação autonômica cardíaca em mulheres na menopausa. |
Estudo controlado randomizado |
Mulheres pós-menopausa inicial e/ou tardia, sem idade média estipulada. Divididos em dois grupos: 1.Grupo de treinamento; e 2.Grupo controle |
Após 16 semanas de treinamento aeróbico e de resistência combinada o grupo 1 foi evidenciado um aumento do sistema parassimpático e redução do sistema simpático em comparação ao grupo 2. O treinamento promoveu benefícios para a modulação autonômica nas mulheres submetidas ao exercício. |