Sistemas forrageiros pré e pós-parto e desempenho reprodutivo de vacas primíparas

Durante os períodos pré e pós-parto, foi avaliada a influência de sistemas forrageiros no desempenho reprodutivo de vacas primíparas: pastagem natural nos períodos pré e pós-parto; pastagem natural no pré-parto e pastagem melhorada no pós-parto; pastagem melhorada no pré-parto e pastagem natural no pós-parto; pastagem melhorada nos períodos pré e pós-parto. Os menores pesos e condições corporais foram observados nas vacas mantidas em pastagem natural no pré-parto, (384,3 kg e 3,31; 391,4 kg e 3,60), seguidas daquelas em pastagem melhorada no pré-parto e natural no pós-parto (424,4 kg e 3,60); e, por ultimo, das vacas em pastagem melhorada no pré e pós- parto (421,2 kg e 3,59). As vacas em pastagem melhorada no pré e pós-parto tiveram maior peso e condição corporal ao início do acasalamento (442,1 kg e 3,76), maior taxa de prenhez (82,3%) e emprenharam mais cedo. Os sistemas com pastagem natural no pré-parto e melhorada no pós-parto e aquele com pastagem melhorada no pré-parto e natural no pós-parto não diferiram quanto a peso ao início do acasalamento (417,2 e 409,8 kg) e taxa de prenhez (65,8 e 62,8%), respectivamente. Entretanto, as vacas em pastagem natural no pré-parto e melhorada no pós-parto emprenharam mais cedo. As vacas mantidas em pastagem natural tiveram o menor peso ao início do acasalamento (391,2 kg), a menor taxa de prenhez (52,7%) e emprenharam mais tarde. Pastagens melhoradas no pré e pós-parto melhoraram os pesos e as condições corporais ao parto e ao início da reprodução, possibilitando alto desempenho reprodutivo.

Brangus; condição corporal; pastagem natural; pastagem melhorada; pesos; taxa de prenhez


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