Escolas posturais desenvolvidas no Brasil: revisão sobre os instrumentos de avaliação, as metodologias de intervenção e seus resultados

Matias Noll Adriane Vieira Caroline Darski Cláudia Tarragô Candotti Sobre os autores

Resumos

A Escola Postural se caracteriza como um programa educativo direcionado a indivíduos que apresentam dores crônicas na coluna vertebral. No Brasil observou-se, nas últimas décadas, um número crescente de pesquisas sobre os efeitos desses programas. Assim, o objetivo desta revisão foi identificar as pesquisas sobre as Escolas Posturais desenvolvidas no Brasil com a população de adultos e idosos, comparando-se metodologias de intervenção, instrumentos de coleta de dados e resultados. Realizou-se uma busca sistemática de artigos científicos e teses e dissertações em várias bases de dados. As palavras-chave utilizadas na busca foram Postural Program; Postural School; Back School; Back Care Education; Back Education, e os respectivos termos em português. Foram encontrados dezoito estudos, sendo quatorze quantitativos e quatro qualitativos. Os estudos apresentam inúmeras diferenças entre si, tanto nas propostas de intervenções quanto no desenho metodológico. Contudo, a utilização de instrumentos semelhantes para a avaliação da intensidade da dor, da capacidade funcional e da qualidade de vida entre os estudos quantitativos permite uma comparação parcial da eficácia desses programas. Os estudos incluídos nesta revisão demonstram, em geral, a eficácia imediata na diminuição da dor e na melhora da capacidade funcional e da qualidade de vida após a Escola Postural. Porém ,observou-se que os resultados ainda são divergentes em relação à eficácia no médio e longo prazos. Deste modo, torna-se necessária a realização de novos estudos que contemplem reavaliações a médio e longo prazos para que conclusões mais precisas sobre a eficácia das Escolas Posturais sejam obtidas.

Postura; Educação em saúde; Promoção da saúde; Adulto; Brasil


The Back School is characterized as an educational program aimed at individuals who have chronic pain in spine. In Brazil, a growing number of research studies on the effects of such programs have been observed in the last decades. Thus, the purpose of this systematic review was to identify studies on Back Schools carried out in Brazil with a population of adults and elderlies, and to compare their intervention methodologies, data collection tools, and results. A search for scientific articles and Master's and doctoral theses in several databases was conducted. The keywords used in that search were Postural Program; Postural School; Back School; Back Care Education; Back Education, as well as the respective terms in Portuguese. Eighteen studies were found, being fourteen quantitative and four qualitative studies.The studies showed many differences between them, in both the interventions proposed and the methodological design. However, the use of similar tools for assessing pain intensity, functional capacity, and quality of life between the quantitative studies allowed a partial comparison of the efficacy of those programs.The studies included in this systematic review demonstrated, in general, the immediate efficacy in reducing pain and improving functional capacity and quality of life after the Back School. Results, however, are still conflicting regarding the efficacy in the medium and long terms. Thus, it becomes necessary to conduct further studies that include follow-up assessments in the medium and long terms in order to obtain more accurate conclusions about the efficacy of Back Schools.

Posture; Education in health; Health promotion; Adult; Brazil


Introdução

A Organização Mundial da Saúde proclamou o período de 2001 a 2010 como a "Década do Osso e da Articulação", para que a sociedade se conscientizasse desse problema e buscasse maior entendimento sobre patologias e algias musculoesqueléticas.11. Lidgren L. The Bone and Joint Decade 2000-2010. Bulletin of the World Health Organization. 2003;81(9):629.,22. Woolf AD. The Bone and Joint Decade 2000-2010. Ann Rheum Dis. 2000;59:8-12.

A dor nas costas é a afecção musculoesquelética mais comum, estimando-se que 60 a 80% da população mundial irão, em algum momento de sua vida, sofrer com malefícios da dor lombar.33. Limon S, Valinsky LJ, Shalon YB. Risk factors for low back pain in the elementary school environment. Spine. 2004;29(6):697-702.

4. Ribeiro CC, Goméz-Conesa A. Lumbalgia. Prevalencia y programas preventivos em la infancia y adolescencia. Rev Iberoam Fisioter Kinesiol. 2008;11(1):32-8.

5. Martinéz-González M, Goméz-Conesa A. MONTESINOS, H. Programas de higiene postural desarrollados com escolares. Fisioterapia. 2008;30(5):223-30.

6. Nordin M. Back Pain: lessons from patient education. Patient Educ. Couns. 1995;26:67-70.
-77. Karahan A, Bayraktar N. Determination of the usage of body mechanics in clinical sittings and the occurrence of low back pain in nurses. Int J Nurs Stud. 2004;41:67-75. Desses indivíduos, estima-se que 40% irão desenvolver um quadro de dor crônica,88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31. a qual é definida pela Organização Mundial da Saúde como episódios de dor esporádicos em um período de seis meses, ou uma dor que dure mais de três meses, podendo acarretar ausências frequentes ao trabalho, aposentadorias e baixa produtividade.99. Verhaak PFM, Kerssens JJ, Dekker J, Sorbi MJ, Bensing JM. Prevalence of chronic benign pain disorder among adults: a review of the literature. Pain. 1998;77:231-39.,1010. World Health Organization. The burden of musculoskeletal conditions at the start of the new millennium. World Health Organization Technical Report Series. 2003:1-218.

A dor lombar crônica é relevante, pois gera sofrimento físico, mental e emocional devido à incapacidade de o indivíduo controlar a dor e à redução de sua capacidade funcional.44. Ribeiro CC, Goméz-Conesa A. Lumbalgia. Prevalencia y programas preventivos em la infancia y adolescencia. Rev Iberoam Fisioter Kinesiol. 2008;11(1):32-8.,1111. Trevelyan, FC, Legg SJ. Back pain in school children - Where to from here? Appl Ergon. 2006;37:45-54.,1212. Hadjistavropoulos, TK; Craig, D. Pain: psychological perspectives. Lawrence Erlbaum Associates, 2004:1-377. Essas alterações desencadeiam uma redução da qualidade de vida dos indivíduos e acabam contribuindo para a cronicidade do problema.1313. Cunha LL, Mayrink WC. A influência da dor crônica na qualidade de vida em idosos. Rev Dor. 2011;12(2):120-4.,1414. Ehrlich GE. Low back pain. Bulletin of the World Health Organization. 2003;81:671-6.

Com o intuito de reduzir os quadros de lombalgias crônicas, a fisioterapeuta sueca Mariane Zachrisson-Forssell, em 1969, propôs um programa educativo denominado Back School.1515. Forssell MZ. The Swedish Back School. Physiotherapy. 1980;66(4):112-4.,1616. Forssell MZ. The Back School. Spine. 1981;6(1):104-6. A tradução para o português do nome desse programa tem sido variada, sendo as mais utilizadas: Escola de Coluna,1717. Andrade SC, Araújo AG, Vilar MJ. Escola de coluna: revisão histórica e sua aplicação na lombalgia crônica. Rev Bras de Reumatol. 2005;45(4)224-8.,1818. Chung TM. Escola de Coluna - experiência do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Acta Fisiatr. 1996;3(2):13-7. Escola de Postura,88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,1919. Knoplish J. Qual deveria ser o nome da Back School Brasileira? Rev Bras de Reumat. 2006;46(1):80. Escola Postural2020. Souza JL, Vieira A. Escola Postural: um caminho para o conhecimento de si e o bem-estar corporal. Movimento. 2003;9(3):101-22.,2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76. e Programa de Educação Postural.2222. Candotti CT, Nune SE, Noll M, Freitas K, Macedo CH. Efeitos de um programa de educação postural para crianças e adolescentes após oito meses do seu término. Rev. Paul. Pediat. 2011;29(4):577-83. Neste artigo adotou-se a expressão Escola Postural.

O objetivo principal da Escola Postural Sueca foi educar e aconselhar ergonomicamente a postura de indivíduos com dores nas costas, capacitando-os a se protegerem ativamente de lesões na coluna. A proposta se constituía de quatro aulas, ministradas pela fisioterapeuta duas vezes por semanas, durante quarenta e cinco minutos. Forssell acreditava, com base na etiologia da dor nas costas e nos estudos eletromiográficos, que ao realizar as atividades de vida diária (AVDs) de forma adequada os indivíduos seriam capazes de evitar ou controlar sua dor.1515. Forssell MZ. The Swedish Back School. Physiotherapy. 1980;66(4):112-4.,1616. Forssell MZ. The Back School. Spine. 1981;6(1):104-6. Na primeira aula do programa são abordadas noções sobre a coluna vertebral, causas da dor e posturas de relaxamento. Na segunda, são dadas orientações teóricas sobre atividades da vida diária, enfatizando a postura sentada e em pé, e exercícios para casa. Na terceira, colocam-se em prática as informações recebidas anteriormente, abordam-se o transporte e o levantamento de objetos e exercícios para membros inferiores a serem realizados em casa. Na última aula os pacientes são encorajados à prática regular de exercício físico para diminuição da dor e são revisados os conteúdos trabalhados durante as aulas.1515. Forssell MZ. The Swedish Back School. Physiotherapy. 1980;66(4):112-4.,1616. Forssell MZ. The Back School. Spine. 1981;6(1):104-6.

Depois da Escola Postural Sueca surgiram diferentes programas, nos quais os objetivos foram mantidos, mas foram modificados o número de encontros e os conteúdos trabalhados.1717. Andrade SC, Araújo AG, Vilar MJ. Escola de coluna: revisão histórica e sua aplicação na lombalgia crônica. Rev Bras de Reumatol. 2005;45(4)224-8.,2323. Henrotin Y, Vanderthommen, M, Fauconnier C, Grisart J, Masquelier E, Peretz A et al. Définition, critéres de qualité et evaluation d'un programme de type école du dos. Recommandations de la Société Belge des Écoles du Dos. Revue du Rhumatisme. 2001;68(2):185-91.,2424. Knoplich J. Editora panamed. Enfermidades da coluna vertebral. 2. ed. São Paulo; 1986:317-26.

No Brasil, a Escola Postural foi implementada no ano de 1972, no Hospital do servidor Público de São Paulo, pelo médico José Knoplich,1717. Andrade SC, Araújo AG, Vilar MJ. Escola de coluna: revisão histórica e sua aplicação na lombalgia crônica. Rev Bras de Reumatol. 2005;45(4)224-8.,1818. Chung TM. Escola de Coluna - experiência do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Acta Fisiatr. 1996;3(2):13-7.,2424. Knoplich J. Editora panamed. Enfermidades da coluna vertebral. 2. ed. São Paulo; 1986:317-26. mas só em 1998 foi publicada a primeira pesquisa sobre um programa de Escola Postural desenvolvido no Brasil.1717. Andrade SC, Araújo AG, Vilar MJ. Escola de coluna: revisão histórica e sua aplicação na lombalgia crônica. Rev Bras de Reumatol. 2005;45(4)224-8.

Na literatura, encontram-se várias publicações sobre Escolas Posturais, assim como revisões sistemáticas que comparam o resultado de diversos estudos para avaliar a eficácia das Escolas Posturais.2525. Heymans MW, Van Tuder MW, Esmail R, Bombardier C, Koes BW. Back school for nonspecific low back pain: a systematic review within the framework of the Cochrane Collaboration Back Review Group. Spine. 2005;30(19):2153-63.

26. Brox JI, Storhein K, Grotle M, Tveito TH, Indahl A, Eriksen HR. Systematic review of back schools, brief education, and fear-avoidance training for chronic low back pain. The Spine J. 2008;8:948-58.
-2727. van Middelkoop M, Rubinstein SM, Kuijpers T, Verhagen AP, Ostelo R, Koes BW, van Tulder MW. A systematic review on the effectiveness of physical and rehabilitation interventions for chronic non-specific low back pain. Eur Spine J. 2011;20:19-39. Entretanto, apenas um estudo desenvolvido no Brasil foi encontrado nos artigos de revisão sistemática,2727. van Middelkoop M, Rubinstein SM, Kuijpers T, Verhagen AP, Ostelo R, Koes BW, van Tulder MW. A systematic review on the effectiveness of physical and rehabilitation interventions for chronic non-specific low back pain. Eur Spine J. 2011;20:19-39. o que inviabiliza fazer uma síntese sobre o interesse dos pesquisadores e os estudos que têm sido desenvolvidos no país. Há duas revisões publicadas em revistas brasileiras que versam sobre as Escolas Posturais e abordam a estrutura de programas desenvolvidos em países da Europa e América do Norte e de alguns programas desenvolvidos no Brasil. Entretanto, essas revisões não apresentam dados sobre a produção científica brasileira.1717. Andrade SC, Araújo AG, Vilar MJ. Escola de coluna: revisão histórica e sua aplicação na lombalgia crônica. Rev Bras de Reumatol. 2005;45(4)224-8.,1818. Chung TM. Escola de Coluna - experiência do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Acta Fisiatr. 1996;3(2):13-7.

Dessa forma, a intenção deste estudo foi responder à questão: os estudos desenvolvidos no Brasil demonstram a eficácia dos programas da Escola Postural e permitem que essa proposta educativa seja recomendada nos serviços de atenção à saúde? Para responder a essa questão objetivou-se identificar as pesquisas que avaliam Escolas Posturais desenvolvidas no Brasil com a população de adultos e idosos, identificando métodos de pesquisa, propostas de intervenção, instrumentos de coleta de dados e resultados.

Metodologia

Para cumprir com o propósito deste estudo foi realizada uma busca de artigos científicos nas bases de dados Scopus, Science Direct, PubMed e Scielo. As palavras-chave utilizadas na busca pelos estudos foram: Postural Program; Postural School; Back School; Back Care Education; Back Education e os respectivos termos em português. Para que fizessem parte deste estudo, os estudos deveriam preencher os seguintes critérios de inclusão: (a) descrever, desenvolver e avaliar um programa educativo teórico e/ou prático relacionado ao ensino da execução adequada das AVD; (b) ter sido desenvolvidos no Brasil a partir de 1970; e (c) ter sido aplicados em pessoas com mais de 18 anos. Os critérios de exclusão foram: (a) ser vinculados a atividades laborais; e (b) ser direcionados a pacientes com dor aguda e subaguda, ou seja, com duração inferior a três meses.

E para que fossem incluídos trabalhos de dissertações e teses, não publicadas em revistas científicas, foi realizada uma pesquisa, com as mesmas palavras-chave, no Banco de Teses e Dissertações da Capes (BTDC).

A seleção inicial ocorreu pela leitura dos títulos e do local onde foram aplicados os programas de Escola Postural. Para os estudos potencialmente elegíveis, além da leitura dos títulos, foram também lidos os resumos. Os artigos que aparentemente cumpriram com os critérios de inclusão foram lidos e analisados na íntegra, sendo incluídos na presente revisão aqueles que correspondiam aos critérios de inclusão.

Ao finalizar a seleção de artigos identificou-se, num primeiro momento, o local onde o estudo foi realizado, o tipo de estudo (qualitativo ou quantitativo) e, num segundo momento, os programas desenvolvidos, os instrumentos utilizados para coleta de dados e os resultados encontrados.

Resultados

A figura 1 apresenta o fluxograma da estratégia adotada para busca e inclusão dos artigos. Dos 563 artigos inicialmente identificados a partir das palavras-chave no período de 1970 a 2011, 527 foram excluídos por não serem desenvolvidos no Brasil. Dos 36 que contemplavam programas desenvolvidos no Brasil, 20 foram excluídos após a análise do resumo, visto que não cumpriram com todos os critérios de inclusão. Foram, portanto, selecionados 18 artigos para essa revisão, desenvolvidos com adultos e/ou idosos. Foram também contemplados dois estudos - uma tese de doutorado e uma dissertação de mestrado - obtidos no BTDC, que não apresentam publicações dos resultados em periódicos.

Figura 1
Fluxograma da seleção de artigos de 1070 a 2011.

Na tabela 1 são apresentados e descritos, em ordem cronológica, os 18 estudos selecionados e incluídos nesta revisão, os quais desenvolveram programas no Brasil direcionados ao ensino da postura adequada nas AVD para pessoas com mais de 18 anos. Neste quadro são identificados os autores, ano de publicação, título e local dos estudos, os quais são classificados em qualitativos, experimentais, quase-experimentais e semiexperimentais.2828. Gaya A e colaboradores. Ciências do movimento humano: introdução à metodologia da pesquisa bibliográfica. Artmed, Porto Alegre, 2008. A tabela 2 resume os estudos qualitativos e os instrumentos utilizados. O tabela 3 contém os estudos quantitativos, apresentando o tamanho da amostra e os instrumentos de coleta de dados, os quais foram divididos em instrumentos para medição da Intensidade da Dor, da Capacidade Funcional e da Qualidade de Vida.

Tabela 1
Síntese dos estudos incluídos nesta revisão
Tabela 2
Estudos Qualitativos, autor e ano, número da amostra e metodologia utilizada para coleta de dados
Tabela 3
Estudos quantitativos, autor e ano, número da amostra e metodologia utilizada para coleta de dados

A estrutura dos programas de Escola Postural presentes nos estudos analisados varia em relação às estratégias de ensino, ao tempo de duração das aulas e ao programa. Verificou-se um predomínio de programas organizados em até cinco aulas,88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76.,2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.

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32. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.

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-3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7. caracterizando uma tendência de seguir os parâmetros do programa da Escola Postural Sueca, o qual é ministrado em quatro aulas de quarenta e cinco minutos. No entanto, seis programas foram ministrados entre oito e quatorze aulas,2020. Souza JL, Vieira A. Escola Postural: um caminho para o conhecimento de si e o bem-estar corporal. Movimento. 2003;9(3):101-22.,3737. Arcanjo GN, Valdés MTM, Silva RM. Percepção sobre qualidade de vida de mulheres participantes de oficinas educativas para dor na coluna. Ciênc. Saúde Coletiva. 2008;13(2):2145-54.

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40. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503.
-4141. Schuch EV, Candotti CT, Pressi AM. Escola Postural para Terceira Idade. Revista Perfil. 2000;4:16-24. e dois foram estruturados com vinte aulas ou mais.4242. Vieira, A. A Escola Postural sob a perspectiva da Educação Somática: a reformulação de um programa de extensão na EsEF/UFRGS. 2004. Tese (Doutorado) - Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2004.-4343. Furlan AD, Castro AW, Chung TM, Imamura ST, Camanho GL. Escola de Coluna - Programa desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC/FMUSP. Acta Ortop Bras.1998;6(2):55-60.

Em relação ao tempo de duração das aulas, predominaram aulas de até uma hora 88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76.,2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.,3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7.,4141. Schuch EV, Candotti CT, Pressi AM. Escola Postural para Terceira Idade. Revista Perfil. 2000;4:16-24.,4343. Furlan AD, Castro AW, Chung TM, Imamura ST, Camanho GL. Escola de Coluna - Programa desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC/FMUSP. Acta Ortop Bras.1998;6(2):55-60. e entre uma a duas horas.2020. Souza JL, Vieira A. Escola Postural: um caminho para o conhecimento de si e o bem-estar corporal. Movimento. 2003;9(3):101-22.,3131. Santos CVS. Avaliação do programa escola de postura em pacientes com lombalgia crônica do hospital municipal Rolim de Moura-RO. Dissertação (Pós-Graduação) - Universidade de Brasília, DF. 2008.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,3838. Guedes BN, Silva MIT, Silva CC. A metodologia da problematização na Escola de Posturas da UFPB: um processo emancipatório na prática da educação gerontológica. Rev Eletrônica de Enferm. 2007,9(2):298-314.,4242. Vieira, A. A Escola Postural sob a perspectiva da Educação Somática: a reformulação de um programa de extensão na EsEF/UFRGS. 2004. Tese (Doutorado) - Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2004. Em relação ao número de aulas ministradas por semana, predominaram programas ministrados uma vez por semana.88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,2020. Souza JL, Vieira A. Escola Postural: um caminho para o conhecimento de si e o bem-estar corporal. Movimento. 2003;9(3):101-22.,3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.

36. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7.

37. Arcanjo GN, Valdés MTM, Silva RM. Percepção sobre qualidade de vida de mulheres participantes de oficinas educativas para dor na coluna. Ciênc. Saúde Coletiva. 2008;13(2):2145-54.

38. Guedes BN, Silva MIT, Silva CC. A metodologia da problematização na Escola de Posturas da UFPB: um processo emancipatório na prática da educação gerontológica. Rev Eletrônica de Enferm. 2007,9(2):298-314.
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Os programas de Escola Postural desenvolvidos nas pesquisas abordaram, na sua maioria, todos os tópicos que compõem a Escola Postural Sueca.88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,2020. Souza JL, Vieira A. Escola Postural: um caminho para o conhecimento de si e o bem-estar corporal. Movimento. 2003;9(3):101-22.,2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76.,3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.

31. Santos CVS. Avaliação do programa escola de postura em pacientes com lombalgia crônica do hospital municipal Rolim de Moura-RO. Dissertação (Pós-Graduação) - Universidade de Brasília, DF. 2008.
-3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,3434. Tobo A, Khouri M, Cordeiro Q, Lima MC, Brito Junior CA, Battistella LR. Estudo do tratamento da lombalgia crônica por meio da Escola de Postura. Acta Fisiatr. 2010;17(3):112-6.

35. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.

36. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7.

37. Arcanjo GN, Valdés MTM, Silva RM. Percepção sobre qualidade de vida de mulheres participantes de oficinas educativas para dor na coluna. Ciênc. Saúde Coletiva. 2008;13(2):2145-54.

38. Guedes BN, Silva MIT, Silva CC. A metodologia da problematização na Escola de Posturas da UFPB: um processo emancipatório na prática da educação gerontológica. Rev Eletrônica de Enferm. 2007,9(2):298-314.
-3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21.,4141. Schuch EV, Candotti CT, Pressi AM. Escola Postural para Terceira Idade. Revista Perfil. 2000;4:16-24.

42. Vieira, A. A Escola Postural sob a perspectiva da Educação Somática: a reformulação de um programa de extensão na EsEF/UFRGS. 2004. Tese (Doutorado) - Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2004.
-4343. Furlan AD, Castro AW, Chung TM, Imamura ST, Camanho GL. Escola de Coluna - Programa desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC/FMUSP. Acta Ortop Bras.1998;6(2):55-60. Abordaram noções teóricas sobre a coluna vertebral e as causas da dor, forneceram orientações teóricas e praticas sobre atividades da vida diária, realizaram exercícios e posturas de relaxamento e estimularam a pratica de exercícios domiciliares. Os estudos de Caraviello,2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4. Ribeiro3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8. e Souza4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503. foram os únicos que desenvolveram apenas aulas teóricas e exercícios.

Os programas foram ministrados por fisioterapeutas,88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,2020. Souza JL, Vieira A. Escola Postural: um caminho para o conhecimento de si e o bem-estar corporal. Movimento. 2003;9(3):101-22.,2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76.,3131. Santos CVS. Avaliação do programa escola de postura em pacientes com lombalgia crônica do hospital municipal Rolim de Moura-RO. Dissertação (Pós-Graduação) - Universidade de Brasília, DF. 2008.,3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503.,4242. Vieira, A. A Escola Postural sob a perspectiva da Educação Somática: a reformulação de um programa de extensão na EsEF/UFRGS. 2004. Tese (Doutorado) - Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2004. fisioterapeutas e medicos,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8. por fisioterapeutas e professores de educação física3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7. ou por equipes multiprofissionais.2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.,3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.,3434. Tobo A, Khouri M, Cordeiro Q, Lima MC, Brito Junior CA, Battistella LR. Estudo do tratamento da lombalgia crônica por meio da Escola de Postura. Acta Fisiatr. 2010;17(3):112-6.,3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21.,4343. Furlan AD, Castro AW, Chung TM, Imamura ST, Camanho GL. Escola de Coluna - Programa desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC/FMUSP. Acta Ortop Bras.1998;6(2):55-60.

As pesquisas predominaram no estado de São Paulo, onde foram localizados oito estudos,88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.,3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3434. Tobo A, Khouri M, Cordeiro Q, Lima MC, Brito Junior CA, Battistella LR. Estudo do tratamento da lombalgia crônica por meio da Escola de Postura. Acta Fisiatr. 2010;17(3):112-6.,3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7.,3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21.,4343. Furlan AD, Castro AW, Chung TM, Imamura ST, Camanho GL. Escola de Coluna - Programa desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC/FMUSP. Acta Ortop Bras.1998;6(2):55-60. vinculados, na sua maioria, à Universidade de São Paulo, e no Rio Grande do Sul, onde foram localizados cinco estudos.2020. Souza JL, Vieira A. Escola Postural: um caminho para o conhecimento de si e o bem-estar corporal. Movimento. 2003;9(3):101-22.,2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,4141. Schuch EV, Candotti CT, Pressi AM. Escola Postural para Terceira Idade. Revista Perfil. 2000;4:16-24.,4242. Vieira, A. A Escola Postural sob a perspectiva da Educação Somática: a reformulação de um programa de extensão na EsEF/UFRGS. 2004. Tese (Doutorado) - Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2004. Os demais estudos foram desenvolvidos nas regiões nordeste e norte do país. Muitos são vinculados a hospitais e clínicas universitárias, e apenas três foram desenvolvidos em serviços de atenção primária.88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.

A amostra contemplada nos estudos foi variada, sendo a menor amostra composta por quatro indivíduos4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503. e a maior por 110.3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.

Foram encontrados somente quatro estudos qualitativos2020. Souza JL, Vieira A. Escola Postural: um caminho para o conhecimento de si e o bem-estar corporal. Movimento. 2003;9(3):101-22.,3737. Arcanjo GN, Valdés MTM, Silva RM. Percepção sobre qualidade de vida de mulheres participantes de oficinas educativas para dor na coluna. Ciênc. Saúde Coletiva. 2008;13(2):2145-54.,3838. Guedes BN, Silva MIT, Silva CC. A metodologia da problematização na Escola de Posturas da UFPB: um processo emancipatório na prática da educação gerontológica. Rev Eletrônica de Enferm. 2007,9(2):298-314.,4242. Vieira, A. A Escola Postural sob a perspectiva da Educação Somática: a reformulação de um programa de extensão na EsEF/UFRGS. 2004. Tese (Doutorado) - Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2004. que utilizaram entrevistas (individuais ou em grupo) e observações participantes como instrumentos de pesquisa (tabela 2). Tais estudos interpretaram percepções e significados manifestados pelos participantes durante ou após a finalização dos programas.4444. Denzin NK, Lincoln YS et al.. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. Artmed, Porto Alegre, 2e, 2006.

O método quantitativo2828. Gaya A e colaboradores. Ciências do movimento humano: introdução à metodologia da pesquisa bibliográfica. Artmed, Porto Alegre, 2008., que trata as variáveis a partir de correlações e comparações, com técnicas estatísticas específicas (tabela 3), foi utilizado nos demais estudos incluídos nesta revisão. Desses estudos dois são do tipo experimental, caracterizado por uma amostra aleatória dividida em grupo de intervenção e controle,3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8. dois são classificados como quase-experimentais,3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7.,4141. Schuch EV, Candotti CT, Pressi AM. Escola Postural para Terceira Idade. Revista Perfil. 2000;4:16-24. em que há grupo-controle mas a amostra não é aleatória, e dez são semi-experimentais, quando não há grupo-controle.88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76.,2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.

30. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.
-3131. Santos CVS. Avaliação do programa escola de postura em pacientes com lombalgia crônica do hospital municipal Rolim de Moura-RO. Dissertação (Pós-Graduação) - Universidade de Brasília, DF. 2008.,3434. Tobo A, Khouri M, Cordeiro Q, Lima MC, Brito Junior CA, Battistella LR. Estudo do tratamento da lombalgia crônica por meio da Escola de Postura. Acta Fisiatr. 2010;17(3):112-6.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503.,4343. Furlan AD, Castro AW, Chung TM, Imamura ST, Camanho GL. Escola de Coluna - Programa desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC/FMUSP. Acta Ortop Bras.1998;6(2):55-60.

Dos estudos quantitativos citados acima, sete utilizaram apenas duas avaliações, uma pré-intervenção, antes do início do programa, e uma pós-intervenção, ao término imediato da Escola Postural.88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76.,2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.,3131. Santos CVS. Avaliação do programa escola de postura em pacientes com lombalgia crônica do hospital municipal Rolim de Moura-RO. Dissertação (Pós-Graduação) - Universidade de Brasília, DF. 2008.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7.,3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21.

40. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503.
-4141. Schuch EV, Candotti CT, Pressi AM. Escola Postural para Terceira Idade. Revista Perfil. 2000;4:16-24. Outros estudos reavaliaram os indivíduos após um mês,3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.,3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8. dois meses3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3434. Tobo A, Khouri M, Cordeiro Q, Lima MC, Brito Junior CA, Battistella LR. Estudo do tratamento da lombalgia crônica por meio da Escola de Postura. Acta Fisiatr. 2010;17(3):112-6. e quatro meses.2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.,3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8. Apenas dois estudos reavaliaram os participantes um ano3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.,4343. Furlan AD, Castro AW, Chung TM, Imamura ST, Camanho GL. Escola de Coluna - Programa desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC/FMUSP. Acta Ortop Bras.1998;6(2):55-60. depois da avaliação pós-intervenção.

Dos instrumentos utilizados nos estudos quantitativos, predominaram avaliação da intensidade da dor e questionários estruturados para avaliação da capacidade funcional e da qualidade de vida (tabela 3).

A intensidade da dor foi a variável mais analisada nos estudos, sendo que doze1414. Ehrlich GE. Low back pain. Bulletin of the World Health Organization. 2003;81:671-6.,2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76.,2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.

30. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.

31. Santos CVS. Avaliação do programa escola de postura em pacientes com lombalgia crônica do hospital municipal Rolim de Moura-RO. Dissertação (Pós-Graduação) - Universidade de Brasília, DF. 2008.

32. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.
-3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7.,3737. Arcanjo GN, Valdés MTM, Silva RM. Percepção sobre qualidade de vida de mulheres participantes de oficinas educativas para dor na coluna. Ciênc. Saúde Coletiva. 2008;13(2):2145-54.,3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503.,4343. Furlan AD, Castro AW, Chung TM, Imamura ST, Camanho GL. Escola de Coluna - Programa desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC/FMUSP. Acta Ortop Bras.1998;6(2):55-60. dos quatorze artigos quantitativos trazem sua medida. Como instrumento avaliativo dessa variável, verificou-se que a Escala Análoga Visual (EVA) foi a mais utilizada, estando presente em nove estudos.3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21.

40. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503.

41. Schuch EV, Candotti CT, Pressi AM. Escola Postural para Terceira Idade. Revista Perfil. 2000;4:16-24.

42. Vieira, A. A Escola Postural sob a perspectiva da Educação Somática: a reformulação de um programa de extensão na EsEF/UFRGS. 2004. Tese (Doutorado) - Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2004.

43. Furlan AD, Castro AW, Chung TM, Imamura ST, Camanho GL. Escola de Coluna - Programa desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC/FMUSP. Acta Ortop Bras.1998;6(2):55-60.

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-3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503.,4343. Furlan AD, Castro AW, Chung TM, Imamura ST, Camanho GL. Escola de Coluna - Programa desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC/FMUSP. Acta Ortop Bras.1998;6(2):55-60. Outros estudos utilizaram a Escala Numérica Visual3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7. e Questionários semiestruturados2121. Ues ME, Moraes JP. Escola Postural para a terceira idade. Praxisterapia. 2003;8(8):51-76.,4141. Schuch EV, Candotti CT, Pressi AM. Escola Postural para Terceira Idade. Revista Perfil. 2000;4:16-24. para análise dessa variável.

Dentre os nove estudos que utilizaram a EVA, sete3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.

31. Santos CVS. Avaliação do programa escola de postura em pacientes com lombalgia crônica do hospital municipal Rolim de Moura-RO. Dissertação (Pós-Graduação) - Universidade de Brasília, DF. 2008.
-3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503.,4242. Vieira, A. A Escola Postural sob a perspectiva da Educação Somática: a reformulação de um programa de extensão na EsEF/UFRGS. 2004. Tese (Doutorado) - Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2004. encontraram diminuição significativa na intensidade de dor logo após a finalização da Escola Postural. Dentre os estudos que fizeram avaliação pós-intervenção no médio prazo, Tsukimoto et al.3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9. encontraram diferença significativa entre a primeira avaliação pós-intervenção, realizada um mês depois de finalizadas as aulas, e a segunda pós-intervenção, realizada após quatro meses, porém não encontraram diferença entre essas avaliações e a avaliação após um ano do início da Escola Postural.

Nos dois estudos experimentais3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8. contemplados nesta revisão que indicam uma melhor qualidade metodológica dos estudos, apenas Andrade et al.3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50. obtiveram diminuição significativa da intensidade da dor após as duas reavaliações, sendo uma um mês e a outra quatro meses depois de finalizadas as aulas.

A segunda variável mais utilizada para análise da Escola Postural foi a melhora da Capacidade Funcional. Para análise dessa variável, sete estudos2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.

30. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.

31. Santos CVS. Avaliação do programa escola de postura em pacientes com lombalgia crônica do hospital municipal Rolim de Moura-RO. Dissertação (Pós-Graduação) - Universidade de Brasília, DF. 2008.

32. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.
-3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7.,3737. Arcanjo GN, Valdés MTM, Silva RM. Percepção sobre qualidade de vida de mulheres participantes de oficinas educativas para dor na coluna. Ciênc. Saúde Coletiva. 2008;13(2):2145-54. utilizaram o Roland Morris Questionnaire (RMQ)4545. Nusbaum L, Natour J, Ferraz MB, Goldenberg J. Translation, adaptation and validation of the Roland-Morris questionnaire- Brazil Roland-Morris. Braz. J. Med. Biol. Res. 2001;34:203-10. e três estudos88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,3434. Tobo A, Khouri M, Cordeiro Q, Lima MC, Brito Junior CA, Battistella LR. Estudo do tratamento da lombalgia crônica por meio da Escola de Postura. Acta Fisiatr. 2010;17(3):112-6.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27. utilizaram o questionário Oswestry Disability Index (ODI).4646. Vigatto R, Alexandre NMC, Correa Filho HR. Development of a Brazilian Portuguese version of the Oswestry Disability Index. Spine. 2007;32(4): 481-6. Ao se comparar a capacidade funcional, percebe-se que seis dos sete artigos2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.

30. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.

31. Santos CVS. Avaliação do programa escola de postura em pacientes com lombalgia crônica do hospital municipal Rolim de Moura-RO. Dissertação (Pós-Graduação) - Universidade de Brasília, DF. 2008.
-3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7.,3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21. descrevem melhora significativa na capacidade funcional quando utilizado o instrumento RMQ. Desses, cinco estudos2929. Caraviello EZ, Wasserstein S, Charnlian TR, Masiero D. Avaliação da dor e função de pacientes com lombalgia tratados com um programa de Escola de Coluna. Acta Fisiatr. 2005, 12(1):11-4.,3131. Santos CVS. Avaliação do programa escola de postura em pacientes com lombalgia crônica do hospital municipal Rolim de Moura-RO. Dissertação (Pós-Graduação) - Universidade de Brasília, DF. 2008.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3636. Garcia NA, Gondo FLB, Costa RA, Cyrillo FN, Costa LOP. Effects of two physical therapy interventions in patients with chronic non-specific low back pain: feasibility of a randomized controlled trial. Rev Bras Fisioter. 2011;15(5):420-7.,3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21. encontraram diferença imediatamente após o final da Escola Postural. O estudo de Tsukimoto et al.3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9. obteve melhoras significativas um mês, quatro meses e um ano após a intervenção.

Dos estudos referentes à capacidade funcional que utilizaram o questionário ODI, todos encontraram melhoras significativas da capacidade funcional ao final do programa e Tobo et al.3434. Tobo A, Khouri M, Cordeiro Q, Lima MC, Brito Junior CA, Battistella LR. Estudo do tratamento da lombalgia crônica por meio da Escola de Postura. Acta Fisiatr. 2010;17(3):112-6. dois meses pós-intervenção.

Nos dois estudos experimentais3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8. identificados nesta revisão, somente o estudo de Andrade et al.3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50. indicou uma melhora significativa da capacidade funcional imediatamente após e um mês após a aplicação da Escola Postural. Porém, essa melhora não se manteve na avaliação pós-intervenção realizada quatro meses após a finalização das aulas.

Entre os instrumentos analisados nesta revisão, os de Qualidade de Vida foram os menos utilizados.88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,3939. Martins MRI, Foss MMD, Junior RS, Zancheta M, Pires IC, Cunha AMR, et al. A eficácia da conduta do Grupo de Postura em pacientes com lombalgia crônica. Rev Dor. 2010;11(2):116-21.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503. Em cinco estudos88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503. foi encontrado o questionário Medical Outcomes Study 36 - Item Short-Form Health Survey (SF-36).4747. Ciconelli RM, Ferraz MB, Santos W, Meinão I, Quaresma MR. Tradução para a língua portuguesa e validação do questionário genérico de avaliação de qualidade de vida SF36 (Brasil SF-36). Rev Bras Reumatol. 1999;39(3):143-50. Os estudos apresentaram melhora significativa entre seis88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27. e sete3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503. domínios na avaliação pós-intervenção, sendo que no estudo de Tsukimoto et al.3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9. a melhora foi mantida por um ano nos domínios Capacidade Funcional, Aspectos Físicos, Dor, Estado Geral da Saúde e Vitalidade. A partir da comparação entre os estudos que utilizaram o questionário SF-36, encontrou-se que os domínios Dor e Capacidade Funcional apresentaram melhoras significativas em quatro dos cinco estudos.88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503. Observou-se também que, em quatro desses estudos3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503., as médias dos domínios Aspectos Físicos e Dor, na avaliação pré-intervenção, estavam abaixo dos 50% do valor máximo, e que na avaliação pós-intervenção as médias estavam acima de 50% em todos os estudos. Dos estudos contemplados nesta revisão, o de Ribeiro et al.3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8. foi o único que apresentou melhora significativa apenas no domínio Estado Geral de Saúde por um período de quatro meses.

Discussão

Os artigos publicados indicam que as pesquisas desenvolvidas no Brasil para avaliação da eficácia das Escolas Posturais são recentes, sendo a maioria delas realizadas na última década, o que difere de outros países, como, por exemplo, os europeus, que desenvolvem estudos sobre essa temática desde os anos 1980.4848. Lankhorst GJ, Van de Stadt RJ, Vogelaar TW, Van der Korst JK, Prevo AJ. The effect of the Swedish Back School in chronic idiopathic low back pain. A prospective controlled study. Scand J Rehabil Med. 1983;15(3):141-5.

49. Klaber Moffett JA, Chase SM, Portek I, Ennis JR. A controlled, prospective study to evaluate the effectiveness of a back school in the relief of chronic low back pain. Spine. 1986;11:120-2.
-5050. Keijsers JF, Groenman NH, Gerards FM, van Oudheusden E, Steenbakkers M. A back school in The Netherlands: evaluating the results. Patient Educ Couns. 1989;14:31-44.

Entretanto, no que se refere aos instrumentos contemplados nos estudos quantitativos citados na presente revisão pode-se afirmar que seguem a tendência das publicações internacionais. De acordo com o revisão sistemática de Chapman et al.,5151. Chapman JR, Norvell DC, Hermsmeyer JT, Bransford RJ, DeVine J, McGirt MJ, Lee MJ. Evaluating Common Outcomes for Measuring Treatment Success for Chronic Low Back Pain. Spine. 2011;36(21S):S54-S68. que incluiu 354 estudos experimentais sobre a eficácia de tratamentos para dor lombar crônica publicados de 2007 a 2011, os instrumentos que avaliam capacidade funcional e qualidade de vida são predominantes. Instrumentos de avaliação da capacidade funcional são os mais recorrentes, destacando-se o ODI e o RMQ, que foram encontrados em mais de 50% dos estudos.5151. Chapman JR, Norvell DC, Hermsmeyer JT, Bransford RJ, DeVine J, McGirt MJ, Lee MJ. Evaluating Common Outcomes for Measuring Treatment Success for Chronic Low Back Pain. Spine. 2011;36(21S):S54-S68. A avaliação da qualidade de vida também apareceu em mais de 40% dos estudos, sendo o SF36 o mais utilizado.5151. Chapman JR, Norvell DC, Hermsmeyer JT, Bransford RJ, DeVine J, McGirt MJ, Lee MJ. Evaluating Common Outcomes for Measuring Treatment Success for Chronic Low Back Pain. Spine. 2011;36(21S):S54-S68. Apenas os instrumentos para avaliação da intensidade da dor não foram tão significativos, sendo encontrados em apenas 20% dos estudos,5151. Chapman JR, Norvell DC, Hermsmeyer JT, Bransford RJ, DeVine J, McGirt MJ, Lee MJ. Evaluating Common Outcomes for Measuring Treatment Success for Chronic Low Back Pain. Spine. 2011;36(21S):S54-S68. diferentemente dos estudos contemplados na presente revisão, nos quais a avaliação dessa variável foi a mais utilizada.

Apesar de a aplicação dos mesmos instrumentos ser importante para comparação de resultados encontrados em diferentes estudos, as diferenças em relação à duração do programa e aos conteúdos abordados acabam dificultando a comparação. Essa dificuldade também tem sido salientada por autores que realizaram revisões sistemáticas sobre as Escolas Posturais.2525. Heymans MW, Van Tuder MW, Esmail R, Bombardier C, Koes BW. Back school for nonspecific low back pain: a systematic review within the framework of the Cochrane Collaboration Back Review Group. Spine. 2005;30(19):2153-63.

26. Brox JI, Storhein K, Grotle M, Tveito TH, Indahl A, Eriksen HR. Systematic review of back schools, brief education, and fear-avoidance training for chronic low back pain. The Spine J. 2008;8:948-58.
-2727. van Middelkoop M, Rubinstein SM, Kuijpers T, Verhagen AP, Ostelo R, Koes BW, van Tulder MW. A systematic review on the effectiveness of physical and rehabilitation interventions for chronic non-specific low back pain. Eur Spine J. 2011;20:19-39.

Outro limitante importante para avaliação da eficácia das Escolas Posturais oferecidas no Brasil é a baixa qualidade dos estudos.5252. Furlan AD, Pennick V, Bombardier C, Van Tulder MW, Editorial Board, Cochrane Back Review Group. 2009 updated method guidelines for systematic reviews in the Cochrane Back Review Group. Spine. 2009;34:1929-1941. Dos quatorze estudos quantitativos, apenas quatro possuíam grupo-controle e apenas dois foram do tipo experimental. Esse é o principal empecilho para que os resultados encontrados nos estudos desenvolvidos no Brasil sejam considerados relevantes e sejam comparados a resultados de outras publicações em revisões sistemáticas, pois um critério de inclusão das revisões sistemáticas sobre intervenções para a dor lombar crônica é que o estudo seja do tipo experimental.5252. Furlan AD, Pennick V, Bombardier C, Van Tulder MW, Editorial Board, Cochrane Back Review Group. 2009 updated method guidelines for systematic reviews in the Cochrane Back Review Group. Spine. 2009;34:1929-1941. O outro limitante é a língua em que o artigo foi publicado. O estudo de Ribeiro, publicado em inglês em 2008, foi contemplado na revisão de van Middelkoop et al.,2727. van Middelkoop M, Rubinstein SM, Kuijpers T, Verhagen AP, Ostelo R, Koes BW, van Tulder MW. A systematic review on the effectiveness of physical and rehabilitation interventions for chronic non-specific low back pain. Eur Spine J. 2011;20:19-39. o que não aconteceu com o artigo de Andrade et al.,3232. Andrade SC, Araújo AGR, Vilar MJ. Escola de Coluna para pacientes com lombalgia crônica inespecífica: benefícios da associação de exercícios e educação ao pacientes. Acta Reumatol Port. 2008;33:443-50. um estudo experimental também publicado em 2008 e de boa qualidade, possivelmente por estar publicado na língua portuguesa.

Os autores do presente artigo reconhecem as limitações dos estudos publicados no Brasil, mas consideram relevante que os pesquisadores que trabalham com a dor lombar crônica conheçam as publicações existentes sobre as Escolas Posturais, principalmente num momento em que o governo investe em medidas que possam promover a educação em saúde e reduzir os danos causados pelas doenças crônicas, principalmente em serviços de atenção primária.5353. BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política nacional de atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde, Série Pactos pela Saúde, 2006;4:1-59.

Pode-se inferir que as pesquisas que avaliam a eficácia dos programas de Escola Postural desenvolvidos no Brasil, os quais, devido à baixa qualidade, apresentam uma forte possibilidade de viés, demonstram uma diminuição da intensidade da dor e uma melhora da capacidade funcional no curto prazo, porém os resultados dos estudos que avaliaram a eficácia no médio e longo prazos são conflitantes, necessitando de mais estudos para confirmar o tempo de duração da melhora obtida após a participação em programas de Escola Postural. Esses resultados são semelhantes aos apresentados por autores que realizaram revisões sistemáticas sobre o tema.2525. Heymans MW, Van Tuder MW, Esmail R, Bombardier C, Koes BW. Back school for nonspecific low back pain: a systematic review within the framework of the Cochrane Collaboration Back Review Group. Spine. 2005;30(19):2153-63.

26. Brox JI, Storhein K, Grotle M, Tveito TH, Indahl A, Eriksen HR. Systematic review of back schools, brief education, and fear-avoidance training for chronic low back pain. The Spine J. 2008;8:948-58.
-2727. van Middelkoop M, Rubinstein SM, Kuijpers T, Verhagen AP, Ostelo R, Koes BW, van Tulder MW. A systematic review on the effectiveness of physical and rehabilitation interventions for chronic non-specific low back pain. Eur Spine J. 2011;20:19-39.

Os estudos que avaliaram a qualidade de vida pelo questionário SF-36 sugerem que os domínios Dor e Aspectos Físicos são os mais atingidos nos participantes de Escola Postural, e que estes apresentam uma melhora significativa desses domínios logo após a intervenção. Resultados relacionados à qualidade de vida não têm sido contemplados nas revisões sistemáticas de Escolas Posturais, entretanto três estudos experimentais internacionais,5454. Tavafian SS, Jamshidi AR, Mohammad K, Montazeri A. Low back pain education and short term quality of life: a randomized trial. BMC musculoskelet disord. 2007;8(21):1-6

55. Tavafian SS, Jamshisi AR; Montazeri A. A randomized study of back school in women with chronic low back pain. Spine. 2008; 33(15):1617-21.
-5656. Morone G, Paolucci T, Alcuri MR, Vulpiani MC, Matano A, Bureca I, et al. Quality of life improved by multidisciplinary back school program in patients with non-specific low back pain: a single blind randomized controlled trial. Eur J Phys Rehabil Med. 2011;47:1-9. publicados nos últimos anos, também identificaram maior comprometimento dos domínios Dor e Aspectos Físicos, tendo a amostra uma média abaixo de 50 pontos na avaliação pré-intervenção. Esses estudos identificaram uma melhora da qualidade de vida dos participantes do estudo após seis meses5656. Morone G, Paolucci T, Alcuri MR, Vulpiani MC, Matano A, Bureca I, et al. Quality of life improved by multidisciplinary back school program in patients with non-specific low back pain: a single blind randomized controlled trial. Eur J Phys Rehabil Med. 2011;47:1-9. e um ano de intervenção.5555. Tavafian SS, Jamshisi AR; Montazeri A. A randomized study of back school in women with chronic low back pain. Spine. 2008; 33(15):1617-21.

Pode-se relacionar a melhora da qualidade de vida dos participantes da Escola Postural dos estudos citados à redução da dor e à melhora da capacidade funcional proporcionadas pelo maior conhecimento sobre a coluna vertebral e as patologias que a atingem, e pela aprendizagem da maneira adequada de executar de AVD's. Além disso, deve-se considerar a importância da interação social propiciada pelas aulas,66. Nordin M. Back Pain: lessons from patient education. Patient Educ. Couns. 1995;26:67-70. pois o grupo possibilita que pessoas com problemas semelhantes compartilhem suas dificuldades, suas dúvidas e suas conquistas.

A efetividade da Escola Postural no curto prazo pode, então, ser relacionada a uma melhora do estado geral de saúde, a qual envolve aspectos físicos, sociais e emocionais. Essa interpretação corrobora a observação de uma melhora significativa na maioria dos domínios contemplados na avaliação da qualidade de vida encontrada em estudos desenvolvidos no Brasil88. Ferreira MS, Navega MT. Efeitos de um programa de orientação para adultos com lombalgia. Acta Ortop Bras. 2010;18(3):127-31.,3030. Tsukimoto GR, Riberto M, Brito CA, Battistella LR. Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey (SF-36). Acta Fisiatr. 2006;13(2):63-9.,3535. Borges RG, Vieira A, Noll M, Bartz PT, Candotti CT. Efeitos da participação em um Grupo da Coluna sobre as dores musculoesqueléticas, qualidade de vida e funcionalidade dos usuários de uma Unidade Básica de Saúde de Porto Alegre. Motriz. 2011,17(4):719-27.,4040. Souza AS, Oliveira NTB, Santos I, Oliveira MS, Gonçalves MMB. Efeitos da Escola de Postura em indivíduos com sintomas de lombalgia crônica. Conscientiae Saúde. 2010;9(3):497-503. e no exterior.5454. Tavafian SS, Jamshidi AR, Mohammad K, Montazeri A. Low back pain education and short term quality of life: a randomized trial. BMC musculoskelet disord. 2007;8(21):1-6

55. Tavafian SS, Jamshisi AR; Montazeri A. A randomized study of back school in women with chronic low back pain. Spine. 2008; 33(15):1617-21.
-5656. Morone G, Paolucci T, Alcuri MR, Vulpiani MC, Matano A, Bureca I, et al. Quality of life improved by multidisciplinary back school program in patients with non-specific low back pain: a single blind randomized controlled trial. Eur J Phys Rehabil Med. 2011;47:1-9.

O artigo de Ribeiro et al.,3333. Ribeiro LH, Jennings F, Jones A, Furtado R, Natour J. Effectiveness of a back school program in low back pain. Clin Exp Rheumatol. 2008;26:81-8. o qual desenvolveu apenas atividades teóricas para propiciar a aprendizagem da maneira adequada de executar AVD, foi, dentre os estudos nacionais e internacionais citados nesta revisão, o único que apresentou resultados pouco favoráveis na avaliação pós-intervenção. Essa constatação sugere que a atividade prática e a troca de experiências entre os participantes, quando do ensino da maneira adequada de executar AVD, são uma estratégia pedagógica relevante para diminuição da dor e melhora da capacidade funcional e da qualidade de vida. Talvez a simples explanação teórica sobre a execução adequada de AVD não seja suficiente para a incorporação de novos hábitos e reduza a possibilidade de interação entre os participantes. Essa é uma questão que deve ser investigada com maior atenção em estudos futuros.

Considerações finais

A presente revisão teve como objetivo realizar uma busca sobre pesquisas que avaliam a eficácia das Escolas Posturais desenvolvidas no Brasil com a população de adultos e idosos, identificando métodos de pesquisa, propostas de intervenção, instrumentos de coleta de dados e resultados. Percebeu-se que quase toda a produção científica sobre o assunto foi desenvolvida na última década, demonstrando interesse recente por pesquisas nessa área. Contudo, ainda são poucos os estudos experimentais, com grupo-controle e amostra aleatória, assim como os estudos qualitativos.

Observou-se que, além da baixa qualidade metodológica da maioria dos estudos, a estrutura dos programas é bastante diversificada, o que dificulta a comparação entre os estudos. Entretanto, no que se refere aos conteúdos dos programas e aos instrumentos utilizados nos estudos quantitativos, pode-se afirmar que existe uma coerência entre os estudos. Observa-se, na maioria dos estudos que avaliaram a qualidade de vida, uma melhora dos aspectos físicos, emocionais e sociais que pode estar relacionada à dinâmica de grupo desenvolvida neste tipo de intervenção.

Em suma, com base nos trabalhos aqui apresentados conclui-se que os resultados encontrados sobre a eficácia dos programas de Escola Postural desenvolvidos no Brasil ainda são muito questionáveis devido à baixa qualidade metodológica dos estudos e à falta de um número maior de publicações que avaliem os resultados no médio e longo prazos. Mesmo que o alívio da dor e a melhora da capacidade funcional e da qualidade de vida no período imediato pós-intervenção sejam relevantes, pois podem ser um estímulo para um maior investimento na manutenção dos exercícios e incorporação de hábitos posturais saudáveis, é importante que se encontrem recursos que garantam a melhora das doenças crônicas no longo prazo.

Esta revisão indica, portanto, que ainda não há evidências da eficácia dos programas de Escola Postural desenvolvidos no Brasil que justifiquem sua recomendação nos serviços de atenção à saúde no Brasil.

  • Financiamento
    CAPES, CNPq.

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Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    Jan-Feb 2014

Histórico

  • Recebido
    23 Mar 2013
  • Aceito
    04 Abr 2013
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