As cidades, as civilizações e os portos eram utilizados por José Coelho da Gama e Abreu para entender rios e mares. No século XIX, estes eram percebidos sobretudo por sua utilidade - para locomoção das pessoas ou provisão de alimentos, por exemplo. Essa noção é fundamental na formação do pensamento urbanístico de Gama e Abreu, ator importante na configuração de Belém (PA) na segunda metade do século XIX. O artigo pretende abordar sua percepção não apenas dos rios, mas também, com base na locomoção por eles, das civilizações que conheceu, e como elas interferiram em suas ações na cidade de Belém, sobretudo pelo viés das importantes mudanças urbanísticas da cidade realizadas nesse período.
Palavras-chave:
Belém (Pará); Gama e Abreu; história urbana; Amazônia
Fonte:
Fonte: Fidanza, Felipe Augusto. Boulevard da República 1, c.1890 albúmen, Coleção Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), doação White Martins.
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Fonte: Fidanza, Felipe Augusto. Boulevard da República 1, c.1890 albúmen, Coleção Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), doação White Martins.
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