Aerial biomass production, content and yield of crajiru leaf
extract [Arrabidaea chica (Bonpl.) B. Verl.] as a function
of organic fertilizer in Manaus, state of Amazonas, Brazil.
rbpm
Revista Brasileira de Plantas Medicinais
Rev. bras. plantas
med.
1516-0572
1983-084X
Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
ABSTRACT
The Arrabidaea chicaspecies belongs to the Bignoniaceae family
and is also popularly known as crajiru. It is traditionally used to treat skin
diseases, inflammations and infections. The objective of this study was to
evaluate the biomass production, the content and the yield of crajiru extract in
face of different sources of organic fertilizer in Manaus, AM. The seedlings
were formed by cuttings and kept for 60 days in a greenhouse. The trial was
conducted in a 5x3 factorial design with randomized block organization where the
factor levels were different sources of organic fertilizer: compound (5.0 kg / m
2), chicken manure (3.0 kg / m 2), bark guarana (4.0 kg / m2), cattle manure
(4.0 kg / m 2) and control (absence), and the three morphotypes of crajiru. It
was obeyed the spacing between the plants (1,0 x1,0m) and the blocks (2,0m) .
After 240 days it were evaluated the production of leaves and stems, the leaf /
stem ratio, and the content of hexane extracts concentrated by rotary
evaporation obtained by the following formula: (mass of extract / mass of total
sample) x100; and the yield estimated by the equation extract: (% extract x
total dry mass of leaves) / 100. The data were subjected to analysis of variance
and means to the Tukey"s test (p <0.05). The sources of organic fertilizer
promoted better development of plants, except for the morphotype 1. The poultry
manure provided higher biomass, content and yield of extracts. Thus, it is
suggested that the organic fertilizer provides greater biomass production,
content and yield of A. chica extracts.
INTRODUÇÃO
A família Bignoniaceae compreende 120 gêneros de ampla distribuição nas regiões
tropicais de todo o mundo, especialmente frequentes nos trópicos americanos. São
plantas lenhosas, arbustivas ou arbóreas e também trepadeiras (Joly, 1993). No Brasil, plantas dessa família não possuem
habitat único, podendo ser encontradas desde a Região Amazônica até o Rio Grande do
Sul (Lorenzi & Matos, 2002).
A coleção de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Embrapa Amazônia
Ocidental possui dentre várias espécies o crajiru [Arrabidaea chica
(Bonpl.) B. Verl .], também conhecida como crajiru, carajuru, pariri, cipó cruz,
coá-pyranga, guajuru, guajuru-piranga, oajuru, ou pyranga (Borrás, 2003), pertencente à família Bignoniaceae, a qual
representa uma das 71 espécies vegetais integrantes da Relação Nacional de Plantas
Medicinais de Interesse ao Sistema Único de Saúde - RENISUS (Brasil, 2009).
A espécie é de amplo emprego popular para fins terapêuticos, sendo suas folhas usadas
para o tratamento de feridas, impigem, enfermidades da pele de diferentes origens,
inflamações uterinas e ovarianas, conjuntivite, cólicas intestinais, diarréias
sanguinolentas e entero-colites. Também é utilizada como adstringente,
antileucêmica, antianêmica, antiinflamatória, anti-disentérica, emoliente,
antidiabética, cicatrizante e desinfetante. Quimicamente já foram identificadas as
seguintes substâncias: ácido anísico, carajurina, ferro assimilável e
cianocobalamina, quinonas, flavonoides, triterpenos, cumarinas, taninos, saponinas,
carajurina, 3-deoxiantocianidina, bixina e genipina (Estevez, 1976; Gottlieb, 1981;
Albuquerque, 1989; Bernal & Correa, 1989; Schultes & Raffauf, 1990; Michalak,
1997).
Nos quintais das casas, seja nas cidades, margem dos rios ou mesmo em terra firme,
predomina um tipo de crajiru que apresenta folhas estreitas, quando comparado com
outros que apresentam folhas mais largas e maior tendência a ser escandente, mesmo
sem a presença de mourões. Em função disso convencionou-se denominar os mesmos por
tipos, sendo o mais comum o Tipo 1, e assim sucessivamente.
O desenvolvimento vegetal e, em especial, a produção de metabólitos secundários em
plantas medicinais é influenciado por diversos fatores ambientais, incluindo
condições de solo (Gobbo-Neto & Lopes,
2007). Nesse sentido, sabe-se que os solos da Amazônia, apresentam, em
sua maioria, características de solos ácidos e de baixa fertilidade natural, sendo
necessário o uso de alternativas para contornar esse problema, visando uma produção
adequada de plantas medicinais. Desta forma, a adubação orgânica deve ser
investigada tendo em vista a possibilidade de acréscimo na produção de biomassa e de
compostos orgânicos, além da reciclagem desses resíduos nas propriedades rurais e da
recuperação das características físicas, químicas e biológicas do solo.
As respostas das plantas medicinais à adubação orgânica e teores de princípios ativos
são variáveis e, até o momento, não existe recomendação de fontes e nem de doses de
adubos para o cultivo de A. chica. Portanto, há a necessidade de
pesquisas científicas para definir índices técnicos para esta espécie e, assim,
consolidá-los em um sistema de produção.
Portanto, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a produção de biomassa
aérea, teor e rendimento de extratos nas folhas de crajiru (Arrabidaea
chica) em função de adubação orgânica em Manaus, AM.
MATERIAL E MÉTODOS
O experimento foi conduzido no Setor de Plantas Medicinais da Embrapa Amazônia
Ocidental, localizado no Km 29 da AM-010 (Manaus-Itacoatiara) no período de dezembro
de 2010 a agosto de 2011.
O solo da área experimental foi caracterizado como Latossolo amarelo distrófico,
textura muito argilosa de acordo com Embrapa
(2013) declividade de aproximadamente 2%, com índice pluviométrico médio
anual de 2.500 mm.
As amostras de solo retiradas na profundidade de 0 a 20 cm foram encaminhadas ao
Laboratório de Análises de Solos e Plantas (LASP) da Embrapa Amazônia Ocidental,
para avaliação dos seguintes atributos químicos: pH em água, fósforo (P), potássio
(K), sódio (Na), cálcio (Ca), magnésio (Mg), alumínio (Al3+), acidez
potencial (H + Al), matéria orgânica, ferro (Fe), zinco (Zn), manganês (Mn) e cobre
(Cu), conforme Embrapa (1999), sendo estes
resultados descritos na Tabela 1.
TABELA 1
Características químicas do solo onde foi realizado o experimento de
Arrabidaea chica. Embrapa Amazônia Ocidental, Manaus -
AM, 2012.
pH
C
M.O.
P
K
Na
Ca
Mg
Al
Prof
H2O
-----------g kg-1---------
------------mg dm-3 ------------
-------------cmolc dm-3
---------------
0-20
4,9
18,31
41
3,0
28
2,0
1,35
1,11
0,3
H+Al
SB
T
T
V
M
Fe
Zn
Mn
Cu
--------------cmolc dm-3
---------
-----------%-----------
-------------------------mg dm-3
--------------------------
4,79
2,55
2,85
7,34
34
10, 52
202
1,59
4,1
0,70
Iniciou-se o preparo da área com a limpeza, sendo realizada uma aração e, em seguida,
feita a distribuição da quantidade de 2 t/ha de calcário dolomítico com PRNT de 95%
com a finalidade de aumentar a saturação de bases para 60%, seguida de duas
gradagens para a incorporação do corretivo, cerca de 90 dias antes do plantio.
O experimento foi conduzido em esquema fatorial 5 x 3, onde foram utilizadas cinco
fontes de adubo orgânico e três morfotipos de crajiru, empregando-se o delineamento
em blocos casualizados, com três repetições. Os níveis de fatores foram: Controle
(CL) - ausência; Composto orgânico (CO) - 5,0 kg m-2; Esterco de aves
(EA) - 3,0 kg m-2; Casca de guaraná (CG) - 4,0 kg m-2e Esterco
de gado (EG) - 4,0 kg m-2 e, os três morfotipos de crajiru sendo estes
Morfotipo 1 (MT1), Morfotipo 2 (MT2) e Morfotipo 3 (MT3), onde cada parcela
apresentou 16 plantas com quatro na área útil.
Foram utilizadas fontes curtidas de CO, EA, CG e EG, sendo retiradas amostras de 500
g de cada fonte e enviadas para o Laboratório de Análises de Solos e Plantas da
Embrapa Amazônia Ocidental para determinação dos teores de nutrientes (Tabela 2). Essas fontes foram incorporadas ao
solo 30 dias antes do plantio.
TABELA 2
Teores de nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca),
magnésio (Mg), enxofre (S), boro (B), cobre (Cu), ferro (Fe), manganês (Mn)
e zinco (Zn) das fontes orgânicas: composto orgânico (CO); esterco de aves
(EA); casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG). Embrapa Amazônia
Ocidental, Manaus - AM, 2012.
Fontes orgânicas
N
P
K
Ca
Mg
S
B
Cu
Fe
Mn
Zn
___________g kg-1__________
___________mg kg-1__________
CO
31,75
4,91
7, 6
13,80
3,24
2,53
18,92
37,43
3944,76
167,8
154,23
EA
30,91
19,10
25,00
26,7
6,24
5,94
44,2
67,26
1024,54
332,57
532,87
CG
27,49
1,14
4,62
6, 2
1,65
2,28
22,03
24,27
3060,23
63,22
165,36
EG
26,05
6,57
6,71
6,63
5,04
6,59
17,40
98,35
3874,63
203,75
245,13
As mudas de Arrabidaea chica (Bonpl.) B. Verl. foram obtidas por
estaquia de 10 matrizes cultivadas no Setor de Plantas Medicinais da Embrapa
Amazônia Ocidental, as quais foram identificadas e as exsicatas depositadas no
Herbário do Instituto Federal do Amazonas (IFAM) sob os números IFAM 6791 (MT1),
IFAM 6792 (MT2) e IFAM 6793 (MT3).
As estacas dos três morfotipos da espécie foram coletadas na porção mediana do ramo,
possuindo, em média, 20 cm de comprimento e 1,0 cm de diâmetro com cerca de quatro
gemas, sendo plantadas em bandejas de poliestireno expandido (72 células)
utilizando-se o substrato comercial Bioplant®, as quais permaneceram em
condição de viveiro recebendo irrigação diariamente durante 60 dias.
As mudas foram levadas ao campo aos dois meses de idade, em outubro de 2010,
apresentando aproximadamente 40 cm de altura. Estas foram plantadas em covas de 15
cm de profundidade, no espaçamento de 1,0 m x 1,0 m e 2,0 m entre os blocos, sendo
os tratos culturais como o controle de plantas competidoras com capina manual e
irrigação realizada de acordo com a necessidade.
Em agosto de 2011, aos 240 dias após o plantio no campo foi feito o corte das plantas
da área útil de cada parcela. O corte foi feito a uma altura de 30 cm em relação à
superfície do solo. Após o corte foi feita a separação das folhas e caules.
Posteriormente, foi feita a determinação de massa dessas estruturas em balança
analítica.
Para determinação da umidade de folhas e caules, foram utilizadas amostras de
aproximadamente 20 g, retiradas de cada parcela, sendo, em seguida, levadas à estufa
com ventilação forçada, com temperatura de 65ºC até atingirem massa constante
(± 04 dias).
Determinou-se também a relação da produção de folhas sobre a produção de caules
(RF/C).
O resto das folhas foi posto para secar à temperatura ambiente, em galpão coberto,
onde após cinco dias as amostras de cada parcela foram acondicionadas em sacos de
papel, etiquetados, para posterior determinação do teor de extratos.
As folhas secas foram moídas em moinho industrial do Tipo Willey com malha de 0,5 mm
de abertura e armazenadas em sacos de polietileno isentos de luz e ar. O pó das
folhas de A. chica foi encaminhado ao Laboratório de Estruturas de
Superfície de Microrganismos do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes da
Universidade do Rio de Janeiro para análises fitoquímicas. Os 10 g das folhas secas
e moídas (massa total das amostras de cada parcela) foram extraídas exaustivamente
por maceração sob agitação manual em hexano (100 mL), à temperatura ambiente, na
ausência de luminosidade, e, após uma semana, o extrato foi filtrado em papel de
filtro.
Os extratos foram concentrados em um evaporador rotativo da marca BUCHI sob pressão
reduzida à temperatura de 30°C, eliminando todo o hexano, sendo o resíduo do extrato
hexânico designado EHAc (Extrato Hexânico de Arrabidaea chica),
obtendo-se assim o teor de extrato para cada amostra.
O rendimento de extrato foi calculado pela fórmula:
As médias foram submetidas à Análise de Variância pelo Teste F e, em caso de efeito
significativo para tratamentos, realizou-se o Teste de Tukey, ao nível de 5% de
probabilidade para comparação das médias. As análises foram feitas com auxílio do
programa estatístico SAEG 9.1.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os dados climáticos observados durante o período de condução do experimento em campo
encontram-se na Figura 1. Pode-se notar que a
temperatura média mensal nesse período esteve próxima de 26° C com precipitação
média de aproximadamente 252 mm e insolação de 124 horas.
FIGURA 1
Dados de temperatura, precipitação e insolação médias mensais durante a
condução de plantas de A. chica para a produção de biomassa aérea, teor e
rendimento de extratos das folhas em função da adubação orgânica. Embrapa
Amazônia Ocidental, Manaus-AM, 2012.
Biomassa vegetal
Na Tabela 3 estão apresentados os
resultados da análise de variância dos componentes de produção de A. chica,
provenientes da aplicação de diferentes fontes orgânicas. Tanto o fator
morfotipos de crajiru como o fator fontes de adubação orgânica foram
significativos pelo Teste F (p<0,05) para todas as variáveis de produção:
massa seca de folhas, massa seca de caules, relação folha/caule, teor e
rendimento de extratos, assim como a interação entre eles.
TABELA 3
Quadrados médios das variáveis: massa seca de folhas (MSF) e caules
(MSC), relação folha caule (R F/C), teor (TE) e rendimento de extratos
(RE) de folhas de três morfotipos de crajiru em função da adubação
orgânica. Manaus - AM. 2012.
F. V
GL
MSF
MSC
RF/C
TE
RE
Adub.
4
1470,11**
4825,13**
0,09**
6,81**
23,78**
Morf.
2
70725,22**
152539,37**
0,61**
15,60**
175,95**
Adub. X Morf.
8
621,99**
4109,22**
0,06**
3,18**
11,84**
Tratamentos
14
10879,06**
25518,07**
0,15**
5,99**
38,71**
Blocos
2
550,48*
42,39ns
0,01ns
0,03ns
1,83ns
Resíduo
28
147,04
160,33
0,01
0,35
1,35
CV (%)
11,56
9,73
8,54
12,46
23,27
**
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
*
- significativo a nível de 5% de probabilidade (0,01<p<0,05)
pelo Teste F.
ns
- não significativo
As plantas cultivadas com aplicação de EA e EG apresentaram maiores médias para a
variável massa seca de folhas com diferenças significativas entre os demais
tratamentos utilizados (Figura 2). Ainda
para MSF, ao comparar-se a produção de folhas entre os morfotipos de crajiru,
verificou-se maior quantidade de matéria seca nos morfotipos 2 e 3, não havendo
diferença significativa entre os dois, embora as médias do MT3 tenham
apresentado valores superiores.
FIGURA 2
Massa seca de folhas de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
Já em relação às fontes utilizadas constatou-se que para o MT1 as médias não
diferiram significativamente entre si, embora o EA tenha apresentado maior valor
(35,83 g planta-1), enquanto o EG teve menor valor (14,85 g
planta-1). No entanto, os adubos EA, EG e CG contribuíram mais
significativamente para as plantas do MT2 e MT3, onde as maiores médias nessa
variável foram observadas para EA, com 162,71 g planta-1 (MT2) e
166,80 g planta-1 (MT3) e para EG, com 146,28 g planta-1
(MT2) e 171,37 g planta-1 (MT3), respectivamente, embora não tenha havido
diferença significativas entre os mesmos.
As médias de massa seca de caules (Figura
3) mostraram que houve significância estatística entre as fontes de
adubação orgânica empregadas, verificando-se maior produção nos tratamentos que
receberam adição de EA e CO, sendo que o MT3 sobressaiu-se aos demais para esta
variável, seguido do MT2 e, finalmente, do MT1.
FIGURA 3
Massa seca de caules de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2012. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
Esse fator pode ser explicado pela arquitetura diferenciada entre os referidos
morfotipos, onde os MT2 e MT3 apresentam quantidades consideráveis de
ramificações, enquanto o MT1 exibe características de uma planta com porte mais
ereto e com menos número de ramos, enquanto o porte dos outros dois é mais
escandente, tendendo a uma forma semelhante a uma touceira, também contribuindo
para isso o tamanho das folhas que no MT1 são mais finas e menores.
Contudo, ainda para a variável massa seca de caules, averiguou-se que não houve
diferença significativa entre os adubos utilizados para o MT1, todavia, tanto
para o MT2 como para o MT3 houve diferenças estatísticas em relação às fontes
orgânicas, sendo a fonte CG para o MT2 superior em média às demais fontes
orgânicas, com 174,91 g/planta, no entanto, não diferindo estatisticamente do EA
(149,59 g/planta), EG (137,82 g/planta) e do CO (122,07 g/planta). Em relação ao
MT3, o EA foi o que alcançou melhor resultado (309,76 g/planta), apresentando
este, média mais elevada que todas as demais interações.
Entre os morfotipos estudados, os 1 e 2 não apresentaram diferenças estatísticas
exceto para o adubo orgânico CG, onde estes se diferenciaram ao do MT3,
demonstrando a diferença nas respostas aos tipos de adubos orgânicos entre os
morfotipos.
Para a relação folha/caule não houve diferença estatística entre o MT1 e MT2
quanto aos adubos orgânicos avaliados, com exceção para a CG em que a relação
folha/caule foi maior para o MT1. No MT1 e MT2 houve maior absorção de
nutrientes disponibilizados, ou seja, a capacidade de conversão em biomassa
foliar.
Ainda em relação a essa variável, foi constatado que o MT3, em todos os
tratamentos, independente da fonte e mesmo da ausência delas, houve
relativamente maior queda das folhas no campo, o que contribuiu para os menores
valores encontrados de relação folha/caule (Figura 4).
FIGURA 4
Plantas dos morfotipos MT1 (a); MT2 (b); e MT3 (c) de A.
chica cultivados com diferentes fontes de adubo orgânico,
após o corte. Manaus, AM – 2011.
De acordo com o resultado da interação entre as fontes de adubação orgânica e os
morfotipos de A. chica (Figura
5), a fonte que mais se adequou ao MT1 foi EG (1,19), no entanto, sem
diferir estatisticamente das demais fontes. Já para o MT2 o tratamento CL
mostrou uma média maior (1,22) que as das outras fontes de adubação orgânica,
contudo, não houve diferença estatística entre as fontes exceto para a CG. Para
o MT3 as fontes CG (0,19) e EG (0,90) não diferiram entre si pelo teste de Tukey
e apresentaram médias superiores às demais.
FIGURA 5
Relação folha/caule de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
Estes resultados demonstram que mesmo dentro da espécie, existe uma resposta
diferencial quanto ao aproveitamento dos nutrientes fornecidos pelas diversas
fontes orgânicas, o que possivelmente envolve parâmetros genéticos de absorção e
utilização dos mesmos, para cada morfotipo.
Muitos trabalhos têm mostrado a importância da composição química dos solos no
desenvolvimento de plantas medicinais, testando diferentes tipos e níveis de
adubação (Ming, 1998; Ferreira, 2004; Montanari et al., 2004; Pereira et al., 2006; Rosal et al.,
2009). Rosal et al. (2011),
por exemplo, estudando o efeito de diferentes fontes de adubos orgânicos na
produção de biomassa de boldo pequeno (Plectranthus neochilus),
observaram que as plantas adubadas com esterco avícola promoveram maior produção
de biomassa e rendimento de óleo essencial.
Ainda com a finalidade de verificar a influência de fontes de adubo orgânico
sobre o desenvolvimento de plantas medicinais, Costa et al. (2008a) constataram que para capim-limão
(Cymbopogon citratus), o esterco avícola também
proporcionou melhores resultados de produção de biomassa seca total. Melhor
desenvolvimento de plantas adubadas com esterco avícola também foram encontrados
por Costa et al. (2008b), Maia et al. (2008), Corrêa et al. (2010).
Portanto, maiores resultados de biomassa devem ser atribuídos à maior
concentração de nutrientes e à maior disponibilidade ao longo do ciclo ou
avaliação do experimento.
Teor e rendimento de extratos
Na figura 6, observa-se que na CG e no EG
não houve diferença entre os morfotipos avaliados quanto ao teor de extrato. Mas
no CO e CL o MT1 e MT2 não diferiram entre si e proporcionaram uma maior
porcentagem de extrato. No EA o MT2 foi o morfotipo que produziu maior teor de
extrato.
FIGURA 6
Teor de extrato (%) em folhas de três morfotipos de A.
chica: morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3
(MT3), cultivadas sob condições de campo, em função das fontes de adubo
orgânico: controle (CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA);
casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11.
Médias seguidas de mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si
os morfotipos enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si
os adubos, não diferindo entre si pelo Teste de Tukey
(p<0,05).
Características genéticas dos morfotipos de crajiru podem ter influenciado a
resposta do teor de extrato hexânico para as diferentes fontes de adubação
orgânica. O teor de extrato relativamente superior apresentado pelo MT2 em
resposta ao EA, pode ser consequência do investimento natural em folhas e caule
quando comparado aos demais morfotipos, logo que a produção caulinar e foliar do
MT1 e altamente proporcional, porém, sua folha é menor e menos espessa que os
demais morfotipos, consequentemente pode haver uma quantidade menor de compostos
extraíveis. Apesar da espessura de sua folha ser semelhante ao MT2, há um
investimento maior do MT3 na parte caulinar quando comparado com o seu
investimento em folhas. Em decorrência disto, parte dos compostos que poderiam
estar presentes na folha, podem estar em maior concentração no caule da
planta.
O EA assim como para grande parte das variáveis analisadas anteriormente, foi o
que proporcionou maior teor de extrato. Este resultado pode estar relacionado ao
fato da produção de compostos extraídos pelo hexano, serem possivelmente
dependentes da qualidade nutricional da planta, uma vez que maiores
concentrações de nutrientes foram encontrados no EA, o que proporcionaria maior
disponibilidade de nutrientes à cultura, que aliado a um possível fator genético
de absorção e aproveitamento dos nutrientes tenha promovido estes
resultados.
Portanto, os resultados da interação entre fontes de adubação orgânica e
morfotipos no rendimento de extratos de A. chica expostos na
Figura 7 revelaram que para o MT1 não
houve diferença significativa entre os adubos utilizados.
FIGURA 7
Rendimento de extrato (g/planta) em folhas de três morfotipos de
A. chica: morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e
morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob condições de campo, em função das
fontes de adubo orgânico: controle (CL); composto orgânico (CO); esterco
de aves (EA); casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG) em Manaus,
AM. 2010-11. Médias seguidas de mesma letra na coluna (minúscula)
comparam entre si os morfotipos enquanto as letras na linha (maiúsculas)
comparam entre si os adubos, não diferindo entre si pelo Teste de Tukey
(p<0,05).
Já para o MT2, o EA foi o adubo que obteve médias estatísticas superiores aos
demais (13,86 g/ planta). Para o MT3 os adubos EA, CG e EG não diferiram
estatisticamente entre si e proporcionaram maior rendimento de extrato.
Entre os morfotipos estudados, foi possível verificar que o MT2, atingiu melhores
médias em relação aos morfotipos 1 e 3, principalmente quando este foi conduzido
sob o tratamento EA, o qual se revelou como a melhor fonte de adubação orgânica
para a obtenção de extratos de crajiru.
Até o momento não consta na literatura trabalhos referentes à influência da
adubação no teor e rendimento de extratos. No entanto, considerando que a
nutrição é um dos fatores que pode interferir na composição química e na
quantidade de princípios ativos das plantas, é possível encontrar diversos
estudos que relacionam o rendimento de óleo essencial à adubação.
Maiores teores de óleo essencial foram encontrados em arnica (Lychnophora
pinaster) submetida à adubação orgânica com e sem calagem e à
adubação mista sem calagem, em relação à adubação mineral (Oliveira Júnior et al., 2006).
Costa et al. (2008 b) estudando o efeito
da adubação orgânica na produção de biomassa e óleo essencial em elixir
paregórico (Ocimum selloi) verificaram que houve influência
positiva do esterco avícola no acúmulo de massa seca, rendimento e composição
química de óleo essencial.
Os fatores que afetaram a produção de biomassa seca da parte aérea afetaram
também o teor e rendimento de extrato de A. chica, como observado por diversos
autores que encontraram maiores rendimentos de óleos essenciais com o aumento
dos níveis de nutrientes proporcionados pela adubação orgânica (Ferreira et al., 2004; Souza et al., 2007; Sales et al., 2009; Chagas
et al., 2011).
Contudo, as fontes de adubo orgânico promoveram maior produção de biomassa aérea
e rendimento de extrato de A. chica, para os morfotipos 2 e 3
em relação ao tratamento controle, sendo o esterco de aves, de modo geral, o
adubo que proporcionou maior produção de biomassa aérea, maior teor e rendimento
de extrato para os morfotipos estudados.
AGRADECIMENTOS
Os autores agradecem à CAPES, CNPq e Embrapa Amazônia Ocidental pela concessão de
bolsas de estudos e apoio fi nanceiro.
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2007
Authorship
A. U. BRITO
Universidade Federal do Amazonas, Av. Gal.
Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000, Manaus/AM, CEP: 69077-000.Universidade Federal do AmazonasBrasilManaus, AM, BrasilUniversidade Federal do Amazonas, Av. Gal.
Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000, Manaus/AM, CEP: 69077-000.
F. C. M. CHAVES ** Autor para correspondência:
celio.chaves@embrapa.br
Pesquisador Embrapa Amazônia Ocidental, Rodovia
AM-010, Km 29, Zona Rural, Manaus/AM, CEP: 69010-970Pesquisador Embrapa Amazônia
OcidentalBrasilManaus, AM, BrasilPesquisador Embrapa Amazônia Ocidental, Rodovia
AM-010, Km 29, Zona Rural, Manaus/AM, CEP: 69010-970
J. M. OKA
Universidade Federal do Amazonas, Av. Gal.
Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000, Manaus/AM, CEP: 69077-000.Universidade Federal do AmazonasBrasilManaus, AM, BrasilUniversidade Federal do Amazonas, Av. Gal.
Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000, Manaus/AM, CEP: 69077-000.
M. M. B. AZEVEDO
Universidade Federal do Rio de Janeiro, Cidade
Universitária – UFRJ, Rio de Janeiro/RJ, CEP:21.941-630Universidade Federal do Rio de
JaneiroBrasilJaneiro, RJ, BrasilUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Cidade
Universitária – UFRJ, Rio de Janeiro/RJ, CEP:21.941-630
A. C BATISTA
Universidade Federal do Amazonas, Av. Gal.
Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000, Manaus/AM, CEP: 69077-000.Universidade Federal do AmazonasBrasilManaus, AM, BrasilUniversidade Federal do Amazonas, Av. Gal.
Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000, Manaus/AM, CEP: 69077-000.
Universidade Federal do Amazonas, Av. Gal.
Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000, Manaus/AM, CEP: 69077-000.Universidade Federal do AmazonasBrasilManaus, AM, BrasilUniversidade Federal do Amazonas, Av. Gal.
Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000, Manaus/AM, CEP: 69077-000.
Pesquisador Embrapa Amazônia Ocidental, Rodovia
AM-010, Km 29, Zona Rural, Manaus/AM, CEP: 69010-970Pesquisador Embrapa Amazônia
OcidentalBrasilManaus, AM, BrasilPesquisador Embrapa Amazônia Ocidental, Rodovia
AM-010, Km 29, Zona Rural, Manaus/AM, CEP: 69010-970
Universidade Federal do Rio de Janeiro, Cidade
Universitária – UFRJ, Rio de Janeiro/RJ, CEP:21.941-630Universidade Federal do Rio de
JaneiroBrasilJaneiro, RJ, BrasilUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Cidade
Universitária – UFRJ, Rio de Janeiro/RJ, CEP:21.941-630
FIGURA 1
Dados de temperatura, precipitação e insolação médias mensais durante a
condução de plantas de A. chica para a produção de biomassa aérea, teor e
rendimento de extratos das folhas em função da adubação orgânica. Embrapa
Amazônia Ocidental, Manaus-AM, 2012.
FIGURA 2
Massa seca de folhas de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
FIGURA 3
Massa seca de caules de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2012. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
FIGURA 4
Plantas dos morfotipos MT1 (a); MT2 (b); e MT3 (c) de A.
chica cultivados com diferentes fontes de adubo orgânico,
após o corte. Manaus, AM – 2011.
FIGURA 5
Relação folha/caule de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
FIGURA 6
Teor de extrato (%) em folhas de três morfotipos de A.
chica: morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3
(MT3), cultivadas sob condições de campo, em função das fontes de adubo
orgânico: controle (CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA);
casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11.
Médias seguidas de mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si
os morfotipos enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si
os adubos, não diferindo entre si pelo Teste de Tukey
(p<0,05).
FIGURA 7
Rendimento de extrato (g/planta) em folhas de três morfotipos de
A. chica: morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e
morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob condições de campo, em função das
fontes de adubo orgânico: controle (CL); composto orgânico (CO); esterco
de aves (EA); casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG) em Manaus,
AM. 2010-11. Médias seguidas de mesma letra na coluna (minúscula)
comparam entre si os morfotipos enquanto as letras na linha (maiúsculas)
comparam entre si os adubos, não diferindo entre si pelo Teste de Tukey
(p<0,05).
FIGURA 2
Massa seca de folhas de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
FIGURA 3
Massa seca de caules de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2012. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
FIGURA 4
Plantas dos morfotipos MT1 (a); MT2 (b); e MT3 (c) de A.
chica cultivados com diferentes fontes de adubo orgânico,
após o corte. Manaus, AM – 2011.
FIGURA 5
Relação folha/caule de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
FIGURA 6
Teor de extrato (%) em folhas de três morfotipos de A.
chica: morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3
(MT3), cultivadas sob condições de campo, em função das fontes de adubo
orgânico: controle (CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA);
casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11.
Médias seguidas de mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si
os morfotipos enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si
os adubos, não diferindo entre si pelo Teste de Tukey
(p<0,05).
FIGURA 7
Rendimento de extrato (g/planta) em folhas de três morfotipos de
A. chica: morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e
morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob condições de campo, em função das
fontes de adubo orgânico: controle (CL); composto orgânico (CO); esterco
de aves (EA); casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG) em Manaus,
AM. 2010-11. Médias seguidas de mesma letra na coluna (minúscula)
comparam entre si os morfotipos enquanto as letras na linha (maiúsculas)
comparam entre si os adubos, não diferindo entre si pelo Teste de Tukey
(p<0,05).
TABELA 3
Quadrados médios das variáveis: massa seca de folhas (MSF) e caules
(MSC), relação folha caule (R F/C), teor (TE) e rendimento de extratos
(RE) de folhas de três morfotipos de crajiru em função da adubação
orgânica. Manaus - AM. 2012.
imageFIGURA 1
Dados de temperatura, precipitação e insolação médias mensais durante a
condução de plantas de A. chica para a produção de biomassa aérea, teor e
rendimento de extratos das folhas em função da adubação orgânica. Embrapa
Amazônia Ocidental, Manaus-AM, 2012.
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imageFIGURA 2
Massa seca de folhas de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
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imageFIGURA 3
Massa seca de caules de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2012. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
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imageFIGURA 4
Plantas dos morfotipos MT1 (a); MT2 (b); e MT3 (c) de A.
chica cultivados com diferentes fontes de adubo orgânico,
após o corte. Manaus, AM – 2011.
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imageFIGURA 5
Relação folha/caule de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
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imageFIGURA 6
Teor de extrato (%) em folhas de três morfotipos de A.
chica: morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3
(MT3), cultivadas sob condições de campo, em função das fontes de adubo
orgânico: controle (CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA);
casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11.
Médias seguidas de mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si
os morfotipos enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si
os adubos, não diferindo entre si pelo Teste de Tukey
(p<0,05).
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imageFIGURA 7
Rendimento de extrato (g/planta) em folhas de três morfotipos de
A. chica: morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e
morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob condições de campo, em função das
fontes de adubo orgânico: controle (CL); composto orgânico (CO); esterco
de aves (EA); casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG) em Manaus,
AM. 2010-11. Médias seguidas de mesma letra na coluna (minúscula)
comparam entre si os morfotipos enquanto as letras na linha (maiúsculas)
comparam entre si os adubos, não diferindo entre si pelo Teste de Tukey
(p<0,05).
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imageFIGURA 2
Massa seca de folhas de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
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imageFIGURA 3
Massa seca de caules de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2012. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
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imageFIGURA 4
Plantas dos morfotipos MT1 (a); MT2 (b); e MT3 (c) de A.
chica cultivados com diferentes fontes de adubo orgânico,
após o corte. Manaus, AM – 2011.
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imageFIGURA 5
Relação folha/caule de três morfotipos de A. chica:
morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob
condições de campo, em função das fontes de adubo orgânico: controle
(CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA); casca de guaraná
(CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11. Médias seguidas de
mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si os morfotipos
enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si os adubos,
não diferindo entre si pelo Teste de Tukey (p<0,05).
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imageFIGURA 6
Teor de extrato (%) em folhas de três morfotipos de A.
chica: morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e morfotipo 3
(MT3), cultivadas sob condições de campo, em função das fontes de adubo
orgânico: controle (CL); composto orgânico (CO); esterco de aves (EA);
casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG) em Manaus, AM. 2010-11.
Médias seguidas de mesma letra na coluna (minúscula) comparam entre si
os morfotipos enquanto as letras na linha (maiúsculas) comparam entre si
os adubos, não diferindo entre si pelo Teste de Tukey
(p<0,05).
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imageFIGURA 7
Rendimento de extrato (g/planta) em folhas de três morfotipos de
A. chica: morfotipo 1 (MT1); morfotipo 2 (MT2) e
morfotipo 3 (MT3), cultivadas sob condições de campo, em função das
fontes de adubo orgânico: controle (CL); composto orgânico (CO); esterco
de aves (EA); casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG) em Manaus,
AM. 2010-11. Médias seguidas de mesma letra na coluna (minúscula)
comparam entre si os morfotipos enquanto as letras na linha (maiúsculas)
comparam entre si os adubos, não diferindo entre si pelo Teste de Tukey
(p<0,05).
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table_chartTABELA 1
Características químicas do solo onde foi realizado o experimento de
Arrabidaea chica. Embrapa Amazônia Ocidental, Manaus -
AM, 2012.
table_chartTABELA 2
Teores de nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca),
magnésio (Mg), enxofre (S), boro (B), cobre (Cu), ferro (Fe), manganês (Mn)
e zinco (Zn) das fontes orgânicas: composto orgânico (CO); esterco de aves
(EA); casca de guaraná (CG) e esterco de gado (EG). Embrapa Amazônia
Ocidental, Manaus - AM, 2012.
Fontes orgânicas
N
P
K
Ca
Mg
S
B
Cu
Fe
Mn
Zn
___________g kg-1__________
___________mg kg-1__________
CO
31,75
4,91
7, 6
13,80
3,24
2,53
18,92
37,43
3944,76
167,8
154,23
EA
30,91
19,10
25,00
26,7
6,24
5,94
44,2
67,26
1024,54
332,57
532,87
CG
27,49
1,14
4,62
6, 2
1,65
2,28
22,03
24,27
3060,23
63,22
165,36
EG
26,05
6,57
6,71
6,63
5,04
6,59
17,40
98,35
3874,63
203,75
245,13
table_chartTABELA 3
Quadrados médios das variáveis: massa seca de folhas (MSF) e caules
(MSC), relação folha caule (R F/C), teor (TE) e rendimento de extratos
(RE) de folhas de três morfotipos de crajiru em função da adubação
orgânica. Manaus - AM. 2012.
F. V
GL
MSF
MSC
RF/C
TE
RE
Adub.
4
1470,11****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
4825,13****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
0,09****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
6,81****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
23,78****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
Morf.
2
70725,22****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
152539,37****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
0,61****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
15,60****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
175,95****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
Adub. X Morf.
8
621,99****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
4109,22****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
0,06****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
3,18****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
11,84****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
Tratamentos
14
10879,06****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
25518,07****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
0,15****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
5,99****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
38,71****
- significativo a nível de 1% de probabilidade (p<0,01) pelo Teste
F.
Blocos
2
550,48**
- significativo a nível de 5% de probabilidade (0,01<p<0,05)
pelo Teste F.
42,39nsns
- não significativo
0,01nsns
- não significativo
0,03nsns
- não significativo
1,83nsns
- não significativo
Resíduo
28
147,04
160,33
0,01
0,35
1,35
CV (%)
11,56
9,73
8,54
12,46
23,27
How to cite
BRITO, A. U. et al. Aerial biomass production, content and yield of crajiru leaf extract [|Arrabidaea chica(Bonpl.) B. Verl.] as a function of organic fertilizer in Manaus, state of Amazonas, Brazil.. Revista Brasileira de Plantas Medicinais [online]. 2015, v. 17, n. 3 [Accessed 4 April 2025], pp. 444-453. Available from: <https://doi.org/10.1590/1983-084X/12_123>. Epub Jul-Sep 2015. ISSN 1983-084X. https://doi.org/10.1590/1983-084X/12_123.
Sociedade Brasileira de Plantas MedicinaisSociedade Brasileira de Plantas Medicinais, Revista Brasileira de Plantas Medicinais, Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Farmácia, Bloco T22, Avenida Colombo, 5790, 87020-900 - Maringá - PR, Tel: +55-44-3011-4627 -
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