Nas últimas décadas do século XIX, o sul da África passou por transformações econômicas e políticas derivadas da expansão colonial, dos impactos da industrialização e do enrijecimento de legislações de caráter segregacionista. O período também atraiu a atenção de diversos literatos que tematizaram esses processos por meio de romances de aventura ambientados nos territórios coloniais. Esse artigo visa analisar parte dessa produção literária, enfatizando o papel político dos romances de G. A. Henty, Bertram Mitford, Mary Ann Carey-Hobson e Anna Howarth na idealização da formação da sociedade colonial no sul da África.
Palavras-chave:
História e Literatura; África do Sul; Colonialismo