Resposta à Sigatoka amarela de genótipos de bananeira nos tabuleiros costeiros de Sergipe, Brasil

O Brasil tem baixa disponibilidade de cultivares comerciais produtivas com porte adequado e resistência à Sigatoka amarela. O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento de diferentes genótipos de bananeira em relação à Sigatoka amarela em condições de tabuleiros costeiros de Sergipe. O experimento foi conduzido no Campo Experimental da Embrapa Tabuleiros Costeiros, no município de Nossa Senhora das Dores. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com 22 genótipos e três repetições, seis plantas por parcela. Os genótipos testados foram: Enxerto-33, Japira-106, FHIA-23, YB42-17, YB42-47, FHIA-18, PA42-44, PA94-01, PV79-34, Pacovan Ken, Pacovan, Prata-Anã, Maravilha, Garantida, Princesa, Tropical, Maçã, Grande Naine, FHIA-02, Caipira, Bucaneiro e Thap Maeo. A severidade da Sigatoka amarela foi avaliada em 60, 270 e 420 dias após o plantio (DAP) (a partir de Julho/2009 até Julho/2010), utilizando uma escala descritiva de Stover. Em seguida, o índice de infecção foi calculado, aos 60, 270 e 420 DAP e comparados pelo teste de Scott-Knott a 5%. Observou-se que os genótipos têm o mesmo comportamento a 270 DAP. Aos 60 DAP, genótipos com menor índice de infecção foram Bucaneiro, Enxerto-33, Japira-106, YB42-17, FHIA-02, FHIA-18, FHIA-23, PA42-44, PA94-01, Caipira, Maçã, Prata-Anã e Thap Maeo. Aos 420 DAP, as taxas mais baixas foram obtidas para os genótipos YB42-17, FHIA-23, Princesa, YB42-47, Tropical, Grand Naine, Caipira, Macã, Garantida, Bucaneiro, Pacovan Ken e Thap Maeo.

Musa spp.; Banana-melhoramento genético; Plantas-resistência


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